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Por que investir em Pinus Elliottii?

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  • Espécie com mercado consumidor consolidado;
  • Retorno atrativo, com ótima relação risco-retorno quando comparado com outras classes de ativos;
  • Baixa volatilidade, apresenta uma correlação negativa com a maioria das outras classes de ativos e uma correlação positiva com a inflação;
  • Preservação do capital, independente das condições macroeconômicas, o capital investido no ativo floresta fica preservado;
  • 3º melhor investimento no mundo, após Venture Capital e Private Equity;
  • Ideal para reflorestamento comercial;

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Sobre o Pinus Elliottii

O pinus chegou ao Brasil há mais de um século pelas mãos dos imigrantes europeus que plantavam a espécie para fins ornamentais. Um dos objetivos mais importantes da introdução do pinus no País foi suprir a necessidade de madeira para abastecimento industrial, destinada à produção de madeira serrada, de madeira laminada para confecção de painéis, e, também, de celulose e papel. Por volta de 1950, a espécie começou a ser cultivada em escala comercial para produção de madeira.

Segundo o Relatório IBÁ (2015), os plantios de pinus ocupam 1,59 milhões de hectares da área de árvores plantadas no País, com ocorrência na Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins, com maior concentração no Paraná (42,4%) e em Santa Catarina (34,1%).

Em 1936, foram introduzidas pelo Instituto Florestal de São Paulo, sementes de Pinus taeda e Pinus elliottii, que, hoje, são destinadas, respectivamente, à produção de matéria-prima para as indústrias de celulose e papel, e para madeira serrada e extração de resina.

O Pinus elliottii, natural do Sul dos Estados Unidos, destaca-se pela facilidade nos tratos culturais, rápido crescimento e produção abundante de resina.

Rentabilidade do Pinus Elliottii

O Pinus oferece retorno em médio e longo prazo, o retorno em médio prazo é obtido com a extração de resina, que possui qualidades químicas que proporcionam derivados de ótima qualidade, sendo muito procurados no mercado mundial.

Realizando um cálculo básico, 20mil árvores produzem entorno de 80 toneladas de resina/ano, gerando uma receita bruta de R$ 220.000,00, sendo comercializado o quilo à R$ 2,75, e como mencionado é uma cultura perene ao longo de 10 anos. A resina é uma commodity, e em 2015 foi comercializada a R$ 3,10/kg.

Quanto ao retorno em longo prazo, este ocorrerá após o período de exploração da resina, a partir dos 18 anos pode-se comercializar a madeira da floresta.

Uma floresta de pinus tem uma produção média de 30m³/ha/ano, segundo o Informativo CEPEA – Setor Florestal de fevereiro/2016, o preço do m³ da prancha de pinus na região de Campinas/SP, foi comercializado a R$ 690,00. Houve um aumento no preço médio do metro cúbico da prancha de pinus de 5,06% em relação ao mês de janeiro/2016.

InvestAgro

A InvestAgro dispõe de equipa técnica para realizar toda a consultoria e assessoria desde a elaboração do projeto para plantio até a comercialização da resina e madeira junto a indústria de base florestal. Preencha o formulário ao lado, envie suas dúvidas e solicite uma proposta. Aguardamos seu contato!

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