O tamanho do seu plantio, não muda o tamanho da nossa dedicação.
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06 abr 2016

Setor de florestas batalha para elevar produtividade, mas clima atrapalha

No entanto, especialistas dizem que as mudanças climáticas têm dificultado o avanço no setor florestal

Fotografia aéreas de floresta de eucalipto da Lwarcel, empresa do Grupo Lwart, em Lençóis Paulista/SP.
Fotografia aéreas de floresta de eucalipto da Lwarcel, empresa do Grupo Lwart, em Lençóis Paulista/SP.

Um levantamento da consultoria Pöyry revela redução de 6% na produtividade da indústria entre 2010 e 2015. As pesquisas mostram que o rendimento médio do setor nesse período caiu no Brasil por diferentes motivos , explicou o diretor de consultoria em negócios florestais da Pöyry, Jefferson Mendes.
As mudanças climáticas no período foram o principal fator que impactou o rendimento das florestas da indústria de celulose, já que as árvores não estavam adaptadas às alterações no clima.
A redução de investimentos no setor entre 2008 e 2010, reflexo da crise econômica mundial, o processo de exaustão do solo das florestas e a seleção precoce de clones das árvores como o eucalipto, usado para produção de fibra curta de celulose, foram destacados pelo consultor da Pöyry como fatores que ajudam a explicar a redução na produtividade do setor.
Para o gerente de planejamento e controle florestal da Eldorado, Carlos Justo, essa queda do rendimento nos últimos anos é resultado, principalmente, da busca por áreas mais baratas para expansão do plantio. Nos últimos anos, as indústrias de celulose se instalaram em regiões com condições climáticas mais adversas, disse ele.
A produtividade de uma floresta depende de muitos fatores, como água disponível para irrigação, precipitações e logística. Mas regiões como São Paulo e Paraná, embora tenham melhores condições de clima, as terras são muito caras e há áreas pequenas disponíveis. A alternativa é buscar novas áreas como no Mato Grosso do Sul , afirmou.
A produtividade das florestas da Eldorado hoje é de 40 metros cúbicos de eucalipto por hectare colhido por ano. Os clones plantados hoje e que serão colhidos em cerca de seis anos tem projeção de render 42 metros cúbicos por hectare. A média brasileira atual é de 39 metros cúbicos por hectare.
Carlos Justo lembrou que, como as novas regiões estão recebendo os primeiros ciclos de plantio e colheita de eucalipto, as indústrias ainda estão desenvolvendo processos de melhoramento genético para ter clones adaptados.
Já o presidente da Celulose Riograndense, Walter Lidio, contou que não observou impacto negativo do clima na produtividade das florestas da empresa no Sul do País.
Pode ser que em outras regiões essas variações tenham prejudicado as florestas de outras fabricantes. Uma flutuação do rendimento é normal, mas isso não faz a indústria perder competitividade obrigatoriamente. Em alguns casos você perde um pouco de produtividade em um aspecto e ganha em outro , citou ele.

Investimento

Na avaliação de Jefferson Mendes, da Pöyry, embora tenha perdido rendimento nos últimos anos, a indústria de celulose vem trabalhando para superar esse recuo com aportes em biotecnologia e silvicultura para explorar novos processos de plantio de clones.
Teremos que fazer um esforço para recuperar e aumentar a produtividade média, mas nos últimos cinco anos as empresas investiram bastante e o setor ainda é muito competitivo tanto em eucalipto como em pinus , comentou Mendes.
A Eldorado continua investindo em melhoramento genético e na produtividade das florestas. Carlos Justos revelou que a companhia tem um índice de mecanização dos processos florestais 27% maior em relação a média do setor. Os custos com irrigação das áreas de plantio também foi reduzido. Estamos trabalhando com a quarta tecnologia de irrigação, com custos 60% menores , detalhou o executivo.
Na parte industrial, a companhia vem investindo na eliminação de gargalos para ampliara produção de celulose. Segundo o gerente de produção da fábrica da Eldorado, Marcelo Martins, o digestor – equipamento responsável por separar a fibra de celulose do restante da madeira – teve a sua capacidade ampliada em até 8% com melhorias em uma das ações para eliminar gargalos na planta da empresa.
Estamos sempre direcionando investimentos para eliminar gargalos na produção e em três anos conseguimos ampliar de 1,5 milhão para 1,7 milhão de toneladas a capacidade da nossa fabrica , disse ele.

