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24 jun 2014

As florestas e a redução da pobreza

A FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) alertou ontem em Roma para a importância do papel das florestas na redução da pobreza e na promoção do desenvolvimento

floresta_plantadaA FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) alertou ontem em Roma para a importância do papel das florestas na redução da pobreza e na promoção do desenvolvimento.

A organização internacional defendeu que os países devem investir em políticas destinadas a manter e a potencializar as contribuições das florestas para os meios de subsistência, a alimentação, a saúde e a energia. Para isso, a FAO defende que os países devem colocar “as pessoas no centro das políticas florestais”.

“Não podemos garantir a segurança alimentar ou o desenvolvimento sustentável sem a preservação e a utilização responsável dos recursos florestais”, reforçou José Graziano da Silva, diretor-geral da FAO, referindo-se ao documento “O Estado das Florestas do Mundo”, lembrando que parte da população mundial depende das florestas para satisfazer suas necessidades básicas.

Fonte: DCI
05 dez 2013

Engenheiro florestal diz que demanda e oferta por produtos florestais são crescentes

Pelo menos esta é a visão de João Mancini, da Valor Florestal, ao revelar que o setor da madeira está investindo em novas tecnologias para ganhar produtividade e qualidade

A demanda por madeira cresce rapidamente
A demanda por madeira cresce rapidamente

A preocupação com o meio ambiente tem se tornado uma discussão constante ao redor do mundo. A consciência das pessoas a respeito do assunto vem mudando e a nova geração procura formas para fazer a sua parte e salvar o planeta. Nesse contexto, o engenheiro florestal João Mancini, sócio da Valor Florestal, diz que as empresas devem se preparar para uma demanda maior no setor florestal. Mancini participou do Simpósio Madeira & Construção, em Curitiba, com a palestra “Oferta de Produtos Florestais”.

“Muitas empresas estão preocupadas com a questão da madeira estrutural com mais qualidade. Cada vez mais o setor florestal tem investido em mecanização florestal e, com isso, ganhamos em produtividade e diminuímos custos. As indústrias estão fazendo manejo florestal para proporcionar ao mercado produtos de maior valor agregado, que possam ser utilizados na construção civil”, comenta o engenheiro.

Para Mancini, as florestas plantadas estão sendo cultivadas de acordo com princípios e critérios que garantem a sustentabilidade das unidades de manejo. As ações são planejadas para serem ambientalmente corretas, socialmente responsáveis e economicamente viáveis. Hoje, existe uma preocupação muito grande com a manutenção da biodiversidade, da fauna e da flora. Os produtos ofertados pelas empresas do setor florestal, segundo o engenheiro, estão adaptadas à demanda de mercado e a cadeia produtiva da construção civil é um importante mercado para o setor de floretas plantadas.

Outro ponto abordado por Mancini durante a palestra foi a questão de como a madeira é tratada fora do Brasil. A construção em wood frame, por exemplo, está consagrada na América do Norte há mais de 90 anos e ele acredita que o Brasil também tem potencial para o crescimento de construções sustentáveis. A tendência para a madeira, conforme ele diz, é de ganhar mercado ao longo dos anos, à medida que os consumidores finais passem a confiar no produto como material construtivo.

“É importante ressaltar que quanto mais utilizarmos a madeira de floresta plantada, evitaremos os desmatamentos e as afrontas em relação às matas nativas. Precisamos promover o uso sustentável da madeira na construção civil. O setor florestal conta com muitas empresas que são consideradas modelos na preservação e conservação dos recursos naturais, na qualidade dos serviços, nas pesquisas, na produtividade, bem como no trabalho responsável junto aos trabalhadores do campo e comunidades regionais. A evolução da normatização dos produtos poderá aumentar a demanda pela construção civil. Dessa forma, o segmento da floresta plantada estará pronto para atender às demandas da construção civil, além das outras cadeias produtivas da madeira”, completa João Mancici.

Evento

A Expo Madeira & Construção e o Simpósio são promovidos pela Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal, Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), com patrocínio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Arauco, Guararapes, Triângulo Pisos de Madeira e Tree Florestal.

