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13 jul 2016

Banco do Brasil disponibiliza R$ 101 bilhões em créditos rurais no País, o que inclui o setor florestal

Em cerimônia em Campo Grande (MS), foram anunciados a liberação de mais de R$ 5 bilhões com a mesma finalidade

Plantio de eucalipto em Minas Gerais
Plantio de eucalipto em Minas Gerais

O Banco do Brasil vai destinar R$ 5,19 bilhões para operações de crédito rural em Mato Grosso do Sul. O anúncio foi realizado oficialmente na última terça-feira, 5, na sede da instituição financeira, em Campo Grande, com a participação de lideranças de diversos segmentos econômicos.

Segundo a avaliação do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS, apesar do aumento no montante disponibilizado, a taxa de juros, estabelecida entre 8,5% e 12,75%, trouxe preocupação ao setor produtivo. “Este ano está sendo marcado pelo aumento no custo de produção, ocasionado, entre outros motivos, pela instabilidade do dólar”, salientou o presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito. “Com isso, todo aumento de taxa de juros é prejudicial ao produtor rural e pode comprometer a rentabilidade do setor”.

A atual taxa é aproximadamente entre 1 e 2 pontos percentuais superior ao patamar verificada no ano passado, quando oscilou entre 7,5% e 10,5%. “Uma atividade com a nossa é muito pujante para o Estado. Toda entrada de custeio traz como consequência o investimento para melhorar a agropecuária”, acrescenta o presidente da Federação.

O montante disponibilizado, para custeio e investimento, é 17,2% superior ao valor verificado na safra encerrada no dia 30 de junho. Do total, R$ 241 milhões serão destinados aos produtores familiares, R$ 627 milhões para os médios produtores e R$ 4,32 bilhões para o agronegócio empresarial, que inclui o setor florestal. Em nível nacional, a instituição financeira disponibiliza R$ 101 bilhões.

Durante o lançamento do Plano Safra, o superintendente em exercício do Banco do Brasil, Sérgio Salles, falou sobre o crescimento nas contratações de operações na safra 2015/16 pelo Banco do Brasil. “O BB é a instituição financeira que mais investe no desenvolvimento de Mato Grosso do Sul, responsável por 84,4% da carteira de agronegócio do Estado”.

Para o secretário de Produção e Agricultura Familiar, Fernando Lamas, o plano financeiro do Banco do Brasil vai contribuir para que o setor possa interligar a tecnologia a uma assistência técnica efetiva. “Somos um Estado eminentemente agropecuário e temos um espaço enorme para crescer. Um dos pontos mais importantes para que isto aconteça é a recuperação de pastagens degradadas, onde será importante a integração lavoura, pecuária e floresta”, disse.

Mauricio Saito acredita no potencial estratégico do setor e, por último, apresentou uma orientação: “O produtor rural sul-mato-grossense tem como característica o gerenciamento. Logicamente, é preciso fazer o dever de casa e colocar esse recurso no seu planejamento. A grande vantagem inicial é a aquisição de insumos no pagamento à vista”. Em concordância, Salles reforçou o caráter de empreendedorismo do setor. “A taxa de inadimplência no setor rural hoje está abaixo de 1% em Mato Grosso do Sul”. e órgãos públicos que podemos trabalhar para tirar esta estatística de degradação e baixa produtividade e incorporar um sistema com alta produção”. A partir de hoje, as agências do Banco do Brasil estão contratando as operações com as mudanças e inovações implementadas pelo Governo Federal.

Fonte: Sistema Famasul

15 dez 2015

Produtos Florestais contribuem para superávit da Balança Comercial Brasileira

Balança comercial brasileira registra US$ 174,4 bilhões nas exportações e US$ 160,9 bilhões nas importações, entre janeiro e novembro, deste ano

balanca-comercial-florestal

Segundo dados anunciados na última terça-feira, 01/12, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Brasil acumulou, entre janeiro e novembro de 2015, um superávit de US$ 13,4 bilhões em suas transações externas. No mesmo período do ano passado, a balança comercial do país registrava déficit de US$ 4,4 bilhões. O saldo positivo, no entanto, não ocorre em meio a um aumento nas vendas externas do Brasil, mas sim devido ao maior recuo nas importações.