Manutenção

A concorrente Fibria continua investindo no melhoramento genético. A companhia faz um investimento grande em genética para encontrar e desenvolver os melhores clones de eucalipto, para não só aumentar a produtividade, mas garantir uma melhor qualidade da celulose , explicou o coordenador de biotecnologia da Fibria, Alexandre Missiaggia, em entrevista recente ao DCI.
A Fibria, assim como a Eldorado, conseguiu ampliar de 12 para 15 meses o intervalo de parada para manutenção obrigatória nas caldeiras. A medida também deve contribuir para elevar a produtividade do setor nos próximos anos. A Celulose Riograndense também está investindo para aumentar o rendimento e se manter competitiva.
Procuramos sempre aprimorar a operação como um todo e aumentar o intervalo entre paradas para manutenção da fábrica é um dos nossos objetivos principais , disse Lidio.

Fonte: CI Florestas

22 mar 2016

El Niño enfraquece no outono, mas frio intenso e geada marcarão estação

Instabilidade climática deixa agricultores paranaenses apreensivos. Especialista recomenda que produtores respeitem zoneamento agrícola

frio-intensoO verão foi marcado por chuvas acima da média. O El Niño, fenômeno climático responsável pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, gerou muitos transtornos aos agricultores paranaenses nos últimos quatro meses. Com a mudança de estação, especialistas acreditam que o El Niño vai enfraquecer. No entanto, o outono será marcado pelo frio intenso e geadas.

Preocupado, o agricultor Willem Bouwman não deixa de calcular. A safra da soja, em novembro de 2015, atrasou devido ao excesso de chuva, e como consequência a semeadura só ocorreu vinte dias depois do previsto. Não bastesse isso, os índices de produtividade apontaram queda de 15% a 20% da produtividade, em comparação com a safra anterior. Com a entrada da nova estação, o agricultor não esconde a preocupação.

“Estou preocupado por três fatores. Houve atraso no plantio, foi um ano muito difícil para controlarmos a ferrugem, doença que dizima a cultura em um período muito curto, e como último fator aponto a perda da qualidade do grão da soja”, relata Bouwman.

A estação será marcada por dias nublados e muita umidade. “Estamos vindo de dois invernos, duas safras de inverno, onde tínhamos cenário de El Niño sem tanta presença do frio, de ocorrências de geadas. Alertamos os produtores sobre a volta do frio e, sobre a possibilidade de ocorrência de mais geadas nessa safra”, explica o agrometeorologista José Prestes Neto.

Para o agrometeorologista, os produtores devem programar as culturas de inverno, como aveia e trigo, conforme o plano de zoneamento agrícola do Ministério da Agricultura. O programa prevê datas específicas para a semeadura já considerando as condições climáticas.

“Acreditamos que esse ano o produtor não terá tanta dificuldade em controlar doenças e também na colheita. Ano passado os produtores sofreram na colheita do trigo devido ao excesso de chuva no período. Este ano, a colheita deve ser mais tranquila com a neutralidade do El Niño”, diz.

Além disso, os agricultores continuam contando com uma ‘santa’ ajuda. “O agricultor precisa fazer a sua parte, o resto depende do clima.  Esperamos que em 2016 tenhamos um ano mais normal”, comenta o produtor Willem Bouwman.

Fonte: G1

07 nov 2014

Brasil já enfrenta consequências das mudanças climáticas

As emissões de gases de efeito estufa pelo uso da terra, seja na Agricultura ou na criação de gado, vêm diminuindo substancialmente

mudancasclimaticas“A temperatura média no país subiu 0,8 grau. O ciclo biológico da Amazônia está diferente”, disse Carlos Nobre.

” Os sinais das mudanças climáticas já são visíveis no Brasil”. A afirmação, do secretário de Políticas e Programas de pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação, Carlos Nobre, deu o tom dos debates da 4ª Conferência Cidades Verdes, realizada, na semana passada, no auditório da Firjan, no Rio de Janeiro. Durante dois dias, os palestrantes do evento, promovido pelo Instituto OndAzul, discutiram as melhores estratégias para as cidades enfrentarem os eventos climáticos que acontecerão em decorrência do aquecimento global. Temas como lixo, emissão de gases de efeito estufa, mobilidade e arquitetura verde foram lembrados em oito painéis.

– A temperatura média no país subiu 0,8 grau. O ciclo biológico da Amazônia está diferente. Entre 2005 e 2014, a região enfrentou as duas maiores secas e as três maiores enchentes do período histórico. As pessoas já observam o que os cientistas preveem há anos – afirmou Nobre, um dos maiores especialistas brasileiros em questões de clima.

Nobre destacou que, na luta pela preservação, apesar das vitórias, ainda há um longo caminho a percorrer. Ele observou, por exemplo, que, hoje, na Amazônia, já é visível a separação entre a economia Agrícola e o Desmatamento – tanto que a área devastada diminui ano a ano. O uso de madeira ilegal também diminuiu, mas, em compensação, áreas maiores estão sendo utilizadas para a criação de gado.