Apoiam a realização dos eventos: Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná (CAU/PR), Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Paraná, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR), Senai, Sinduscon PR, Companhia de Habitação do Paraná (Coahapar), Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas (ABRAF), Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR), Associação Gaúcha de Empresas Florestais (Ageflor), Instituto Brasileiro da Madeira e das Estruturas de Madeira (Ibramem) e Embrapa Florestas.

Fonte: Painel Florestal
28 fev 2012

Ameaça à produção mineira

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Uma alteração feita pelo Senado no Código Florestal pode afetar Minas Gerais diretamente. De acordo com a decisão da Casa, é proibido usar o último terço das montanhas (o topo dos morros) para pastagens

Uma alteração feita pelo Senado no Código Florestal pode afetar Minas Gerais diretamente. De acordo com a decisão da Casa, é proibido usar o último terço das montanhas (o topo dos morros) para pastagens. A topografia de Minas é repleta de regiões montanhosas, nas quais a pecuária, principalmente a leiteira, é atividade forte. A lei que vigora restringe as pastagens com inclinação acima de 45 graus, enquanto o aditivo restringe mais, passando o limite para 25 graus. Entretanto, o relator do texto, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), revela que está sendo feito um estudo técnico e existe a possibilidade de retirar esse item do relatório.

Cálculos de associações de produtores de leite estimam que, caso fosse cumprida, a restrição acima de 45 graus poderia diminuir a produção nacional de leite em 19,25%. Não existe uma estimativa para o impacto do aumento da restrição, mas, de acordo com o presidente da Comissão do Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Alvim, ele seria imenso. Isso acontece porque o relevo montanhoso usado para pastagens se concentra em estados produtores de leite: Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. A estimativa é de que o país produza 32 bilhões de litros de leite este ano.

“Quando o projeto saiu da Câmara todas as pastagens estavam consolidadas, mas esse item foi alterado no Senado”, detalha Piau. O deputado explica que as áreas já abertas em morros com inclinação acima de 25 graus já estão consolidadas e o produtor não poderá mais retirar a vegetação nativa para fazer o pasto.

Na opinião do analista de políticas públicas da WWF Brasil, Kenzo Jucá Ferreira, a limitação é uma decisão acertada para defender o meio ambiente. “A redução da cobertura vegetal provoca riscos de deslizamentos”, afirma. Ele também vê interesse comercial na derrubada do aditivo do Senado. “Como já existe a proibição, os terrenos têm baixo valor venal e, com a mudança, seriam muito valorizados”, completa Ferreira.

Outro ponto que incomoda o relator é o que diz respeito às áreas que contam com espécies em extinção, principalmente vegetais, que poderão ser licenciadas apenas pelo Ibama. “Atualmente, esperar pelo Ibama já demora quase um ano e pode demorar dois anos”, explica o deputado. “Um pé de pequi em uma área de 45 hectares pode inviabilizar a produção por quase dois anos”, completa o parlamentar. O deputado quer propor que órgãos ambientais estaduais atuem nesse licenciamento.

O Senado também criou um capítulo específico para a agricultura familiar e outro para as cidades. Ele determina que o poder público crie programas de apoio técnico e incentivo financeiro para os pequenos proprietários preservarem e recuperarem as áreas de vegetação nativa. Já os municípios, nas novas expansões, terão de assegurar pelo 20 metros quadrados de área verde por habitante.

O coordenador de Florestas da Frente Parlamentar Ambientalista, deputado Márcio Macêdo (PT-SE), afirmou que não há clima para aprofundar os debates sobre o Código Florestal. “O projeto que veio do Senado ainda deixa a desejar do ponto de vista ambientalista, mas, diante das condições políticas e objetivas do país neste momento, não é adequado reabrir (o texto) para mudanças, em virtude de que pode se reproduzir um debate muito intenso, que dificulte a aprovação do código em condições sustentáveis.”

Já o coordenador da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Moreira Mendes (PSD-RO), disse que é necessário alterar o texto do novo Código Florestal aprovado pelo Senado. “Algumas modificações introduzidas pelo Senado terão de ser revistas aqui na Câmara, pois são prejudiciais aos interesses do produtor. Em vez de resolver conflitos, vão criar mais embaraços e mais problemas. Temos de encontrar uma solução de meio-termo”, afirma.