Nos últimos onze meses, as exportações brasileiras chegaram a US$ 174,4 bilhões, 16,0% a menos que em 2014. Seguindo a mesma tendência, as importações caíram 24,1%, atingindo US$ 160,9 bilhões. Dessa forma, a queda nas exportações – causada, entre outros, por uma menor demanda chinesa por commodities e pela diminuição dos preços internacionais desses produtos – foi mais que compensada pela queda nas compras brasileiras de produtos estrangeiros.

As mercadorias vendidas pelo país tiveram como destino regiões que historicamente são grandes parceiras comerciais brasileiras. A China, principal parceiro comercial do país, importou nos últimos meses US$ 33,4 bilhões (19,2% do total exportado pelo Brasil). A lista de maiores compradores de produtos nacionais segue com União Europeia (US$ 31,1 bilhões, ou 17,9% do total), Estados Unidos (US$ 22,0 bilhões, 12,6%) e Argentina (US$ 11,9 bilhões, 6,8%).

A AGROPECUÁRIA SE DESTACA – Analisando os principais produtos exportados pelo Brasil no acumulado, é notável a importância do agronegócio. Os 16 principais produtos desse setor, cujos dados de comércio já foram disponibilizados pelo MDIC, trouxeram para o país US$ 65,6 bilhões em exportações, o equivalente a 37,6% do total exportado no período. No mesmo período de 2014, os US$ 73,4 bilhões arrecadados por esses mesmos produtos foram responsáveis por apenas 35,3% das exportações totais do país.

Dentre os produtos do agronegócio exportados pelo Brasil, saltam aos olhos os resultados dos produtos florestais. Nos últimos onze meses, as vendas internacionais de celulose atingiram US$ 5,1 bilhões, resultado 4,7% superior ao de 2014. Também cresceram as exportações de papéis e cartões (que chegaram a US$ 1,0 bilhão, crescimento de 3,4%) e madeira serrada (US$ 416 milhões, 9,2%). Assim, as exportações dessas três cadeias atingiram um total de US$ 6,5 bilhões, 3,7% do total de exportações brasileiras entre janeiro e novembro de 2015. Em geral, esses crescimentos são explicados pela desvalorização do real, que ampliou a competitividade do papel e da celulose nacionais. Além disso, uma menor demanda do setor brasileiro de construção civil levou produtores nacionais de madeiras em geral a procurar mercados externos para escoar sua produção.

CRESCIMENTO DO VALOR DE EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS FLORESTAIS
(janeiro a novembro de 2015)

produtos_florestais_2015

Além desses produtos florestais, destacaram-se nos últimos meses as exportações brasileiras de soja em grãos, o produto mais exportado pelo país em 2015 (US$ 20,7 bilhões), carne de frango (US$ 5,7 bilhões), farelo de soja (US$ 5,4 bilhões), açúcar em bruto (US$ 5,3 bilhões) e café em grãos (US$ 5,1 bilhões). Quando somadas às crescentes exportações de produtos florestais, as vendas dessas cinco cadeias do agronegócio equivalem a 27,9% do total exportado pelo Brasil em 2015.

Dessa forma, é notável a força de diversas cadeias do agronegócio nas exportações brasileiras. Além de possuir o principal produto da pauta de exportações do Brasil, da agropecuária nacional contribuiu para o crescimento do saldo da balança comercial com diversas cadeias robustas e internacionalmente competitivas. Dentre essas cadeias, o setor de produtos florestais se destaca por seu crescimento continuado, que supera a tendência de diminuição das exportações nacionais e, assim, fortalece a economia brasileira.

Fonte: Canal do Produtor

05 jun 2015

Exportação de madeira engorda balança comercial do agronegócio

Mais do que a participação expressiva dos grãos, o agronegócio contou com a contribuição de setores menos tradicionais no saldo positivo da balança comercial brasileira em maio

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Mais do que a participação expressiva dos grãos, o agronegócio contou com a contribuição de setores menos tradicionais no saldo positivo da balança comercial brasileira em maio. Um dos principais destaques foi a venda de derivados da madeira. Dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) indicam que a receita obtida com os embarques de laminados planos cresceu 102,4% na comparação com maio de 2014, chegando a US$ 179 milhões. Já as vendas de madeiras serradas subiram 34%, movimentando US$ 40 milhões.