– O fato é que 70% da carne produzida na Amazônia são consumidos fora da região. Os compradores desses produtos precisam estar alertas e evitar adquirir mercadorias produzidas em áreas de Desmatamento ilegal.

O cientista acrescentou que as emissões de gases de efeito estufa pelo uso da terra, seja na Agricultura ou na criação de gado, vêm diminuindo substancialmente. Nos anos 60, respondia por algo em torno de 40% das emissões totais. Hoje, esse impacto é de 8%.

– Porém, as emissões de fontes fósseis e na produção de cimento não param de aumentar. A Agricultura está mais eficiente. A indústria, não – explicou o secretário.

Num debate sobre mudanças climáticas, naturalmente a dramática situação de São Paulo foi usada como exemplo. Nobre explicou que, cientificamente, ainda não é possível afirmar que o fenômeno está relacionado às mudanças climáticas. Mas acrescentou que a população tem que estar preparada para que esse tipo de evento ocorra com mais frequência.

– Desta vez, foi a maior seca em 60, 70 anos. No futuro, a frequência será de cinco, dez ou 20 anos – lembrou. – São Paulo hoje tem um clima totalmente diferente. Está 3,5 graus mais quente, a umidade diminuiu, chove mais e as tempestades intensas acontecem com frequência de duas a quatro vezes maior.

Nobre considerou a situação alarmante e previu que a crise hídrica no estado continuará em 2015:

– Se chover dentro da média, o Sistema Cantareira estará, em julho do ano que vem, com 10% de sua capacidade. Para resolver o problema, será preciso, daqui até lá, chover 50% ou 60% acima da média.

Fonte: O Globo

 

29 out 2014

Empresas florestais se preparam para racionamento e combate a incêndios

Torres foram construídas em pontos estratégicos de onde é possível avistar longas distâncias e a 40 metros de altura

Na torre, o foco de incêndio é logo avistado e o trabalho de conter o fogo é iniciado mais rápido
Na torre, o foco de incêndio é logo avistado e o trabalho de conter o fogo é iniciado mais rápido

A estiagem prolongada que obrigou diversas cidades a adotar o racionamento de água também fez o número de focos de incêndio praticamente dobrar no Estado de São Paulo, em relação ao mesmo período do ano passado, nas propriedades rurais do interior. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), desde o início do ano, 4.529 focos de queimada foram registrados. Em 2013, foram 2.055.

Só em outubro, até agora, houve 812 incêndios em florestas, matas e lavouras, uma média de 36 por dia. Para tentar evitar os incêndios e diminuir os prejuízos, as empresas de papel e celulose de Paulistânia, no interior do Estado, investem em novo profissional: o fiscal do fogo. Do alto de torres eles ficam atentos a qualquer indício de fumaça.

As torres foram construídas em pontos estratégicos de onde é possível avistar longas distâncias e a 40 metros de altura, as lavouras são vigiadas o tempo todo. Por terra, engenheiros florestais e técnicos percorrem as fazendas vizinhas para pedir ajuda aos agricultores no combate às queimadas quando necessário.

Francisco Leriano é um dos fiscais do fogo e a indústria de celulose onde ele trabalha tem mais de 50 mil hectares de eucaliptos plantados. Com um binóculo, ele passa o dia todo na floresta e já ajudou a descobrir 100 focos de incêndio. “Essa seca está castigando bastante as lavouras e os focos de incêndio aumentaram de três a cinco por dia. Fica mais fácil de ver as chamas de cima”, explica o fiscal.

Funcionário carbonizado

Em Borebi, na região de Bauru, o funcionário de uma indústria de papel morreu carbonizado no início da semana ao tentar apagar o fogo que consumiu 300 hectares de eucalipto. Além dele, outro trabalhador ficou ferido.

Além dos trabalhadores, em uma associação protetora de animais silvestres em Assis, pelos menos 150 animais foram resgatados nos últimos meses por conta dos incêndios. “Os animais chegam aqui em um estágio de difícil recuperação, com queimaduras graves acompanhado de mutilação de patas ou cascos. São ferimentos difíceis de tratar e que ainda causam graves sequelas”, diz o biólogo Aguinaldo Marinho.

Fonte: G1
13 out 2014

Para enfrentar aquecimento global, será preciso plantar mais florestas

Artigo no New York Times contesta evidências científicas sobre benefícios do reflorestamento e da redução do desmatamento e causa reação na comunidade científica

floresta-eucaliptoEm um artigo publicado na seção de opinião do jornal norte-americano The New York Times, em 19 de setembro, Nadine Unger, professora da Yale University, afirmou serem fracas as evidências científicas sobre os benefícios proporcionados pelo reflorestamento e pela redução do desmatamento na mitigação das mudanças climáticas.

