O tamanho do seu plantio, não muda o tamanho da nossa dedicação.
34 3084-8446 | 34 9.9147-9310
Seg - Sex: 08:00 - 18:00
23 out 2017

Tifton-85 a forrageira certa para a formação de boas pastagens

Gramínea do gênero Cynodon spp, híbrido estéril resultante do cruzamento da TIFTON – 68 com a espécie Bermuda Grass da África do Sul (PI 290884), que é considerada a melhor do mundo existente no gênero.

Gramínea perene estolonífera com grande massa folhear, rizomas grossos, que são os caules subterrâneos que mantêm as reservas de carboidratos e nutrientes que proporcionam a sua incrível resistência a secas, geadas, fogos e pastejos intensivos.

READ MORE

04 maio 2017

ILPF já atingiu a marca de 11,5 milhões de hectares do agronegócio brasileiro

Pesquisa feita pela Rede de Fomento a ILPF revela que sistema aumentou em quase dez milhões de hectares em dez anos e já sequestrou 21,8 milhões de toneladas de CO2

ILPF: tendência mais que comprovada para o agronegócio e que o meio ambiente agradece

O agronegócio brasileiro possuía, em 2015 uma área de 11,5 milhões de hectares onde a produção agropecuária se deu por meio de sistemas integrados, envolvendo pecuária, agricultura e também o plantio de floresta. A constatação foi feita em recente pesquisa realizada pelo Kleffmann Group, por encomenda da Rede de Fomento ILPF-Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, uma parceria público-privada formada por empresas, cooperativas e da qual também participa a Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. A Rede de Fomento faz parte de um esforço conjunto para intensificar a adoção dos sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta por produtores rurais.READ MORE

19 set 2016

Floresta e carne: sustentabilidade chega ao prato do consumidor

Modelo silvipastoril anula emissões de gases com floresta eficiente

Sistema silvipastoril eficiente é a chave do projeto pecuária neutra
Sistema silvipastoril eficiente é a chave do projeto pecuária neutra

A Carne Neutra acaba de chegar ao mercado com o conceito da criação de gado em áreas de pastagem consorciadas com árvores, o sistema silvipastoril. As árvores plantadas no sistema são capazes de neutralizar uma das principais fontes de emissões do agronégocio, ou seja, a emissão do gás metano proveniente do processo de digestão do gado, também conhecido como “ruminação”.

Ao realizarem o resgate de CO2 da atmosfera, as árvores do sistema ajudam a diminuir o aquecimento glogal e seus impactos, com os extremos climáticos. Por outro lado, o sombreamento das árvores melhora o conforto térmico e bem estar do gado, tendo consequencia direta no aumento da produtividade dos animais.

A iniciativa esta sendo estimulada pelo Projeto Pecuária Neutra, criado para facilitar a troca de conhecimentos e a multiplicação dessa iniciativa para outros produtores de carne ou de leite. Para isso o, projeto já nasceu com uma uma rede de apoio de empresas, instituições, comitês ou associações que atuem no contexto do desenvolvimento sustentável.

“A Associação Brasileira de Brangus é parceira do Projeto Pecuária Neutra pois entende que a sustentabilidade se tornou um tema central na agenda da sociedade, nesse contexto, estimulamos a busca pelo desenvolvimento de uma pecuária mais sustentável para nosso quadro de associados”, disse Raul Victor Torrent, presidente da Associação Brasileira de Brangus.

“O Comitê de Bacias do Rio Caratinga, sub bacia do Rio Doce, foi atingido no desastre ambiental da barragem da Samarco, na cidade de Mariana-MG. Apoiamos o Sistema Silvipastoril como uma das estratégias para recuperar a bacia hidrográfica, pois ele concilia aumento da renda com vários serviços ambientais”, informou Ronevon Huebra, presidente do CBH-Caratinga/MG.

