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20 abr 2017

Ibá confirma alta nas exportações florestais no 1º bimestre

Como resultado a balança comercial do setor registrou um saldo positivo de US$ 1,15 bilhão nos dois primeiros meses do ano

Florestas plantadas de eucalipto alimentam indústrias do setor

O volume de exportações do setor de árvores plantadas brasileiro registrou desempenho positivo no primeiro bimestre de 2017. A celulose totalizou 2,3 milhões de toneladas exportadas em janeiro e fevereiro de 2017, alta de 3,4% em relação ao mesmo período de 2016, quando foram negociadas 2,2 milhões de toneladas. No segmento de painéis de madeira, o volume exportado nos dois primeiros meses do ano somou 174 mil m³, crescimento de 40,3% na comparação com igual intervalo do ano passado, quando registrou volume de 124 mil m³. Neste mesmo período, as exportações de papel alcançaram 335 mil toneladas, volume 6% maior em relação as 316 mil toneladas exportadas em 2016.READ MORE

22 fev 2017

Valorização do R$ e custo de produção elevam sinal de alerta

Associação da indústria de madeira sugere cautela e acompanhamento diário da evolução do mercado

José Carlos Januário, presidente da Abimci

A informação de que o Real foi a moeda que mais se valorizou em relação ao dólar em um ano, considerando 15 das principais moedas do mundo, acende mais um sinal de alerta entre os fabricantes de compensado de pinus, um dos principais produtos de madeira exportados pelo Brasil. Na avaliação do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), José Carlos Januário, a desvalorização do Dólar, que chegou a 22,8% de 14 de fevereiro de 2016 a mesma data em 2017, e o aumento do custo de produção estão causando dificuldades para as empresas. “É um cenário de alerta. A recomendação é de negociar no curto prazo e com cautela, acompanhando dia a dia a evolução do mercado”, afirma Januário.

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04 mar 2013

Exportações do agronegócio mantêm superávit em tempos de crise

A balança comercial brasileira vem registrando resultados fracos em razão dos efeitos da crise internacional sobre as exportações, segundo o governo

exportacoes-do-agronegocioMas as vendas externas do agronegócio são exceção à regra. Enquanto o comércio de petróleo e de produtos industrializados está em queda, a pauta de exportações dos produtos agrícolas está em franca ascensão. Em janeiro, quando a balança global teve o maior déficit da história, de US$ 4,035 bilhões, a agrícola sustentou superávit de US$ 5,12 bilhões.

As vendas do setor, que subiram 14,7%, representaram 41,2% das exportações do país. Com poucas exceções, o comércio dos produtos cresceu na casa de dois dígitos e de até três dígitos. Mas, na avaliação de exportadores, o país tem o desafio de equilibrar as vendas externas de industrializados para não depender só das commodities. Para isso, é necessário investir em barateamento do custo de produção, na qualificação de mão de obra e em infraestrutura de transporte. O último item é reivindicação também do agronegócio.

De acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em janeiro de 2013 as vendas do milho, que liderou o crescimento das exportações agrícolas, aumentaram 327,5% e as do álcool registraram elevação de 216,3% em comparação ao mesmo mês do ano passado. As exportações de açúcar aumentaram 48,4% e as de carne bovina, 29,2%. O complexo soja (farelo, óleo e grãos), que no ano passado vendeu bem, foi um dos itens a registrar queda em janeiro deste ano. As exportações passaram de US$ 953 milhões para US$ 373 milhões, recuando 60,9%. O setor produtivo alega que em 2012 a quebra de safra nos Estados Unidos e a demanda aquecida ajudaram a alavancar os preços e as vendas. Em 2013, as cifras não devem ser tão elevadas, mas há expectativa de um bom desempenho.

Segundo projeção da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), este ano as exportações da soja em grão devem ficar em US$ 22 bilhões, com crescimento de 25% ante 2012. Para o vice-presidente da entidade, Fábio Martins Faria, o agronegócio “sem dúvida é uma vocação” do Brasil. “Temos terras agricultáveis e tecnologia com ganho de produtividade muito grande. O ruim é não termos a mesma eficiência na exportação de produtos industrializados”, diz ele, que defende investimentos em infraestrutura a fim de garantir competitividade.

Ele reivindica ainda melhoria na qualificação da mão de obra, barateamento de insumos e redução da carga tributária para alavancar as exportações da indústria brasileira. “A gente está ficando para trás. Não está conseguindo virar essa página. Os países asiáticos e o México, por exemplo, têm um desempenho melhor”, afirma.

Na avaliação de Faria, os resultados de investimentos anunciados pelo governo federal em rodovias, ferrovias e portos serão demorados. “Será um lapso de tempo muito elevado”, diz. Faria afirma que o agronegócio também se beneficiaria de uma infraestrutura de transportes mais moderna e eficiente, já que atualmente o escoamento da produção é o seu principal gargalo. “A logística de escoamento da soja, do milho, ainda depende do caminhão. O custo do transporte interno é muito elevado”, diz.

O presidente da Associação Nacional dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Glauber Silveira, concorda que a infraestrutura de transporte para a produção agrícola deixa a desejar. “Se houvesse mais eficiência, a gente conseguiria contribuir muito mais [para as exportações brasileiras]”, comenta. Ele dá o exemplo da soja, despachada de caminhão de Sorriso (MT) para o Porto de Paranaguá (PR), que fica a 2 mil quilômetros. “Por causa das dificuldades, do estado ruim das rodovias, o frete acaba saindo caro, a R$ 290 a tonelada”. Para se ter uma ideia, a projeção de safra da Aprosoja Brasil para 2013 é 89 milhões de toneladas, das quais 70% devem ser exportadas.

