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13 out 2014

Colheita de madeira na Bolívia pode ser prejudicada por falta de óleo diesel

País precisa melhorar mecanismos de monitoramento e controle de processos de produção

trator-toraEnquanto o clima tem favorecido o bom desempenho da gestão de colheita de madeira este ano nas áreas de produção do país nos últimos 2 meses, o que até agora é um aumento de 30%, em nível nacional, de 250 mil hectares de florestas legais subutilizadas. No entanto, outra preocupação da indústria da madeira, além do enorme crescimento das importações no setor, é o problema da falta de fornecimento de diesel que as empresas têm para trabalhar na colheita.

O gerente geral da Câmara Florestal da Bolívia (CFB), Jorge Ávila, disse que enquanto a extração de madeira está bem, em seu segundo mês de colheita em áreas produtivas, porque foi alcançado um consenso com a Autoridade de Florestas e Terras (ABT) para melhorar os mecanismos de monitoramento e controle de processos de produção. No entanto, o fato que preocupa é a dificuldade no fornecimento óleo de diesel para as empresas, principalmente para os pequenos e médios produtores.

Segundo Ávila, o único fator que preocupa agora é o diesel. “Os mecanismos da Força Especial contra o Narcotráfico (FELCN) estão criando uma série de problemas que prejudicam a safra deste ano”, disse Ávila, que acrescentou que a Câmara Florestal está fazendo diligências junto do FELCN, para conseguir o insumo em tempo necessário.

Fonte: Câmara Florestal da Bolívia (CFB)
12 jul 2014

Alta dos insumos e estabilidade dos preços da madeira reduzem rentabilidade da silvicultura

A alta dos insumos e a estabilidade dos preços de venda da madeira têm reduzido a rentabilidade da silvicultura

ativos-silvicultura

A alta dos insumos e a estabilidade dos preços de venda da madeira têm reduzido a rentabilidade da silvicultura nas regiões de Palmas (TO), Campo Grande (MS) e Curvelo (MG), segundo levantamento do Projeto Campo Futuro, parceria da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Dendrus Projetos Florestais e Ambientais e da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

A análise, que está no boletim “Ativos da Silvicultura”, mostra que o lucro dos produtores caiu 37,8% em Curvelo entre novembro de 2012 e abril de 2014, em função da elevação dos custos de produção e da manutenção dos preços de venda. Há dois anos, o Custo Total (CT) era de R$ 37,15 por metro cúbico. Em 2014, chegou a R$ 40,11, uma alta de 7,38%. No período, o preço da madeira manteve-se estável em R$ 45 por metro cúbico em pé.

Esta realidade também foi verificada em Palmas e em Campo Grande, onde o metro cúbico da madeira em pé continuou sendo vendido a R$ 62 e R$ 50, respectivamente, mesmo num cenário de custos mais altos. O lucro dos produtores de Campo Grande teve queda de 24,4% entre agosto de 2013 e abril de 2014.

Para evitar novos ciclos de perdas financeiras, a orientação da CNA/Dendrus/UFV é para que os produtores planejem as aplicações de insumos e fertilizantes, itens que, segundo os especialistas, devem ser comprados quando os preços estiverem mais baixos. Esta estratégia possibilitará aumento na rentabilidade dos projetos florestais.

Além dos fatores econômicos, a instabilidade climática observada no Brasil nos últimos meses – chuvas torrenciais no final de 2013 e longo período de estiagem no início de 2014 – foi motivo de preocupação para o setor. No Espírito Santo e no sul da Bahia, o clima dificultou os trabalhos de sangria e a execução das tarefas diárias nos seringais.

Produtores desses estados relatam que a produtividade por hectare tenha sido reduzida em 20% a 30%. “Além destes prejuízos diretos, fortes chuvas seguidas de período de estiagem podem favorecer o aparecimento de doenças e pragas nos seringais”, afirma Camila Braga, assessora técnica da CNA.

Acesse o Boletim na íntegra:
– Ativos da Silvicultura – Ano 2 – Edição 6/ Julho de 2014

Fonte: Canal do Produtor
08 fev 2013

Valor dos insumos preocupa suinocultores brasileiros

A crise de abastecimento do milho e os altos custos de produção que prejudicaram a produção suinícola do País em 2012 estão entre as principais preocupações do setor para o ano que se inicia

insumos-suinocultoresCom o objetivo de prevenir que transtornos como esses voltem a ocorrer, representantes dos produtores de suínos de todo o Brasil se reuniram ontem, em Brasília, para traçar uma agenda de prioridades do setor e, após, apresentá-la ao ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho.

Os valores elevados de milho e soja, aliados aos baixos estoques governamentais, impactaram os custos de produção, fazendo-os chegar a R$ 3,00 por quilo vivo na região Sul, onde os produtores independentes recebiam R$ 2,00 por quilo vivo, com uma margem considerada apertada. “Em outros lugares do Brasil, os produtores apenas cobriam os custos, tendo rentabilidade zero”, informou o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes.

Para evitar que isso volte a ocorrer, as lideranças pediram ao ministro que fosse reformulada a venda a balcão, facilitando o acesso dos criadores ao produto, um dos principais componentes da ração formulada para os animais. “Os estoques públicos chegaram a zerar no ano passado, e isso não pode ocorrer, pois na hora que o produtor precisa da intervenção do governo para baixar os preços, não tem milho para negociar”, disse o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Folador.

De acordo com o ministro, até março será publicada portaria interministerial autorizando o lançamento de Contratos de Opção de Venda para aquisição do cereal por meio de leilões públicos a serem realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). “Sabemos da necessidade da recomposição de estoques e lançaremos contratos com preços adequados para essa finalidade”, explicou.

Folador destacou ainda a preocupação do setor com os valores elevados do cereal, que conforme especialistas, devem se manter entre R$ 27,00 e R$ 29,00 a saca de 60 quilos na safra atual. “Esses valores estão atrelados à oferta e à demanda e devem se manter altos, mesmo em plena safra, não há o que fazer. A única saída é recorrer aos estoques do governo, e por isso eles devem estar regulados”, destacou Folador.

O tema da sanidade também está entre as prioridades, com a preocupação de que o ministério da Agricultura mantenha o orçamento para investimentos na área.  “Com a abertura de novas fronteiras para a suinocultura brasileira, não podemos descuidar da sanidade e dos investimentos no Plano Nacional de Sanidade, com um controle de qualidade rígido”, defendeu Lopes. Sobre a participação dos suínos na Expointer, Folador disse que os produtores estão buscando alternativas para retornar à feira, com a presença de poucos animais. Também foi solicitada a aprovação do preço mínimo da suinocultura. Na pauta, foi incluída a demanda de aprovação da regulamentação das integrações e a renegociação das dívidas dos produtores.

Fonte: Jornal do Comércio

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