Fonte: Painel Florestal

15 jun 2016

Cultivo de florestas plantadas alia produtividade e sustentabilidade na agricultura

O exemplo do Mato Grosso do Sul é observado por Estados que querem aumentar a vocação florestal com o uso de áreas degradadas

Plantio de mudas de espécies florestais no Mato Grosso do Sul
Plantio de mudas de espécies florestais no Mato Grosso do Sul

Uma atividade que há pouco mais de duas décadas demonstrava resultados cautelosos colocou Mato Grosso do Sul em posição de destaque nacional, ocupando o segundo lugar nacional em área plantada com espécies florestais comerciais. A informação divulgada em 2014 pelo levantamento da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura, do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Pesquisa aponta ainda que a produção local ultrapassa oito milhões de metros cúbicos e ocupa mais de 880 mil hectares.

O investimento na cultura de Florestas Plantadas é uma das estratégias de trabalho do projeto ABC Cerrado, idealizado pela parceria do Senar – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, Ministério da Agricultura, Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e o Banco Mundial. Com foco na redução da emissão dos gases de efeito estufa, a iniciativa oferece capacitação e assistência técnica aos produtores rurais participantes que demonstrem interesse em implantar mais três tecnologias produtivas: Sistema de Plantio Direto, ILPF – Integração Lavoura, Pecuária e Floresta e Recuperação de Pastagens.

Na avaliação do profissional responsável pela capacitação da equipe técnica do Senar/MS, o engenheiro agrônomo Moacir Sales Medrado, o setor florestal consolida a aptidão agropecuária do Estado, porém é importante observar fatores que serão fundamentais para começar o negócio. “Montar uma empresa exige do empreendedor a certeza de que o futuro é o presente lá na frente. É hoje, na hora de pensar a empresa florestal, que se desenha o futuro dela. Por isso, o planejamento deve vir antes das funções de organização, direção e controle”, aconselha.

Um levantamento divulgado pelo Projeto Campo Futuro, em 2014, estima que o custo operacional para iniciar o plantio é de R$ 8 mil, sendo que deste total 47% representam os gastos do primeiro ano com implantação da floresta, preparo da terra, plantio e aplicação de insumos. “No entanto, é importante observar que os valores podem variar de acordo com as condições do solo, clima e manejo. Definir a área para instalar uma empresa florestal não é uma tarefa simples, pois se devem considerar os fatores locais, a logística, as dificuldades de exploração e o valor da madeira”, argumenta Medrado.

Sustentabilidade X Rentabilidade – Assim como as demais tecnologias preconizadas no ABC Cerrado, a Floresta Plantada comprova sua viabilidade comercial e possibilitará que o país se destaque por desenvolver uma agricultura imbatível do ponto de vista econômico, ambiental e social, visto que ampliará a geração de empregos, divisas e impostos tão importantes para o fortalecimento da economia nacional.

O agrônomo revela qual abordagem apresentará aos técnicos de campo do Senar/MS, que ficarão responsáveis por prestar serviço de assistência técnica para 400 produtores rurais durante 18 meses. “Os principais pontos que irei tratar na capacitação dizem respeito à importância da análise de mercado no empreendimento florestal, manejo adequado às condições edafoclimáticas do Cerrado, além de demonstrar as possibilidades de cultivo”, argumenta.

Medrado enfatiza ainda que o modelo adotado pelo ABC Cerrado é revolucionário, já que não dissocia a gestão das tecnológicas agropecuárias e florestais, pelo contrário tem objetivo de integrá-las. “Sou um agrônomo que começou a vida profissional no serviço de assistência técnica e migrou para a pesquisa agropecuária, trabalhando por 33 anos na Embrapa. Sou, portanto, uma pessoa ligada ao mundo da tecnologia. Gosto de reforçar que a gestão das atividades rurais é fundamental e cresce em importância quando o empreendedor se propõe a trabalhar com sistemas de integração como os preconizados pela estratégia de integração lavoura, pecuária e floresta denominada de Estratégia ILPF”, conclui.

Fonte: Sistema Famasul, editado por Painel Florestal

06 abr 2016

Produtores rurais têm mais um mês para fazer o Cadastro Ambiental Rural

No dia 5 de maio termina o prazo determinado pelo Código Florestal para que os proprietários de terras prestem as informações ambientais referentes a situação das áreas de Preservação Permanente, Reserva Legal

carProdutores rurais têm mais um mês para fazer o Cadastro Ambiental Rural (CAR). No dia 5 de maio termina o prazo determinado pelo Código Florestal para que os proprietários de terras prestem as informações ambientais referentes a situação das áreas de Preservação Permanente, Reserva Legal, Uso Restrito, florestas e vegetação nativa e todas as áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país.