Fonte: Estado de Minas
15 fev 2012

Investimento em agricultura de baixo carbono

O produtor rural Cláudio Antônio Kellermann, assinou nesta terça-feira, durante o 4º Seminário sobre Guia de Financiamento da Agricultura de Baixo Carbono, parceria da CNA com a Embaixada Britânica, um contrato para financiamento de práticas sustentáveis no valor de R$ 600 mil

O produtor rural Cláudio Antônio Kellermann, proprietário da Fazenda do Paraíso, localizada no município de Piratini (RS), assinou na tarde desta terça-feira (14/02), durante o 4º Seminário sobre Guia de Financiamento da Agricultura de Baixo Carbono, parceria da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) com a Embaixada Britânica, um contrato para financiamento de práticas sustentáveis no valor de R$ 600 mil. Os recursos, oriundos do Programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), do Governo federal, serão aplicados na recuperação de pastagens degradadas e na integração lavoura-pecuária.

Com os recursos do financiamento, o produtor pretende comprar vacas, novilhas, formar pastagens e recuperar áreas degradadas, além de construir cochos e cercas. O contrato também foi assinado por Renir Renato Resenhem, do Banco do Brasil. A meta é aumentar em 30% a produtividade da propriedade rural, em 18 meses, segundo o técnico agrícola Cléber Giller. “Estou otimista. Vamos investir nas pastagens e, conforme a orientação do técnico responsável pelo projeto, estaremos melhorando a produtividade por área, aplicando insumos e calcário em terras que nunca tiveram esse cuidado e, ainda, fazer uma pecuária de sustentabilidade”, explicou Kellermann.

O técnico agrícola conta que a idéia é melhorar a área utilizada para a criação, de forma que o gado fique menos tempo no campo, diminuindo assim a emissão de carbono na atmosfera. Cléber conheceu o programa a partir de informações obtidas junto ao Banco do Brasil e, após o seminário de divulgação do programa, já tem novas idéias para implementar na propriedade com os recursos do ABC. “Consegui ver a possibilidade de investir em biodigestores e melhorar a produção de ovinos numa proposta totalmente sustentável”, comemorou.

Façam como o produtor rural Cláudio Antônio Kellermann, invistam em sua propriedade através do Programa ABC. Esclareça suas dúvidas conosco entrando em contato pelos telefones: (34) 3084-8446 e (34) 9147-9310 ou envie sua dúvida para contato@investagro.com.br.

Fonte: Canal do Produtor
06 fev 2012

Programa ABC, porque investir? Saiba desta e outras respostas com a orientação gratuita da InvestAgro

O que é o Programa ABC?

O Programa ABC é uma linha de crédito rural oficial que foi instituída em 17 de agosto de 2010, pelo MAPA, e inserido no Plano Safra 2010-2011 com valor disponibilizado de R$ 2 bilhões. Naquela data, o Conselho Monetário Nacional (CMN), por meio da Resolução no. 3896, instituiu, no âmbito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC). Posteriormente, foi feita uma atualização com a Resolução no. 3.979, de 31 de maio de 2011. Dessa forma, o Programa ABC já é uma das ações previstas no Plano ABC para disponibilização de recursos oficiais para financiamento da adoção das tecnologias mitigadoras de emissões de GEE pelos produtores rurais brasileiros .

Vantagens em aderir ao Programa ABC

O Programa ABC é a oportunidade de incorporar ao processo produtivo as tecnologias sustentáveis para uma produção mais eficiente, que proporciona o aumento da renda através do incremento da produtividade e da diversificação da produção, incentiva a recuperação do passivo ambiental, diminui a pressão sobre as florestas nativas e tudo isso resulta na redução da emissão de GEE, propiciando uma agricultura mais sustentável na produção de alimento aos brasileiros e ao mercado externo. Essa nova agricultura sustentável conta com incentivos governamentais que tornam o Programa uma alternativa atraente frente aos instrumentos de financiamento existentes no mercado, como veremos a seguir.

Orientação Gratuita

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