Boletim “Ativos da Silvicultura” mostra dificuldades na venda da madeira

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Para garantir a rentabilidade da silvicultura, os produtores de madeira precisam ser eficientes nas operações de colheita e transporte das toras provenientes das florestas plantadas até as indústrias. A recomendação está no boletim “Ativos da Silvicultura”, elaborado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Drendrus Projetos Florestais e Ambientais e Universidade Federal de Viçosa (UFV).

No boletim, também é avaliada a situação do mercado de madeira. Na região de Telêmaco Borba (PR), que abriga um conglomerado florestal com diversas indústrias consumidoras, os produtores não têm conseguido comercializar a madeira de menor diâmetro a um preço competitivo, especialmente para a indústria de celulose.

O preço pago ao produtor no mês de setembro de 2014 foi de R$ 62 por tonelada, valor para produto entregue na fábrica de celulose. As toras com menor diâmetro são comercializadas para energia, por um preço médio de R$ 81 por tonelada, sem muito interesse por parte dos compradores.

A situação do mercado de borracha também é avaliada no boletim divulgado nesta sexta-feira (31/10). Nas principais regiões produtoras contempladas pelo Projeto Campo Futuro, da CNA, alguns heveicultores estão suspendendo a sangria das árvores, porque o custo operacional de produção está acima do valor de mercado do coágulo. A queda real dos preços nos últimos meses reflete a grande oferta mundial de borracha e a redução do consumo pelos principais países consumidores.

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Fonte: Canal do Produtor