Apesar da demanda do setor agropecuário, o prazo não deve se prorrogado, disse o diretor de Fomento e Inclusão Florestal do Serviço Florestal Brasileiro, Carlos Eduardo Portella Sturm. “Não há nenhuma indicação nem técnica, nem política, para prorrogação do prazo do CAR”, afirmou.

O CAR foi regulamentado em maio de 2014 e, em maio de 2015, o prazo para cadastro das terras foi prorrogado por um ano. O sistema servirá como base de dados para o controle, monitoramento e combate ao desmatamento no Brasil e para o planejamento ambiental e econômico dos imóveis rurais.

Sistema nacional

O último boletim divulgado pelo Serviço Florestal Brasileiro, com dados até 29 de fevereiro, revela que 269 milhões hectares já foram registrados no Sistema Nacional do CAR (Sicar), que representa 67,6% da área passível de cadastro. Um novo boletim – com os dados de março – deve ser divulgado até 10 de abril.

O percentual de área cadastrada na região Norte é de 83,9%; no Nordeste, 38,4%; no Centro-Oeste, 65,6%; no Sudeste, 67,4%; e no Sul, 35,7% da área passível de cadastro já estão no Sicar.

Regularização ambiental

Os estados e o Distrito Federal têm a maior competência legal no Código Florestal. O governo federal está estruturando o Sicar, construído em módulos, e os estados é que vão checar e validar o CAR das propriedades, que vão dizer quais as regras do Programa de Regularização Ambiental (PRA), que vão monitorar a implementação e o cumprimento do código.

Sturm explicou que é importante que, no momento do cadastro, os produtores façam a adesão ao PRA. “Ali, ele já está iniciando o cumprimento do prazo de indicar sua adesão ao programa e já assume que quer obter os benefícios do código”, disse.

Segundo ele, há uma boa adesão dos órgãos estaduais de meio ambiente para finalizar o CAR. “Eles têm um papel muito importante nessa reta final de promover a comunicação com os produtores”, disse, frisando que, em fevereiro, por exemplo, só em Minas Gerais mais de 900 mil hectares entraram no CAR.

O módulo de análise e validação já está em produção em Mato Grosso e em fase de testes nos demais estados. Para Sturm, mais de 60 técnicos de órgãos estaduais de meio ambiente já foram capacitados este ano pelo governo federal para trabalhar com o módulo. “Essa manipulação vai nos ajudar a dar os ajustes para que, no segundo semestre, o módulo esteja rodando em todo o país”, disse.

O percentual de área de reserva florestal na propriedade rural que deve ser preservada varia de 20% a 80%, de acordo com o bioma onde está localizada. Por exemplo, na Amazônia Legal, 80%, e no cerrado, 35%. Fazer o CAR, entretanto, não significa que o proprietário está cumprindo as regras do Código Florestal, se tiver passivo ambiental é preciso fazer a regularização.

Para recuperar suas áreas, os imóveis com déficit de reserva legal têm a opção de recompor a floresta por meio do plantio de mudas ou regeneração natural, aderindo ao PRA. Há também alguns instrumentos econômicos como a opção de compra de cotas de Reserva Ambiental em propriedades que têm excedente, desde que atendidas as condições legais.

O Artigo 41 da Lei do Código Florestal, que prevê esses instrumentos que também beneficiam proprietários com ativos florestais, ainda está em fase de regulamentação.

Perda de benefícios

Não há previsão de sanção direta ao produtor que não aderir ao CAR, segundo Sturm, mas ele perde uma série de benefícios que estão ligados ao prazo para o cadastramento, como a suspensão da aplicação de multas e a recomposição do passivo em 20 anos.

Além de perda de benefícios depois de 5 de maio, a lei prevê que, após cinco anos de sua publicação, a partir de 28 de maio de 2017, as instituições financeiras não poderão conceder crédito rural aos agricultores que não tiverem o cadastro regularizado.

Fonte: Agência Brasil

toc dep | giam can nhanh