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01 dez 2016

Receita nas exportações florestais atinge US$ 6,3 bilhões e registra queda de 2,5% ante 2015

Balança Comercial do setor registrou saldo positivo de US$ 5,4 bilhões (+2,2%) no acumulado até outubro de 2016

As receitas com painéis de madeira fizeram a diferença
As receitas com painéis de madeira fizeram a diferença

O volume de exportações dos produtos provenientes do setor brasileiro de florestas plantadas registrou alta nos dez primeiros meses do ano. De janeiro a outubro de 2016, as exportações de celulose apresentaram crescimento de 11,1% em relação ao mesmo período de 2015 e alcançaram 10,7 milhões de toneladas.

As exportações de papel atingiram 1,7 milhão de toneladas no período, crescimento de 3,2% em relação a 2015. Em relação ao segmento de painéis de madeira, o volume exportado nos dez primeiros meses do ano atingiu 831 mil m³, alta de 66,9% em relação ao mesmo período de 2015.

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18 mar 2016

Países mais importantes no comércio internacional de produtos florestais

ESTUDO: PRINCIPAIS MERCADOS DE PRODUTOS FLORESTAIS

Preencha o formulário ao lado para receber o estudo sobre os principais mercados de produtos florestais.

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Os produtos fabricados com a matéria prima madeira estão profundamente presentes em nossa vida.  As suas aplicações são as mais diversas e fazem parte de uma intrincada cadeia produtiva que tem desdobramentos até mesmo fora da cadeia de valor da própria madeira, tais como os segmentos têxtil, químico, alimentício e outros.

Para atuar no comércio internacional de produtos de madeira, é fundamental compreender onde estão as melhores oportunidades. A CONSUFOR, sempre apoiando os negócios de base florestal, desenvolveu um estudo estratégico a respeito do mercado internacional de produtos florestais.

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25 jun 2015

Exportações de produtos florestais do Mato Grosso aumentam 21,8%

Os números são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic)

A alta do dólar aumentou as receitas dos exportadores
A alta do dólar aumentou as receitas dos exportadores

Com a alta do dólar frente à moeda brasileira e a dificuldade para comercialização dos produtos florestais no mercado interno, a quantidade de madeira exportada por Mato Grosso aumentou 21,82% no intervalo de janeiro a maio deste ano, comparado com o mesmo período do ano passado, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

Foram embarcadas 43,531 mil toneladas de produtos nos acumulado dos cinco primeiros meses de 2015, ante 35,732 mil no mesmo intervalo do ano passado. Com o aumento da quantidade de produtos exportados e o câmbio favorável, a receita gerada com as vendas externas alcança US$ 38,428 milhões em 2015, sendo 3,94% a mais que o montante computado no mesmo período do ano passado, de US$ 36,969 milhões.

Dos produtos comercializados, os embarques de madeira tropical em bruto foram os que mais cresceram, com alta de 614% em 2015 sobre o acumulado dos cinco primeiros meses de 2014. Em volume, foram negociadas 9,377 mil toneladas a US$ 3,284 milhões neste ano.

Também se destacou a exportação de madeira compensada folheada, com incremento de 53,14% na receita comercial, que passou de U$$ 89,360 mil no acumulado dos cinco primeiros meses de 2014 para US$ 136,849 mil neste ano, alcançados com o embarque de 95 toneladas de produtos.

As exportações de madeiras tropicais serradas aumentaram 15%, saltando de US$ 4,776 milhões no ano passado para US$ 5,497 milhões neste ano. O volume comercializado no período permaneceu praticamente estável em 10 mil toneladas. Houve crescimento anual na receita comercial gerada pelas vendas de madeira de cerejeira serrada (5,63%) e de madeiras perfiladas (7,53%).

Negativo – Em 2015, recuaram as exportações de madeiras serradas/cortadas em folhas (-18,32%), madeira de ipê, serrada (-48,73%), outras madeiras em bruto (-14,47%), madeira de cedro, serrada (-3,42%), móveis de madeira para cozinha (-27,54%) e partes para móveis de madeira (-25,93%).

Para o presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Geraldo Bento, é preciso melhorar as condições de comercialização da madeira no mercado interno, já que o câmbio sofre oscilações. Nesse sentido, o setor apresentou várias propostas ao governo do Estado, como a manutenção do preço de pauta da madeira, atualmente o mais elevado do país. Segundo Bento, um reajuste neste ano no preço mínimo dos produtos madeireiros inviabilizaria ainda mais a comercialização interna.

Fatores como o alto custo de produção e o atraso na aprovação dos projetos de manejo florestal também contribuem para esse arrefecimento das vendas internas. “As indústrias madeireiras de Mato Grosso enfrentam uma concorrência desleal em relação aos outros estados produtores e não conseguem repassar aumentos”, disse Bento.

Fonte: Painel Florestal – CIPEM

12 maio 2015

Madeira e papel tiveram os melhores resultados das exportações brasileiras em abril

Desvalorização do real contribuiu para crescimento das vendas do setor

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Levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostrou que as exportações brasileiras somaram US$ 15,2 bilhões no mês de abril. Se comparadas com o mesmo mês do ano passado, houve queda de 23,2% no valor das exportações e redução de 23,7% no valor das importações. Assim, a balança comercial brasileira fechou abril com saldo positivo de US$ 491 milhões. O superávit comercial, em março e abril, contribuiu para diminuir o déficit acumulado de US$ 5,1 bilhões nos quatro primeiros meses de 2015. Esse valor é 10% inferior ao déficit apresentado no mesmo período de 2014. A desvalorização do real tem contribuído para o saldo positivo da balança comercial nos últimos dois meses.