O texto causou forte reação na comunidade científica. No dia 22 de setembro, um grupo formado por 31 pesquisadores – vários deles membros do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da Organização das Nações Unidas (ONU) – divulgou uma carta aberta na qual discordam veementemente das declarações feitas por Unger.

Uma versão resumida do texto foi publicada na seção de opinião do The New York Times no dia 23 de setembro, mesma data em que começou em Nova York a Cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o Clima.

Na carta resposta, o grupo de cientistas contesta a afirmação de Unger, de que estaria incorreta a “sabedoria convencional” segundo a qual o plantio de árvores auxilia no combate ao aquecimento global. Na avaliação dela, a medida poderia até mesmo agravar o problema climático.

De acordo com os cientistas, as florestas promovem um efeito de resfriamento do clima porque armazenam vastas quantidades de carbono em troncos, galhos, folhas e são capazes de manter esse elemento químico fora da atmosfera enquanto permanecerem intactas e saudáveis.

Segundo o grupo, as florestas também resfriam a atmosfera porque convertem a energia solar em vapor d’água, o que aumenta a refletividade da radiação solar por meio da formação de nuvens, fato negligenciado no trabalho de Unger. Concordam, em parte, com a afirmação da professora de Química Atmosférica em Yale, de que “as cores escuras das árvores absorvem maior quantidade de energia solar e aumentam a temperatura da superfície terrestre”.

Unger afirmou que plantar árvores nos trópicos poderia promover o resfriamento, mas em regiões mais frias causaria aquecimento.

“Ela (Unger) aponta corretamente que florestas refletem menos energia solar do que a neve, as pedras, as pastagens ou o solo, mas ignora o efeito das florestas de aumentar a refletividade do céu acima da terra, por meio das nuvens. Esse efeito é maior nos trópicos”, afirmaram os cientistas.

Unger disse não haver consenso científico em relação aos impactos da mudança de uso da terra promovida pela expansão da agricultura e se o desmatamento resultante teria contribuído para esfriar ou aquecer o planeta.

“Não podemos prever com certeza que o reflorestamento em larga escala ajudaria a controlar as temperaturas em elevação”, disse ela. Argumentos semelhantes já haviam sido apresentados pela cientista em artigo publicado em agosto na Nature Climate Change.

Ainda segundo Unger, os compostos orgânicos voláteis (VOCs, na sigla em inglês) emitidos pelas árvores em resposta a estressores ambientais interagem com poluentes oriundos da queima de combustíveis fósseis aumentando a produção de gases-estufa como metano e ozônio.

Por último, a cientista de Yale afirmou que o carbono sequestrado pelas árvores durante seu crescimento retorna à atmosfera quando elas morrem e que o oxigênio produzido durante a fotossíntese é consumido pela vegetação durante a respiração noturna. “A Amazônia é um sistema fechado que consome seu próprio carbono e oxigênio”, argumentou.

Benefícios indiscutíveis

A carta resposta divulgada pelos cientistas ressalta que os próprios estudos de Unger mostraram que qualquer potencial efeito de resfriamento promovido pela redução das emissões de compostos orgânicos voláteis resultante do corte de árvores seria superado pelo efeito de aquecimento promovido pelas emissões de carbono causadas pelo desmatamento.

“Esta semana, as negociações das Nações Unidas sobre o clima abordam a importância de dar continuidade aos esforços para frear a degradação das florestas tropicais, que são uma contribuição essencial e barata para a mitigação das mudanças climáticas. A base científica para essa importante peça da solução do problema climático é sólida. Nós discordamos fortemente da mensagem central da professora Unger. Concordamos, no entanto, com a afirmação feita por ela de que as florestas oferecem benefícios indiscutíveis para a biodiversidade”, concluem os cientistas.

O grupo de autores é liderado por Daniel Nepstad, diretor executivo do Earth Innovation Institute, dos Estados Unidos, um dos fundadores do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e um dos autores do quinto relatório divulgado pelo IPCC.

Também fazem parte do grupo Reynaldo Victoria, professor da Universidade de São Paulo (USP) e membro da coordenação do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais, e Paulo Artaxo, professor da USP e um dos autores do quinto relatório do IPCC.

“O artigo divulgado por Unger na revista Nature Climate Change tem erros elementares e não leva em conta aspectos fundamentais, como a importância das florestas tropicais na formação de nuvens, que altera a refletividade da superfície e também atua no controle do ciclo hidrológico”, disse Artaxo.

“Esse episódio mostra como a ciência, quando negligencia aspectos importantes, pode ser muito prejudicial do ponto de vista de políticas públicas. Reflorestamento e redução do desmatamento são umas das melhores estratégias de redução dos efeitos do aquecimento global”, afirmou.

Fonte: Agência Fapesp

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