O tamanho do seu plantio, não muda o tamanho da nossa dedicação.
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05 mar 2013

Teca – Tectona Grandis

Teca – Tectona Grandis

tectona-grandisA Teca é uma árvore caducifólia, planta rústica, de crescimento rápido, e muito resistente ao fogo, a pragas e doenças, a árvore tem potencial  exportador, sobretudo nos países europeus, desenvolve-se melhor em solos ferteis com ph que varia de 5.5 a 7.0, e índices de chuvas superiores a 1100mm, a tectona grandis vegeta-se melhor em altitudes que vai desde o nível do mar até  1000m , espécie muito exigente em  boro e zinco.  Possui sistema radicular pivotante, melhorando desta forma a infiltração de água no solo, pode ser usada com sucesso para consórcio com café e para  projetos Agrosilvopastoris (LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA ). Em plantios  bem manejados , esta espécie pode alcançar até 30m de altura, é originária da Índia e Indonésia, sua madeira produz tronco reto e a madeira é de excelente qualidade,pois seu cerne  não é atacado por cupins, carunchos ou outros insetos.

A TECA é imune a ação de fungos apodrecedores de madeira, podendo ser enterrada, exposta ao tempo ou a àgua do mar, sem sofrer danos. A durabilidade do cerne deve-se a “ tectoquinona”, um preservativo natural contido nas células da madeira. com alto  valor no mercado nacional e internacional. A principal utilização de sua madeira da TECA é para a indústria naval, para confecção de móveis finos, inclusive para jardins, esquadrias, pisos, bancadas para laboratórios, dornas, tanques para produtos químicos, decoração interior e exterior, para painéis de lâminas franqueadas e lambris. O  cerne da teca é tão durável quanto o da aroeira, por isso é empregado no meio rural com poste de transmissão de energia elétrica, por serem leves, resistentes e duráveis, o  que tem despertado seu cultivo nas regiões tropicais do Brasil.

A InvestAgro disponibiliza plano para plantio comercial desta espécie  com informações de custos de plantio, comercialização nacional e internacional, manejo e índices de retorno sobre o investimento.

Comercializamos mudas de árvores nobres (Cedro Australiano, Mogno Africano, Guanandi, Teca, Acácia Mangium, entre outras), entre em contato pelos telefones abaixo.

Entre em contato clicando no link FALE CONOSCO e saiba de mais informações ou pelos telefones: (34) 3084-8446 e (34) 9147-9310.

05 mar 2013

Mogno Africano

MOGNO AFRICANO – KHAYA SENEGALENSIS

mogno-africano-senegalensisO Khaya Senegalensis é uma espécie heliofita, ideal para compor projetos de reflorestamento comercial e para compor projetos de consórcios com café, banana, cacau, goiaba e citrus, seringueira, e pode ser usada também em  consórcios com pastagens. É uma árvore extrema beleza,  de porte elevado, em terrenos com boa nutrição e condições satisfatórias de umidade, pode chegar as 50m de altura. O seu tronco é retilíneo.  Espécie ideal para plantio em regiões com índices pluviométricos compreendidos entre 800 a 1600 mm de chuvas por ano, responde bem a irrigação.

Pertence a família das meliáceas, sendo portanto da mesma família do cedro australiano, do mogno indiano(chukrásia tabularis), do nim e da andiroba. Sua madeira é de excelente qualidade, tem coloração avermelhada, sendo fácil de trabalhar , tem elevada durabilidade, com usos na indústria moveleira de luxo, construção naval, na indústria de instrumentos musicais , e tem grande demanda nos países da Europa e Asia.

Sua ocorrência natural é: África Ocidental, Costa do Marfim, Gana, Togo, Nigéria e Sul de Camarões.

No Brasil está apresentado um excelente desenvolvimento nas regiões Centro-Oeste , Nordeste e Sudeste , onde está apresentando os melhores resultados. Para Região Sul, o Khaya Niasyca e Anthotheca são mais indicados  por serem mais tolerantes a baixas temperaturas.

