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01 dez 2016

Receita nas exportações florestais atinge US$ 6,3 bilhões e registra queda de 2,5% ante 2015

Balança Comercial do setor registrou saldo positivo de US$ 5,4 bilhões (+2,2%) no acumulado até outubro de 2016

As receitas com painéis de madeira fizeram a diferença
As receitas com painéis de madeira fizeram a diferença

O volume de exportações dos produtos provenientes do setor brasileiro de florestas plantadas registrou alta nos dez primeiros meses do ano. De janeiro a outubro de 2016, as exportações de celulose apresentaram crescimento de 11,1% em relação ao mesmo período de 2015 e alcançaram 10,7 milhões de toneladas.

As exportações de papel atingiram 1,7 milhão de toneladas no período, crescimento de 3,2% em relação a 2015. Em relação ao segmento de painéis de madeira, o volume exportado nos dez primeiros meses do ano atingiu 831 mil m³, alta de 66,9% em relação ao mesmo período de 2015.

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05 jun 2015

Exportação de madeira engorda balança comercial do agronegócio

Mais do que a participação expressiva dos grãos, o agronegócio contou com a contribuição de setores menos tradicionais no saldo positivo da balança comercial brasileira em maio

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Mais do que a participação expressiva dos grãos, o agronegócio contou com a contribuição de setores menos tradicionais no saldo positivo da balança comercial brasileira em maio. Um dos principais destaques foi a venda de derivados da madeira. Dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) indicam que a receita obtida com os embarques de laminados planos cresceu 102,4% na comparação com maio de 2014, chegando a US$ 179 milhões. Já as vendas de madeiras serradas subiram 34%, movimentando US$ 40 milhões.

A expansão também se confirma no acumulado anual das vendas. Nos cinco primeiros meses de 2015, as exportações de madeira serrada e laminados planos renderam, juntas, US$ 314 milhões ao Brasil. O crescimento é de 53,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. O incremento é justificado por aumento na demanda de setores como a construção civil e a movelaria. Em termos de clientes, os Estados Unidos são o principal destino da madeira serrada brasileira. O aumento dos embarques para o México e para países asiáticos também tem contribuído para o bom desempenho das vendas externas do produto.

301 mil toneladas

de laminados planos foram exportados pelo Brasil no acumulado até maio. Volume supera em quase cinco vezes a movimentação feita no mesmo período do ano passado, e confirma aumento na demanda pelo produto brasileiro.

Fonte: Gazeta do Povo Online

23 nov 2012

Saldo da Balança Comercial do agronegócio cresce 3,1% no acumulado do ano

O saldo da balança comercial do agronegócio cresceu 3,1%, para US$ 67,3 bilhões, no acumulado de janeiro a outubro de 2012, na comparação com igual período de 2011

O saldo da balança comercial do agronegócio cresceu 3,1%, para US$ 67,3 bilhões, no acumulado de janeiro a outubro de 2012, na comparação com igual período de 2011. Análise da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) mostra que os embarques da maioria dos produtos agropecuários aumentaram neste ano, apesar do panorama mundial atribulado pelo desaquecimento da demanda e pela crise financeira.

Os dados referentes ao mês de outubro refletem esse cenário de incertezas. Os preços da maioria das commodities exportadas pelo Brasil recuaram no mês, influenciados, também, pelo avanço da colheita das lavouras do Hemisfério Norte e pela postura mais cautelosa dos investidores. Os preços médios de exportação de carne bovina recuaram 7,7% no mês, para US$ 4.654 por tonelada. No caso do café em grãos, a queda foi de 25,8%.

Mesmo diante desse novo patamar de preços, as exportações do agronegócio somaram valor recorde de US$ 9,6 bilhões em outubro, crescimento de 11,8% na comparação com o mesmo mês de 2011. De acordo com a CNA, as receitas foram alavancadas pelo volume embarcado de milho e dos produtos do complexo sucroalcooleiro. As exportações cresceram 141,1% e 60,1%, respectivamente, no mês.

SOJA – No acumulado do ano, as exportações do complexo soja geraram US$ 24,6 bilhões em divisas, resultado 15,8% superior ao obtido em igual de 2011. O incremento das quantidades exportadas no período, 9,2%, se deve aos problemas climáticos ocorridos nos Estados Unidos, o que elevou a procura pelos grãos brasileiros.