A expansão também se confirma no acumulado anual das vendas. Nos cinco primeiros meses de 2015, as exportações de madeira serrada e laminados planos renderam, juntas, US$ 314 milhões ao Brasil. O crescimento é de 53,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. O incremento é justificado por aumento na demanda de setores como a construção civil e a movelaria. Em termos de clientes, os Estados Unidos são o principal destino da madeira serrada brasileira. O aumento dos embarques para o México e para países asiáticos também tem contribuído para o bom desempenho das vendas externas do produto.

301 mil toneladas

de laminados planos foram exportados pelo Brasil no acumulado até maio. Volume supera em quase cinco vezes a movimentação feita no mesmo período do ano passado, e confirma aumento na demanda pelo produto brasileiro.

Fonte: Gazeta do Povo Online

19 fev 2015

Arvores plantadas: o outro lado da moeda em 2015

Em 2013 a agroindústria alcançou receita bruta de R$ 56 bilhões, representando 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) Indústria

floresta_plantadaOs ajustes que começaram a ser anunciados pela equipe econômica neste segundo mandato da presidente Dilma Rousseff apontam para um ano desafiador a todos os setores produtivos brasileiros. Prováveis elevações de impostos e tarifas públicas, cortes de gastos e baixo crescimento devem, pelo menos temporariamente, fragilizar a economia interna, deixando-a mais exposta a oscilações globais, que incluem o dólar forte e a queda nos preços das commodities. Até que os ajustes surtam o efeito desejado, o país perde competitividade, o que reduz o ímpeto dos investidores.

Nesse quadro de incertezas, torna-se fundamental o papel de setores que reúnem condições para atravessar esse período, enfrentar as dificuldades e continuar produzindo resultados satisfatórios e impactos positivos para o país. Entre os setores que surgem como os mais preparados para debelar esse cenário, com base sólida e perspectivas positivas tanto domésticas quanto globais, está a indústria brasileira de árvores plantadas.

Para se ter ideia da representatividade dessa agroindústria, em 2013, o setor alcançou receita bruta de R$ 56 bilhões, representando 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) Industrial. As exportações somaram US$ 7,3 bilhões, o que equivale a 3% das vendas brasileiras ao estrangeiro. Além disso, o setor gera 4,5 milhões de empregos no país, cerca de 4,5% da população economicamente ativa.

Investimentos programados até 2020, para consolidar a presença do setor nos principais mercados mundiais, estão estimados em R$ 53 bilhões. Para que esses projetos aconteçam e viabilizem a necessária expansão da oferta dos diversos produtos da indústria – celulose, papel, painéis de madeira, pisos laminados e biomassa energética, entre outros -, a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), que representa as 70 empresas e associações estaduais do setor de árvores plantadas, estabeleceu três focos prioritários de atuação em 2015: competitividade, segurança jurídica e incentivos para a economia verde.

A desoneração tributária dos investimentos é o principal pleito do setor visando incrementar a competitividade. Ao contrário do que ocorre em muitos países que são concorrentes diretos por recursos externos, o Brasil ainda tributa investimentos. No caso de nova fábrica de celulose, as alíquotas chegam a 18% do valor do projeto, percentual elevado e capaz de empurrar o investimento para outra parte do mundo, o que torna o debate sobre a desoneração questão prioritária e imediata.

Faz parte dessa discussão a continuidade da desoneração das exportações, que recebeu impulso significativo com o estabelecimento, em caráter permanente, do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra). Considerando-se a forte contribuição da indústria de árvores plantadas para a geração de divisas, nesse momento em que a balança comercial brasileira deixou de ser superavitária, esse detalhe é de especial importância.

Incrementar a competitividade também demanda o combate permanente à concorrência desleal e a eliminação de gargalos de Infraestrutura e Logística, que encarecem custos e operações. O setor atua permanentemente nessas duas áreas, trocando informações e apresentado propostas que buscam ganhos de eficiência e produtividade.