KHAYA YVORENSIS OU KHAYA IVORENSIS

mogno-africano-ivorensisO Mogno Africano – Khaya Yvorensis (ivorensis)é  originário  da África Ocidental; Costa do Marfim; Sul de Camarões; Nigéria ; Togo e Gana, é mais comum de ser encontrado nas zonas de alta pluviosidade da Floresta Alta, localiza a partir da Costa do Marfim E Gabão. Em Gana  é encontrada em floresta ombrófila densa,  e em zonas úmidas semidecídua. Uma espécie que tolera sombreamento, na fase jovem, é resistente ao ataque da broca da ponteira.

O Mogno Africano Khaya Ivorensis por ser nativo de regiões de clima quente e com alto índices de chuvas, tem seu desenvolvimento melhorado em regiões onde o índices de chuvas são superiores a 1 400mm anuais. A espécie é muito sensível ao frio, devendo seu plantio ser evitado nas localidades onde os invernos são muito frios. Em solos áridos onde os índices de chuvas fica abaixo de 1200 mm anuais, a variedade Ivorensis não é a mais indicada, porque esta espécie é provida de folhas grandes, e com a longa estiagem do inverno,  perderá muita água pelas folhas,  prejudicando assim o seu desenvolvimento.

Esta espécie pode ser usada com sucesso para plantios em consórcio com outras espécies nobres também de crescimento rápido, podemos sugerir para este consórcio: o mogno indiano (chukrásia tabularis), o neen indiano; a acácia mangium; o cedro australiano; o cedro indiano; o guanandi; o paricá e o pau de balsa, etc. Está espécie pode ser usada em sombreamentos de lavouras cafeeiras, em consórcios com banas, goiaba, cacau, seringueira e outras,  e na Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, a iLPF.

O Mogno Africano – Khaya Yvorensis (Ivorensis)é uma árvore de porte elevado e tronco reto, em plantios bem manejados e em solos com boa fertilidade e boas condições hídricas, pode alcançar os 40m de altura e diâmetro superior a 1,00 m na altura do peito.

A madeira do Mogno Africano – Khaya Yvorensis (Ivorensis) é usada na fabricação de móveis de luxo, usos na indústria naval e acabamentos interiores de construções.

A InvestAgro disponibiliza plano para plantio comercial desta espécie  com informações de custos de plantio, comercialização nacional e internacional, manejo e índices de retorno sobre o investimento.

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05 mar 2013

Cedro Australiano

cedro-australiano

O Cedro Australiano, produz madeira de boa qualidade

O Cedro Australiano, árvore nativa das regiões tropicais da Austrália, trazida para o Brasil, com o objetivo de recompor projetos de reflorestamentos, pertence a família das meliaceae, é uma espécie de crescimento rápido, possui tronco reto, podendo atingir 40m de  altura e até 2,00 de diâmetro em solos com boa fertilidade . Desenvolve-se melhor em altitudes compreendidas entre 500 e 1500m de altura e com índices de chuvas acima de 1100 mm , prefere solos com ph entre 5.5 a 7,00.  A expectativa de corte para plantios bem manejados  é a partir de 11 anos.  O Cedro Australiano tem ainda a capacidade de rebrota de até 4 vezes, isto reduz os custos, porque não é necessário plantar nova muda e faz com que a atividade produtiva da árvore chegue aos 30 anos.

O Cedro Australiano, produz madeira de boa qualidade, na cor avermelhada, considerada nobre para fabricação de móveis finos; confecção de instrumentos musicais e acabamentos internos em construção civil. Uma árvore bem formada após 11 anos, pode render mais de 1 metro cúbico de madeira serrada, sendo portanto um excelente investimento, uma verdadeira “ poupança verde “.

