O tamanho do seu plantio, não muda o tamanho da nossa dedicação.
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04 out 2017

Brasil consome apenas 0,10 m³ de madeira por habitante ao ano

Para professor da UEM, Ricardo Dias, país ainda não enxergou o papel estratégico dessa matéria-prima

O Brasil é um país com vocação florestal, possui grandes áreas plantadas e uma das maiores reservas nativas do planeta. Mas mesmo com esse destaque no cenário mundial, o consumo per capita de madeira ainda é muito baixo comparado a outros países. De acordo com o arquiteto Ricardo Dias, professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), países europeus como Estônia, Letônia, Finlândia e Áustria, o consumo per capita é de 1,27 metros cúbicos por habitante por ano. No Brasil, o número é baixíssimo: 0,108. Ele apresentou os dados durante o 4º Simpósio Madeira & Construção, que aconteceu em Curitiba (PR), nos dias 20 e 21 de setembro.

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01 dez 2016

A crescente demanda de florestas energéticas pelo agronegócio

Este detalhado artigo foi escrito por Eugênio Pitzahn Jr e Adriane Roglin, gerente e consultora de projetos da Consufor, respectivamente

Locomotiva do Produto Interno Bruto – PIB nacional nos últimos anos, o Agronegócio apresentou significativo crescimento de seu valor bruto da produção. Parte deste crescimento foi devido ao aumento do preço internacional das commodities e câmbio favorável às exportações, mas outra parte deveu-se a expansão da área plantada e aumento de produtividade. De acordo com os dados do IBGE, nos últimos 5 anos, a produção física dos seis principais produtos do Agronegócio nacional (Aves, Bovinos, Suínos, Tabaco, Milho e Soja) aumentou em até 67% (Figura 1).READ MORE

01 dez 2016

Receita nas exportações florestais atinge US$ 6,3 bilhões e registra queda de 2,5% ante 2015

Balança Comercial do setor registrou saldo positivo de US$ 5,4 bilhões (+2,2%) no acumulado até outubro de 2016

As receitas com painéis de madeira fizeram a diferença
As receitas com painéis de madeira fizeram a diferença

O volume de exportações dos produtos provenientes do setor brasileiro de florestas plantadas registrou alta nos dez primeiros meses do ano. De janeiro a outubro de 2016, as exportações de celulose apresentaram crescimento de 11,1% em relação ao mesmo período de 2015 e alcançaram 10,7 milhões de toneladas.

As exportações de papel atingiram 1,7 milhão de toneladas no período, crescimento de 3,2% em relação a 2015. Em relação ao segmento de painéis de madeira, o volume exportado nos dez primeiros meses do ano atingiu 831 mil m³, alta de 66,9% em relação ao mesmo período de 2015.

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14 jul 2014

Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) divulga desempenho do setor

Entidade, recém criada, vai divulgar estatísticas mensalmente através do Cenários Ibá

industria-arvoresA Indústria Brasileira de Árvore (Ibá), associação que representa os produtos originários do cultivo de árvores plantadas no País: painéis e pisos de madeira, celulose, papel, florestas energéticas e biomassa, além dos produtores independentes de árvores plantadas, divulgou a primeira edição do Cenários Ibá.

Todos os meses, o boletim trará dados de desempenho dos segmentos de celulose, painéis de madeira e papel – produção, vendas domésticas, exportações e importações –, mostrando variações em relação ao mesmo mês do ano anterior e o resultado no acumulado do ano, entre outras informações. O Cenários Ibá pode ser baixado em PDF através do site Iba.org.

Os principais resultados do setor de árvores plantadas de janeiro a maio deste ano são:

Produção – De janeiro a maio de 2014, a produção de painéis de madeira totalizou 3,2 milhões m3, o que representa crescimento de 1,1% em relação ao mesmo período de 2013. A produção de celulose, nos cinco primeiros meses deste ano, somou 6,5 milhões de toneladas, registrando aumento de 5,6% em relação ao acumulado correspondente em 2013, quando foram produzidas 6,2 milhões de toneladas. Em relação ao segmento de papel, a produção de janeiro a maio totalizou 4,3 milhões de toneladas, com variação de 0,7% em relação ao mesmo período de 2013.