Os dados mostram também que o agronegócio foi responsável por US$ 7,1 bilhões das exportações brasileiras no mês de abril, enquanto o saldo do setor registrou o valor de US$ 6,0 bilhões. O que mostra que o agronegócio foi fundamental para a recuperação do saldo da balança comercial geral. Já no acumulado de janeiro a abril, o setor do agronegócio exportou US$ 57,9 bilhões. Constatou-se que o incêndio no porto de Santos no mês passado, combinado a greve dos caminhoneiros, impactou na possibilidade de um melhor desempenho.

Dentre os principais setores exportadores do país, constata-se que alguns segmentos do agronegócio continuam apresentando excelente desempenho. No mês de abril, por exemplo, o valor das exportações dos setores de madeira e papel foi o que mais aumentou dentre os produtos do agronegócio. Na comparação com abril de 2014, houve crescimento de 18,5% para a madeira serrada, cujas vendas externas atingiram US$ 40 milhões. Foram exportados US$ 93 milhões em laminados planos, crescimento de 11,6%, além de US$ 100 milhões em papel e cartão, uma variação positiva de 5,2%. Com a normalização das atividades do porto e a expectativa de colheitas recordes para soja e milho, espera-se que o quantum importado do agronegócio aumente significativamente no decorrer dos anos. As negociações para a abertura de mercados para os diversos tipos de carne brasileira poderão, também, gerar grandes resultados para o agronegócio brasileiro em 2015.

Na análise por setores, os dados mostram que o de papel e celulose foi o oitavo principal exportador no mês, com US$ 29,8 milhões vendidos na média diária. Já o setor de madeiras foi décimo quarto, com US$ 10,5 milhões exportados e um crescimento de 15,7%, em comparação com os valores alcançados em abril do ano passado. Entre os 17 setores exportadores apresentados na balança comercial do MDIC, apenas três apresentaram crescimento em abril de 2015, em relação ao mesmo período de 2014.

Mas o agronegócio manteve sua importância na pauta dos principais produtos exportados. Em abril deste ano, o principal produto exportado pelo Brasil foi a soja em grão. As vendas desse setor foram de US$ 2,5 bilhões. As carnes de frango ficaram na quarta posição (US$ 483 milhões), seguidas pelo café em grão (US$ 469 milhões), farelo de soja (US$ 469 milhões), celulose (US$ 420 milhões) e a carne bovina (US$ 347 milhões). Os dados revelam que entre os dez principais produtos exportados em abril pelo país, nove são oriundos do agronegócio.

Mesmo com uma queda de 23,7% nos preços do algodão, foram exportadas 54,5 toneladas desse produto em abril de 2015, crescimento de 165,2% no volume exportado, comparado com o mesmo mês do ano passado. Nos primeiros quatro meses do ano, o algodão em bruto acumulou crescimento, em valor exportado, de 90,7%. Outros produtos que apresentaram variações positivas entre janeiro e abril de 2015, em relação a igual período de 2014, foram as vendas de trigo em grão (+3595,6%), fumo em folhas (+30,8%) e café em grão (+25%).

Fonte: Canal do Produtor

05 fev 2015

Em 2014, a exportação de madeira certificada cresceu 10%

O valor da produção primária do setor florestal no país ultrapassa R$ 13 bilhões anuais e o segmento emprega cerca de 4,5 milhões de pessoas.

caminhao-torasEm 2014, as exportações de celulose, papel e madeira foram de US$ 5,29 bilhões; US$ 1,93 bilhão e US$ 2,73 bilhões; respectivamente, informou a Secretaria de Política Agrícola (SPA) nesta terça-feira (3).

As florestas plantadas ocupam 7,6 milhões de hectares, menos de 1% da área produtiva do País, mas fica em terceiro lugar no saldo da balança comercial, atrás dos complexos soja e carne. Esse setor responde por 75% de tudo o que é consumido pelas indústrias de base florestal.

Segundo estimativas, o produto interno bruto setorial é da ordem de US$ 56 bilhões, o que representa 1,2% de toda a riqueza gerada pelo país e cerca de 24% do valor adicionado ao PIB pelo setor agropecuário.

Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas

O Decreto Nº 8.375, de 11 de dezembro de 2014, instituiu a Política Agrícola para Florestas Plantadas, e definiu o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) como responsável pela elaboração do Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas (PNDF), com horizonte de dez anos.

O PNDF deverá conter um diagnóstico da situação do setor de florestas plantadas, incluindo seu inventário florestal; uma proposição de cenários, incluindo tendências internacionais e macroeconômicas; e metas de produção florestal e ações para seu alcance.

Também foi criada a Comissão Setorial de Florestas Plantadas, no âmbito do Mapa. A meta do Ministério é apresentar as primeiras políticas para florestas plantadas na divulgação do Plano Agrícola e Pecuário 2015/16.

Por: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

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