O Cedro Australiano tem um processo natural de “autopoda”. Isto é,  expulsa as folhas mortas que, uma vez no solo, servem como fertilizante para própria árvore e outras da mesma área. Esta espécie é muito indicada para sombreamento de lavouras cafeeiras ,  para plantios em sistemas de mosaicos  com outras espécies de crescimento rápido . Podemos citar como exemplo algumas espécies de árvores nobres para consórcio: o cedro indiano; a acácia mangium; o mogno nacional ; o mogno africano; o neen indiano, a teca  e outras mais.
É uma espécie que pode ser usada com sucesso na Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, a iLPF.

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09 jul 2012

Porque investir no Guanandi?

Uma espécie nativa e nobre que vem conquistando, cada vez mais, seu espaço no reflorestamento comercial

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Com madeira de qualidade e grande valorização no mercado, o Guanandi tem firmado seu espaço no mercado nacional e internacional. A espécie, nativa do Brasil e de outros países da América do Sul e Central, tem sido usada constantemente em plantios de reflorestamento comercial.

Para Ivanka Rosa de Oliveira, pesquisadora da espécie pela ESALQ de Piracicaba, a madeira vem ganhando espaço e reconhecimento no meio florestal.

A árvore formada pode alcançar uma altura que varia de 20 a 30 metros, seu tronco atinge diâmetros entre 40 e 60 centímetros e a copa arredondada, facilita o desbaste e a poda.

Pedro Ciriello é um dos pioneiros no plantio de Guanandi no Brasil. Em uma de suas propriedades, localizada na região de Fernão, no interior de São Paulo, a floresta ocupa mais de 100 hectares, um empreendimento que, segundo ele, já está produzindo resultados com os desbastes.

“No início foi difícil, mas agora com já começamos a sentir os reflexos positivos do investimento. Hoje recebemos produtores de todo Brasil interessados no Guanandi”, explicou.

Em sua empresa, a Tropical Flora Reflorestadora, Pedro realiza constantes pesquisas sobre a espécie e melhoramento genético na produção de mudas.

“Vendemos mudas para quase todos estados do país. Temos uma equipe especializada para avaliação e assessoria técnica para os interessados em investir em madeira nobre, além de, constantemente, realizarmos workshops para explicar as potencialidades da espécie aqui na propriedade”, afirmou.

Manejo

O manejo é considerado uma das principais etapas do empreendimento. Se feita de forma inadequada, a colheita pode ser prejudicada e o produto desvalorizado.

Para o engenheiro agrônomo Eduardo Ciriello, poucas pragas e altos valores de venda para o Guanandi chamam a atenção de todos.

“Uma assessoria técnica é fundamental nesta etapa para avaliação do solo, controle de pragas e do mato, assim como a poda e o desbaste correto”, explicou.

De acordo com Eduardo, as toras de desbaste dos primeiros anos também podem ser aproveitadas e já estão sendo processadas pela empresa.

“Aqui, já usamos toras de diâmetros menores, provenientes do desbaste de nove anos, para venda”, afirmou.
Estas toras menores tem uma alta densidade, similar a madeira com mais idade e podem ser usadas para venda de madeiras roliças e sarrafeadas, usadas na fabricação de casas ou para cabos de ferramentas.

O fruto
Dentre as qualidades do Guanandi, ainda está o fruto. Esta é uma espécie precoce que começa a produzir já nos primeiros anos.

Segundo o diretor comercial da Tropical Flora, Rodrigo Ciriello, a empresa possui um contrato de pesquisa para o fornecimento do óleo extraído das amêndoas que compõe as sementes para um grande fabricante de cosmético.

Uso
Por sua boa densidade, a madeira do Guanandi é usada para fabricar barcos, mastros de navios, vigas para construção civil, assoalhos, marcenaria e carpintaria.

Pragas
Ainda não foi constatada nenhuma praga significantemente agressiva para o Guanandi. O uso de simples inseticidas, mesmo no plantio consorciado garante o bom desempenho da espécie.