A retomada do debate sobre a aquisição de terras por empresas de capital estrangeiro é outra questão que vem gerando insegurança jurídica e exige atenção imediata. Desde 2010, restrições impostas pelo governo federal têm inviabilizado importantes investimentos no país.

A regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), especialmente quanto aos resíduos pós-consumo de produtos de base florestal, como embalagens de papel e painéis de madeira, também está na agenda prioritária do setor, pois impacta diretamente as operações das empresas. Nessa área, a primazia é a valorização do elevado potencial de absorção de dióxido de carbono (CO2) pelas árvores plantadas, que já é de conhecimento do governo brasileiro. O próximo passo será buscar o reconhecimento dos créditos de carbono na Política Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC) e nas negociações internacionais.

O setor vê com otimismo a oportunidade de debater essa agenda com o governo ao longo deste ano, reforçando o potencial das árvores plantadas não só no tocante à economia brasileira, mas também como peça essencial para que o Brasil cumpra o papel como protagonista e referência mundial de desenvolvimento sustentável, no contexto da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-21, que, em 2015, será realizada em novembro, em Paris, devendo definir um novo acordo internacional para mitigar os efeitos do aquecimento global.

Presidente executiva da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá)

Fonte: Correio Braziliense

10 set 2014

BVRio quer adequar produtores rurais ao Código Florestal

O Rio em Foco debate o alcance de alguns dos produtos oferecidos pela BVRio e sua importância para o cumprimento das exigências estabelecidas no Código Florestal

Floresta plantada no Rio de Janeiro
Floresta plantada no Rio de Janeiro

Cumprir determinações legais muitas vezes custa caro. No intuito de desenvolver ferramentas para a execução de políticas ambientais foi criada a BVRio, uma bolsa de valores ambientais de abrangência nacional idealizada em conjunto com os setores empresarial, público e o terceiro setor, a partir da visão de que mecanismos de mercado são instrumentos eficientes de execução de políticas públicas ambientais e de desenvolvimento sustentável.

O Rio em Foco debate o alcance de alguns dos produtos oferecidos pela BVRio e sua importância para o cumprimento das exigências estabelecidas no Código Florestal. Participam desse programa, que será exibido hoje, na TV Alerj (canal 12 da NET), às 22h, o diretor da BVRio, Maurício Moura Costa, e o consultor da Federação de Agricultura, Pecuária e Pesca do Rio de Janeiro (Faerj), Leopoldo Erthal.

“A aplicação direta das leis ambientais modernas é muito difícil, por isso procuramos agregar valor e trazer benefícios para as partes envolvidas“, explica Maurício, citando o exemplo das cotas de reserva ambiental que permitem que o produtor rural que tenha que cumprir exigência de restaurar parte da reserva possa fazê-lo arrendando parte de uma propriedade próxima ou utilizando outro terreno de mesma titularidade.

Segundo o coordenador da Faerj, Leopoldo Erthal, as Cotas de Reserva Ambiental (CRAs) são aliadas na hora de compensar a ausência de Reserva Legal, exigida pelo Código Florestal. “Quando nós da Faerj vamos ao interior fazer palestras e oficinas, procuramos incentivar o sindicato rural a promover esse intercâmbio entre aquele que possui déficit (de reserva ambiental) e aquele que tem excesso para tentar formar uma espécie de banco de negociação”.

O Rio em Foco tem reprises programadas para o sábado (13/09), às 17h, e o domingo (14/09), às 20h. A TV Alerj também pode ser sintonizada seguindo as instruções do link www.tvalerj.tv/sintonia.do . A partir da terça-feira (09/09), o programa fica disponível também no porta www.rioemfoco.rj.gov.br

Sobre a BVRio:

A Bolsa de Valores Ambientais BVRio é uma instituição formada para promover o uso de mecanismos de mercado e facilitar o cumprimento de leis ambientais brasileiras. Através da sua plataforma BVTrade, a BVRio apoia o desenvolvimento de mercados ambientais em todo o Brasil. A BVRio foi vencedora do Katerva Awards 2013, categoria Economia. http://www.bvrio.org

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