Na avaliação da CNA, os preços da soja no mercado internacional devem recuar em função do avanço da colheita da safra norte-americana e das perspectivas de nova safra recorde na América do Sul.

Acesse a íntegra dos dados da balança comercial brasileira:

– Balança Comercial

Fonte: Canal do Produtor

24 out 2012

Balança Comercial do agronegócio registra superávit de US$ 59,2 bilhões até setembro

A balança comercial do agronegócio registrou um superávit de US$ 59,2 bilhões entre janeiro e setembro deste ano

O valor corresponde a um acréscimo de 2% em relação ao mesmo período de 2011, segundo avaliação divulgada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). No acumulado do ano até setembro, o volume exportado de produtos do agronegócio alcançou a cifra de US$ 71,2 bilhões, com um aumento de 0,5%, na comparação com os primeiros nove meses do ano passado. Com isso, a participação do agronegócio na balança comercial brasileira, no período avaliado, subiu de 37,3%, em 2011, para 39,5%, este ano.

No atual cenário de comércio mundial em ritmo lento, o resultado positivo da balança comercial do agronegócio brasileiro é conseqüência do aumento dos embarques dos produtos, com destaque para o milho. A segunda safra do cereal colhida este ano foi recorde. “A maior disponibilidade do produto no mercado interno favoreceu o crescimento das exportações que, em setembro, chegaram a 3,1 milhões de toneladas, valor 90,8% superior ao exportado no mesmo mês de 2011”, analisa o estudo da CNA. As receitas acumuladas com a exportação do milho, até setembro, totalizaram US$ 2,4 bilhões, sendo superiores em 46,3% ao montante exportado no mesmo período no ano passado.

As receitas com as vendas externas de soja também contribuíram para o saldo positivo da balança do agronegócio. Entre janeiro e setembro, foram exportados US$ 23,2 bilhões, o que representa um crescimento de 15,8% em relação aos primeiros nove meses de 2011. No entanto, a comercialização acelerada da oleaginosa nos últimos meses reduziu a oferta do produto para novas negociações. Por conta disso, em setembro, os embarques brasileiros de soja, calculados em 2,9 milhões de toneladas, foram reduzidos em 30,7%, na comparação com o mesmo mês do ano passado. “A forte demanda pela soja e os preços de exportações favoráveis devem estimular a produção mundial da oleaginosa na safra 2012/2013”, diz a CNA.

Destinos – A China foi o principal destino das exportações do agronegócio brasileiro, acumulando até setembro a cifra de US$ 15,9 bilhões, que corresponde a um ganho de 18,9%, se comparado ao mesmo período de 2011. Em setembro deste ano, os embarques para o mercado chinês corresponderam ao total de US$ 1,21 bilhão. Esse valor, no entanto, representa uma queda de 37,7% em relação ao mesmo mês de 2011. Esse resultado é considerado atípico e fez com que a participação da China como destino dos produtos do agronegócio brasileiro caísse 7%. Segundo estudo da CNA, “a queda é conseqüência direta da redução dos embarques de soja e dos produtos do complexo sucroalcooleiro”.

A diversificação dos mercados consumidores dos produtos do agronegócio brasileiro ajudou a compensar a queda das transações comerciais com países onde o Brasil já possui uma posição consolidada. Neste contexto, a análise da CNA destaca o vertiginoso crescimento de 1.024% do fluxo das exportações para os países árabes, entre os anos de 2000 e 2011. Nesse período, a participação desses mercados como destino dos produtos do agronegócio brasileiro saltou de 5% para 11%. No acumulado do ano até setembro, o Brasil exportou 11,6 milhões de toneladas, um acréscimo de 8% em relação ao mesmo período de 2011.

Para a CNA, as perspectivas são de que o fluxo de comércio com os países árabes se intensifique. “O crescimento econômico da região e suas limitações geográficas e climáticas à expansão da produção agrícola se convertem em oportunidades para novos negócios com o Brasil”, afirma o estudo.