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05 mar 2012

Acácia mangium, o reflorestamento do futuro!

Madeira nobre, de boa qualidade e precocidade na produção, a espécie desperta a atenção de investidores por sua alta rentabilidade

O produtor rural e proprietário da Plante Roots Viveiro Ambiental, Murilo Couto de Medeiros, não vacila ao afirmar ser a Acácia mangium, na atualidade, a madeira de lei mais precoce do mercado nacional. Trata-se de uma espécie arbórea ainda pouco conhecida no país, mas já qualificada por investidores como o ouro verde do Cerrado.

Desde 2002, Murilo oferece consultoria na área agroflorestal e produz mudas florestais de sementes e clones, com padrão de qualidade e procedência. Mas só há cerca de cinco anos, após algumas pesquisas via internet, adquiriu sementes de Acácia mangium. “Fiz alguns plantios para mim e para alguns investidores”, comenta.

A nova árvore é uma leguminosa que vem despertando a atenção de técnicos e pesquisadores pela rusticidade e, principalmente, por ser uma espécie nitrificadora. Apresenta significativa capacidade de adaptação às condições de solo e clima do país, sobretudo em terrenos pobres, ácidos e degradados.

É uma madeira nobre, de boa qualidade e precocidade na produção – o corte inicial se dá com quatro anos – e altamente rentável. É indicada para variados usos nas indústrias de base florestal, como biomassa para energia, móveis de excelente qualidade, carvão, MDF, madeira-cimento, aglomerados, laminados, lenha, tábua de fibra de madeira e cimento (WWCB), OSB, papel e celulose, construção de casas e desdobramento em serraria.

Usos da Acácia mangium

O professor da UFV (Universidade Federal de Viçosa), Doutor em Sivilcultura e responsável pela introdução da Acácia mangium no Brasil, Flávio Pereira, explica que o monocultivo de florestas de rápido crescimento no país, antes restrito às grandes reflorestadoras, surge agora como atividade lucrativa para grandes, médios e pequenos silvicultores.

A Acácia mangium, por exemplo, é uma árvore de alta capacidade de crescimento (6,2 m/ano) que produz madeira de grande valor comercial. Na Ásia, ela vem sendo empregada em substituição à Teca (Tectona grandis), com grande vantagem e maior lucratividade. No Brasil, um hectare de floresta da Acácia mangium tem dado retorno financeiro superior à maioria das espécies de Eucalipto. E isso graças ao seu multi-uso e multi-produtos, a exemplo, como expõe Flávio, do tanino extraído da casca, do mel das folhas e flores, da própolis, da cera, da geleia real, do sistema agrossilvipastoril e de outros benefícios ambientais.

O tanino é ingrediente importante no processo de fabrico de curtumes. Isto é, no processo de transformação de peles (putrecíveis) em couros (não putrecíveis). Além disso, é empregado na fabricação de colas e adesivos, branqueamento de açúcar e purificação de água (floculante), gerando uma renda adicional para o produtor rural. Na exploração apícola, a produção de néctar é iniciada no quarto ou quinto mês após o plantio das mudas no campo, podendo variar com o clima onde for plantada.

No sistema agrossilvipastoril, modelo que, como define Flávio Pereira, permite a produção de madeira, de culturas agrícolas e de animais (corte ou leite) numa mesma área em operações sequenciais, o produtor rural pode alcançar maior rentabilidade e sustentabilidade.

O consórcio de cultivos agrícolas, pastagens e/ou animais, e Acácia Mangium, implica em várias vantagens, como pontua o professor: reduz os impactos ambientais, maximiza a biodiversidade, recompõe parcialmente os componentes florestais, aumenta o ciclo orgânico e dos nutrientes, oferece fonte de alimento e abrigo para animais silvestres, fornece madeira, oferece pasto de melhor qualidade no período seco do ano, reduz os riscos de incêndios florestais, entre outros benefícios.

