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25 jun 2015

Projeto debate custos de produção e rentabilidade da silvicultura

Evento em Campo Grande (MS) teve um levantamento que apontou um aumento de custos de produção.

Projeto discutiu o aumento dos custos de produção da silvicultura (Foto: G1 MS).
Projeto discutiu o aumento dos custos de produção da silvicultura (Foto: G1 MS).

Projeto Campo Futuro debateu, em Campo Grande, os custos de produção e a rentabilidade da silvicultura no Mato Grosso do Sul. A Iniciativa é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em parceria com a Federação de Agricultura e Pecuária do estado (Famasul), Universidade Federal de Viçosa (UFV) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq).

O projeto alia a capacitação do produtor rural à geração de informação para a administração de riscos de preços, de custos e de produção na propriedade rural, resultando na criação de painéis com informações oficiais sobre os municípios e estados. Estes painéis têm objetivo de levantar informações sobre os custos de produção e a viabilidade financeira das atividades produtivas desenvolvidas na propriedade rural, permitindo assim orientar produtores rurais sobre o gerenciamento de riscos no preço das culturas e utilização do seguro rural.

O painel foi coordenado pelo professor do Departamento de Engenharia Florestal da UFV e diretor geral da Sociedade de Investigações Florestais (SIF), Sebastião Renato Valverde. De acordo com ele, um diagnóstico realizado há dois anos no estado, identificou que os produtores de eucalipto que alcançassem uma produtividade 35 metros cúbicos por hectare/ano e comercializassem a madeira por R$ 50 o metro cúbico, teriam um lucro médio de R$ 4 por metro cúbico.

“Considerando o diagnóstico realizado em 2015, comparado com o que realizamos em 2013, percebemos alterações consideráveis nos custos, já que tivemos aumento do salário mínimo, do óleo diesel, dos insumos agrícolas e da energia elétrica. Estes fatores influenciam diretamente na lucratividade dos pequenos e médios produtores florestais, inclusive inviabilizando a atividade. Estes empresários precisam de apoio para se organizarem em grupos, para competirem em volume de produção e preços com as grandes empresas”, analisou.

O engenheiro florestal e consultor, Celso Luiz Medeiros Lima, concorda com as considerações de Valverde e acredita que o primeiro passo a ser tomado é a criação de uma associação. “Temos que nos unir organizadamente para estimular os pequenos produtores a continuar a produção. O sistema de integração lavoura, pecuária e floresta (ILPF) abriu espaço aqui em Mato Grosso do Sul e pode impulsionar outras regiões, além do eixo Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas”, considerou.

Fonte: G1

16 ago 2012

Custo das matérias-primas: um desafio difícil de vencer

Os gráficos abaixo, baseados nos índices mensais de preços internacionais de commodities agrícolas alimentares divulgados pela FAO mostram dois momentos críticos enfrentados pelo mundo no abastecimento de grãos

Os gráficos abaixo, baseados nos índices mensais de preços internacionais de commodities agrícolas alimentares divulgados pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) mostram dois momentos críticos enfrentados pelo mundo no abastecimento de grãos.

Os primórdios do primeiro momento datam de meados de 2007, quando os preços dos grãos iniciaram verdadeira escalada só interrompida quase um ano depois, quando eclodiu a crise econômica. O detalhe, então, é que enquanto os preços dos grãos chegaram a aumentar, no espaço de um ano, quase 70%, o das carnes não chegou a 30%.

Opostamente ao que aconteceu em 2007, quatro anos depois os preços dos grãos apresentaram redução. Que cessou na passagem de 2011 para 2012 e que, repentinamente (de junho para julho de 2012) deu uma guinada para cima – um processo sem tendência de esgotamento no curto prazo.

Naturalmente, as causas agora são diferentes (quebra das safras de soja e de milho). Mas, como em 2008, o mundo está em meio a uma nova crise econômica. E as carnes – que, antes, acompanharam bem à distância a evolução de preços dos grãos – agora têm preços em queda porque as dificuldades econômicas derrubaram a demanda. Ou seja: o que foi difícil há quatro anos, agora tende a se tornar impossível: vencer os custos de produção.

Fonte: Agrolink
25 maio 2012

Pesquisa aponta custos de produção em diversos Estados

Este levantamento faz parte do projeto Campo Futuro, que tem como uma de suas ações o monitoramento dos custos das principais culturas no Brasil

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP) iniciam na próxima segunda-feira (21/5) nova rodada de discussões com Federações de Agricultura e Pecuária e sindicatos rurais com o objetivo de coletar dados sobre os custos de produção da pecuária de corte, soja e milho. Este levantamento faz parte do projeto Campo Futuro, que tem como uma de suas ações o monitoramento dos custos das principais culturas no Brasil, para orientar produtores rurais na tomada de decisões no dia a dia das suas atividades.

A apuração dos dados da pecuária de corte será feita na Bahia, começando pelo município de Barreiras, na segunda-feira. Na terça-feira (22/5), o painel será realizado em Vitória da Conquista, seguindo para Itapetininga, no dia seguinte (23/5). Os levantamentos dos custos de produção de soja e milho têm início em Santa Catarina, no próximo dia 23, em Campos Novos, e no dia 24, em Xanxeres (SC). Na semana seguinte, os painéis seguem para o Nordeste e serão realizados em Balsas (MA), no dia 28, e Uruçuí (PI), no dia 29.

Café e Fruticultura – No dia 22 próximo, haverá, também, um levantamento de custo de produção para o café, em Franca (SP). No dia 31 deste mês, será realizado um painel para a cultura da maça, no município de Vacaria (RS). A apuração doa dados sobre os custos de produção do café e da fruticultura são feitos em parceria com a Universidade Federal de Lavras (Ufla).

Fonte: Canal do Produtor

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