Fonte: Canal do Produtor
08 maio 2012

Balança comercial reflete fragilidade da economia

Apesar de o real ter caído cerca de 10% em relação ao dólar nos últimos dois meses e do pente-fino nas importações promovido pela operação Maré Vermelha

Apesar de o real ter caído cerca de 10% em relação ao dólar nos últimos dois meses e do pente-fino nas importações promovido pela operação Maré Vermelha, a maior já lançada pela Receita Federal, o saldo da balança comercial em abril foi o menor em dez anos. Não dá para negar que a crise internacional atingiu em cheio o comércio.

O saldo da balança comercial despencou 52,7% em comparação com março e 55% frente a abril de 2011, para US$ 881 milhões, o pior desempenho para o mês desde 2002. As exportações totalizaram US$ 19,6 bilhões e caíram 7,9% em comparação com abril de 2011 e 2,9% em relação a março, pelo critério de média diária de embarques, divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). O resultado só não foi pior porque as importações brasileiras também recuaram 3,1% pelo critério de média diária em comparação com abril de 2011 e 8,8% em relação a março, acumulando US$ 18,68 bilhões no mês.

A desaceleração da economia internacional teve impacto direto na redução do saldo da balança comercial brasileira em abril ao afetar a demanda de parceiros comerciais importantes como a União Europeia e até a China.

A diminuição da compra de produtos brasileiros foi generalizada, atingindo inclusive os primários. Boa parte do saldo comercial dos últimos anos foi garantida exatamente pelos produtos primários, cuja participação na pauta das exportações brasileiras aumentou de 32% para 48% de 2007 a 2011, ocupando o espaço dos manufaturados, cuja fatia foi reduzida de 52% para 36%, informou Alexandre Schwartsman no artigo Datafobia (Valor de 3/5). Como os preços mundiais dos produtos primários dobraram no período, na esteira da voracidade chinesa, o saldo comercial brasileiro aumentou a reboque. No mesmo período, o preço dos produtos manufaturados subiu 35%.

Com a desaceleração global, alguns produtos estão sendo particularmente afetados. A redução de 22,1% das exportações de minério de ferro no mês passado, por exemplo, teve como principal causa a queda de 20,8% dos preços do produto no período. Já a queda de 9,7% da soja e de 62,5% do açúcar reflete a diminuição da quantidade exportada. No caso da soja, houve um fator atípico: a forte antecipação dos embarques nos primeiros meses do ano quando há entressafra do grão, o que fez com que o produto contribuísse pouco para o resultado do mês, quando começa efetivamente a safra. De toda forma, as exportações dos produtos básicos caíram 7,2% em abril, menos do que os 8,2% dos industrializados.

Do lado das importações, as quedas foram generalizadas, de 6,6% nas matérias-primas e bens intermediários e de nada menos que 11,1% no caso de bens de consumo, com impacto forte das restrições aos automóveis estrangeiros. As importações de bens de capital, máquinas e equipamentos caíram menos, 0,6%. O comportamento das importações preocupa porque sinaliza a dificuldade de recuperação da economia brasileira. A produção industrial caiu 0,5% no primeiro trimestre e deve ter voltado a recuar em abril.

O próprio governo não está otimista com a balança comercial deste ano. “Disse e continuo dizendo que este semestre será o pior para a indústria brasileira em relação ao comércio internacional”, afirmou o secretário-executivo do Mdic, Alessandro Teixeira.

Os Estados Unidos foram o único grande mercado do Brasil a aumentar as compras nos últimos 12 meses e, ainda assim, em meros 5,5%, ampliando sua participação nas exportações brasileiras de 9,3% em abril de 2011 para 10,7% em abril deste ano. As vendas brasileiras para a União Europeia caíram 8,5%; e para a China, 2,9%. Mas nada se compara ao baque de 27,1% registado nas vendas para a Argentina, em consequência das fortes medidas restritivas ao comércio exterior adotadas pelo país vizinho.

Teixeira acredita que, de toda forma, o Brasil atingirá a meta de ampliar as exportações em 3,1% neste ano, modesta quando comparada ao crescimento de 26,8% do ano passado. Mas a expectativa do mercado não é tão otimista e situa em US$ 19 bilhões o saldo comercial esperado para este ano, US$ 10 bilhões a menos do que o superávit de US$ 29,79 bilhões de 2011. Já a Funcex conta com apenas US$ 16 bilhões.

Fonte: Valor Online

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