“O sistema agrossilvipastoril permite ao produtor agregar valor ao reflorestamento da Acácia mangium, obtendo uma rentabilidade muito maior do que só o cultivo da espécie florestal isoladamente, ou só o cultivo de cultura agrícola isoladamente, ou só a criação de animais isoladamente”, afirma.

Cuidados no plantio

A qualidade das madeiras de florestas plantadas deve atender às exigências dos mercados consumidores. Isso requer o emprego de práticas silviculturais adequadas em relação ao espaçamento de plantio, podas, desbastes seletivos e eliminação de brotações, entre outras.

De fácil cultivo e manutenção, a Acácia mangium dispensa adubação nitrogenada e maiores tratos culturais. A floresta poderá ser manejada facilmente para produção de madeiras para os mais variados fins, sendo que aquelas madeiras de menores diâmetros oriundos dos desbastes periódicos e galhos terão ampla aplicação na propriedade e fácil colocação no mercado, antecipando receitas financeiras.

“As únicas limitações para o cultivo de Acácia mangium diz respeito às regiões onde ocorrem geadas fortes (a espécie tolera geadas leves) e locais muito encharcados. Ela gosta muito de água, mas em locais que formam lâminas de 30 a 40 cm de água acima do solo, a espécie, em geral, não resiste porque perde a respiração radicular (das raízes). Uma terceira limitação seria regiões de déficit hídrico muito acentuado, a exemplo da Caatinga”, pondera Pereira. E completa: “Qualquer pequeno produtor rural, com uma pequena orientação, é capaz de estabelecer o seu povoamento florestal”.

Segurança para o investidor

Como investimento de médio prazo (quatro a cinco anos), o plantio de Acácia mangium traz retorno garantido pela venda da madeira, permitindo o investidor formar um grande patrimônio, mesmo em poucos hectares de terra. De acordo com Murilo de Medeiros, o maior gasto se dá no ano zero, “o investimento inicial pode variar de R$ 6 a 7 mil/hectare”. E ao final de 10 anos, o valor médio gasto pelo produtor rural girará em torno de R$ 9 mil/hectare. Contudo, o viveirista esclarece que variáveis, como solo e topografia, podem influenciar no custo final.

O risco de insucesso no investimento feito no plantio de Acácia mangium pode ser considerado muito baixo ou desprezível, uma vez que mais de 100 mil hectares desta espécie já foram plantados no Brasil, onde ainda não se registrou nenhum insucesso decorrente de pragas ou doenças.

Para os que consideram a área plantada de Acácia mangium pouco significativa quando comparada à de Eucalipto, vale citar que os 3 milhões e 600 mil hectares plantados no país englobam cerca de 40 espécies vegetais do gênero Eucalyptus. Flávio Pereira alega que um questionamento peculiar é o por que as áreas de Eucalipto são tão superiores às de Acácia mangium. E esclarece: “Existe todo um esquema de consumo de madeira pelas fábricas de celulose no Brasil. Todas foram planejadas visando o uso de uma determinada espécie. E, em decorrência da grande quantidade de equipamentos, não é interessante economicamente mudar seus maquinários para se adequar à outra espécie”.

Adicionalmente, ele compara a Acácia mangium a um carro novo que se lança no mercado. Enquanto o Eucalipto foi introduzido no Brasil por volta de 1820, a Acácia mangium chegou ao país há 30 anos. E só agora foram desenvolvidos os cinco primeiros clones da espécie para produção comercial – mérito da Universidade Federal de Viçosa. “Levamos 11 anos de pesquisa para desenvolver esses cinco clones superiores”, alega Pereira. Técnica de propagação vegetativa já difundida na cultura do Eucalipto.

Não tenha dúvidas produtor, o plantio de Acácia mangium atende a reposição florestal exigida por lei, protege as terras contra erosão e garante a manutenção das nascentes e fontes de água, além de constituir um patrimônio de fácil e rápida liquidez. Plante o futuro agora!

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Fonte: Revista Produz

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