Mesmo ainda não tendo solucionado os entraves, o governo aposta nas commodities do agronegócio para manter a balança superavitária em tempos de crise econômica. No dia 1° de março, ao comentar o déficit de US$ 1,27 bilhão da balança global em fevereiro de 2013, a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Tatiana Prazeres, disse que a colheita das safras de soja e milho a partir de abril contribuirá para reverter os resultados negativos até agora. “A soja em 2012 respondeu por 7% de tudo que o Brasil exportou”, disse.

Fonte: Agrosoft
07 nov 2012

Novo terminal reduzirá custo de exportação

A falta de infraestrutura portuária nas regiões Norte e Nordeste impõe um alto ônus ao agronegócio brasileiro

Atualmente, o custo logístico total para exportação de uma tonelada de soja que sai de uma fazenda em Balsas, principal município produtor de grãos no Sul do Estado do Maranhão, até o porto de Santos (SP) é de cerca de US$ 140 por tonelada.

 Se a mesma carga fosse exportada hoje pelo porto do Itaqui (MA), o valor cairia quase 18%, para US$ 115 a tonelada.

 De acordo com a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), cerca de 52% da produção nacional de soja e milho de 2011 – que foi de 131 milhões de toneladas – teve como origem o eixo Norte do país, mas apenas 14% desse volume deixou o país via portos das regiões Norte e Nordeste (que compreende o porto de Porto Velho, em Rondônia, até o Itaqui).

 Assim, atualmente quase 86% da produção brasileira de soja e de milho é exportada via os portos de Santos, Paranaguá (PR) e São Francisco do Sul (SC). De acordo com o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Luiz Carlos Fossati, a estimativa é que o Tegram atraia aproximadamente 30% desse mercado, quando totalmente em operação, com capacidade para 10 milhões de toneladas de grãos.

 Além de estratégico para a região em que está, o Tegram será beneficiado pela entrada em operação da Ferrovia Norte-Sul, de Palmas (TO) até Açailândia (MA), que captará sobretudo cargas do Centro-Oeste. (FP)

Fonte: Valor Online
25 maio 2012

Receita das exportações do agronegócio cresce 8%

De janeiro a abril, valor obtido com a comercialização alcançou US$ 3,72 bilhões; complexos soja, carne e sucroenergético impulsionaram as vendas

A expectativa de crescimento tímido das exportações do agronegócio paranaense se confirmou no primeiro quadrimestre do ano. Entre janeiro e abril de 2012, a receita obtida com a comercialização externa alcançou US$ 3,72 bilhões, um incremento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somou US$ 3,43 bilhões. Em volume, o aumento foi de 10%, passando de 5,281 milhões de toneladas nos quatro primeiros meses de 2011 para 5,808 milhões este ano. No total, o agronegócio é responsável por aproximadamente 70% das exportações do Paraná, segundo maior estado exportador do agronegócio no País.

Os dados são Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). A economista da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Gilda Bozza, explica que o cenário econômico internacional marcado pela crise na comunidade europeia motivou as previsões mais controladas. No acumulado até abril deste ano, as exportações para a União Europeia apresentaram queda de 18,96% em comparação ao mesmo período de 2011. A redução foi compensada pela alta de 60,90% registrada nas vendas para a Ásia e de 40,08% para o Mercosul.

Para o ano, a estimativa é de que o crescimento seja menor do que em 2011, porque os PIBs da zona do euro estão menores. Em contrapartida, o que pode ajudar o setor é a alta do dólar, que aumenta a rentabilidade do produtor brasileiro, analisa. Ontem a cotação da moeda norte americana no mercado à vista no balcão fechou em R$ 2,036.

Gilda explica que a tendência é de que nos próximos meses o volume exportado diminua porque a maior parte da soja já foi vendida. Segundo a economista, as exportações foram alavancadas pelos complexos soja, carne e sucroenergético, que somam 66% do total das exportações do agronegócio paranaense. No primeiro quadrimestre do ano, a receita obtida com o complexo soja – grão, farelo, óleo bruto e óleo refinado – teve elevação de 18,4%, saltando de US$ 1,42 bilhões para US$ 1,68 bilhões. A valorização da soja em grão contribuiu para o aumento do valor arrecadado com as vendas, que subiu de US$ 725 milhões para US$ 1,10 bilhão, um incremento de 52%. O preço médio por tonelada passou de US$ 447,13 para US$ 473,63 por tonelada. O volume exportado também aumentou 43%, chegando a 2,30 milhões de toneladas.

Outro destaque foi o crescimento de 59% no volume exportado de milho em grão, que totalizou 553 mil toneladas entre janeiro e abril de 2012, em comparação às 369 mil do mesmo período do ano passado. A receita resultante foi de US$ 144,7 milhões.

Já o complexo carnes atingiu rendimento de US$ 778 milhões, o equivalente a um incremento de 6% em relação aos US$ 734 milhões anteriores. O responsável pelo crescimento foi o segmento avícola, que obteve aumento de 10%, saindo de US$ 576 milhões nos quatro primeiros meses de 2011 para US$ 634 milhões. Em oposição, as exportações de carne bovina apresentaram redução de 39% na receita, totalizando US$ 13 milhões contra os US$ 21,3 milhões somados no mesmo período de 2011.

O agregado sucroenergético registrou exportações de US$ 218 milhões contra US$ 203 milhões do mesmo período do ano anterior. Mesmo com redução no volume comercializado, a receita das exportações de açúcar passou de US$ 200 milhões para US$ 215 milhões. Já a comercialização externa de álcool passou de US$ 2,5 para US$ 3,23 milhões em um ano.

Fonte: Agrolink
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