Balança Comercial – Nos cinco primeiros meses de 2014, a receita de exportações de celulose, painéis de madeira e papel somou US$ 3,1 bilhões, o que representa um crescimento de 4,3% na comparação com o mesmo período de 2013, quando o total foi de US$ 2,9 bilhões. No acumulado dos cinco primeiros meses de 2014, o saldo da balança comercial é de US$ 2,3 bilhões, o que mostra crescimento de 7,7% em relação ao mesmo período de 2013.

Volumes comercializados – De janeiro a maio, o volume de celulose exportado teve alta de 10,5%, totalizando 4,2 milhões de toneladas. No mesmo período do ano passado, foram 3,8 milhões de toneladas exportadas.

Em relação às importações destaca-se a queda no volume de painéis de madeira que chegaram ao País. Foram 413 mil m3, o que corresponde a -30,5% em relação ao volume importado mesmo período de 2013, ou seja, 594 mil m3.

Também foi registrada queda de 4,6% nas importações de papel nos cinco primeiros meses deste ano. No total, foram importadas 520 mil toneladas, enquanto no mesmo período de 2013 foram 545 mil toneladas. Somente em relação ao papel de imprimir e escrever, a queda foi de 13,5%.

Fonte: Painel Florestal
03 fev 2014

A rentabilidade do produtor de eucalipto caiu 40% nos últimos meses

Um dos motivos são os altos custos de produção

queda-rentabilidadeA rentabilidade dos produtores de eucalipto vem caindo nos últimos anos. Desde 2008, a desvalorização já chegou a 40%. Para se manter no negócio, o jeito foi diversificar as culturas, caminho indicado por especialistas.

O corte já começou na produção do silvicultor Marcos Garcia, onde os funcionários devem terminar o serviço na área de 33 hectares até o fim de fevereiro. Apesar do ritmo acelerado na propriedade, que fica em Pilar do Sul, no interior de São Paulo, o produtor está preocupado. E o motivo é preço.

– Não acho cliente suficiente para vender, tem que otimizar bastante pra poder fazer uma rentabilidade no corte da madeira. O preço está péssimo – afirma Garcia.

Os problemas com preço não são exclusividade de Garcia, assim como ele, outros produtores reclamam do preço pago pelo eucalipto. A culpa, segundo eles, vem dos custos de produção, que são cada vez maiores.

Em 2008, Garcia contou que conseguia receber R$ 140 por metro cúbico de madeira. Hoje, ele consegue, no máximo, R$ 85. São R$ 55 a menos, em seis anos. O diesel, a mão de obra e os insumos estão mais caros. Para não perder ainda mais, o produtor de eucalipto resolveu diversificar a oferta, aumentando a rentabilidade.

– Hoje eu to fazendo vários subprodutos da madeira, eu tenho madeira pallet pra caldeira, que vai pra energia e madeira pra processo, que vai pra produção de chapa, ou até pra celulose, pra poder ter alguma rentabilidade – relata Garcia.

O diretor da Poyry Consultoria, Jefferson Mendes, afirma que os preços variam muito do Sul e Sudeste, para o restante do país. Para ele, viver apenas da venda da madeira não é um bom negócio.

– Qual a diferença, entre o produtor agrícola e o florestal? O florestal pode regular a sua produção, se ele for depender só da madeira para viver, aí ele vai ter dificuldade porque ele vai vender por preços altos ou baixos. Se ele tem uma diversificação de cultura de eucalipto, por exemplo, de sete anos, ele pode antecipar dois anos, ou postergar dois anos, ou ter ciclos maiores. No geral, o produtor tendo de duas a quatro culturas, ele vai ter uma rentabilidade adequada – explica Mendes.

Fonte: Painel Florestal

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