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26 out 2017

Mais qualidade para a madeira

Programa Nacional de Qualidade da Madeira (PNQM) passa a incluir novos procedimentos para integrar mais áreas das empresas e impactar positivamente nos negócios.

O Programa Nacional de Qualidade da Madeira (PNQM), desenvolvido pela Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), passou recentemente por uma atualização e capacitação dos auditores. Foram incluídos novos procedimentos como manutenção preventiva de equipamentos, treinamento de competências, política de atendimento a reclamações de clientes e qualificação de fornecedores. O objetivo é aperfeiçoar o Programa e, com isso, possibilitar a melhoria nos resultados de controle e rastreabilidade da produção e, consequentemente, dos negócios.

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16 jun 2015

Em ano de crise, setor florestal registra aumento nas exportações de celulose, painéis de madeira e papel

A receita de exportação do setor de árvores plantadas totalizou US$ 2,42 bilhões, registrando uma elevação de 1,8% na comparação com o mesmo período do ano passado

O mercado da celulose está em alta
O mercado da celulose está em alta

De janeiro a abril deste ano, a receita de exportação do setor de árvores plantadas totalizou US$ 2,42 bilhões, registrando crescimento de 1,8% em relação ao mesmo período de 2014. Também nos quatro primeiros meses de 2015, o setor registrou saldo positivo de US$ 2,03 bilhões, na Balança Comercial setorial, ou seja, um aumento de 14% em relação ao primeiro quadrimestre de 2014.

Celulose – De janeiro a abril de 2015, a produção de celulose totalizou 5,42 milhões de toneladas, alta de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O volume exportado registrou crescimento de 12,7% na comparação com 2014, totalizando 3,66 milhões de toneladas.

Painéis de madeira – As exportações de painéis de madeira praticamente dobraram nos quatro primeiros meses deste ano, totalizando 170 mil metros cúbicos, o que representa alta de 97,7% na comparação com o acumulado desse período em 2014. As vendas domésticas permaneceram praticamente estáveis e atingiram 2,3 milhões de m3.

Papel – Nos quatro meses de 2015, as exportações de papel atingiram 639 mil toneladas, ante 642 mil toneladas no mesmo período do ano passado. A produção se manteve praticamente estável de janeiro a abril de 2015 e atingiu 3,4 milhões de toneladas. As vendas domésticas somaram 1,7 milhão de toneladas, volume 5,6% inferior em relação ao mesmo período de 2014.

Fonte: IBÁ

30 abr 2014

Exportações de produtos florestais recuam em 2014

Os números do primeiro trimestre deste ano apontam para um recuo de 28% em relação ao mesmo período de 2013

A Instrução Normativa nº 21, do Ibama, tornou mais complexa a comercialização de produtos madeireiros
A Instrução Normativa nº 21, do Ibama, tornou mais complexa a comercialização de produtos madeireiros

As exportações dos produtos madeireiros originários de Mato Grosso recuaram no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. A manutenção do câmbio favorável às exportações a partir do segundo semestre de 2013 não foi suficiente para elevar a receita comercial relativa aos embarques de produtos florestais em 2014.

De janeiro a março deste ano, foram embarcadas 20,048 mil toneladas de produtos madeireiros, proporcionando um recuo de 28% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o volume exportado atingiu 27,851 mil toneladas.

Por consequência, a receita comercial também apresentou variação negativa de 6,13% e somou US$ 20,905 milhões no primeiro trimestre de 2014, ante US$ 22,270 milhões em 2013.

Entre os fatores que contribuíram para a baixa nas exportações cabe citar algumas barreiras criadas com a implantação da IN 21 do Ibama, que tornou mais complexa a comercialização dos produtos, comenta a superintendente de Desenvolvimento Sustentável do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira (Cipem), Sílvia Fernandes.

“Como alguns produtos beneficiados e não descritos na IN 21 são de costumeira produção do setor florestal, acaba ocorrendo a retenção de contêineres nos portos prejudicando as exportações com o Mercosul e outros mercados”, completa Sílvia Fernandes.

Fonte: Painel Florestal
20 jun 2013

Expansão do setor náutico gera oportunidades para os pequenos negócios moveleiros

Santa Catarina tornou-se, em 2012, o segundo maior produtor de barcos de lazer do Brasil. De acordo com um relatório do Sebrae/SC, desenvolvido pelo projeto SIS, essa é a hora de os pequenos empresários moveleiros investirem no setor e prospectar novos negócios para 2013

setor-nauticoO mercado náutico no Brasil está crescendo de forma vertente. Segundo o estudo Indústria Náutica Brasileira, a frota brasileira de embarcações de esporte e recreio acima de 16 pés compreende um conjunto de aproximadamente 70 mil embarcações, entre lanchas e veleiros, em todo o País. Somente em 2011, o segmento faturou R$ 1 bilhão, e em 2012, até novembro, os números indicavam movimentação de cerca de US$ 800 milhões. O setor abre uma nova oportunidade de negócios para as empresas moveleiras de Santa Catarina, visto que o Estado é o segundo maior produtor de barcos do Brasil, com 22% dos estaleiros de todo o País.

O Sistema de Inteligência Setorial (SIS), do Sebrae/SC, desenvolveu um relatório com projeções do setor, informações de incentivo governamental e sugestões de investimento. “O governo do Estado tem incentivado a participação dos pequenos negócios nesse setor. O Polo Náutico do Litoral Catarinense, por exemplo, é considerado estratégico pelo Programa Nova Economia@SC, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável”, destaca Marcondes da Silva Cândido, gerente da unidade de Gestão Estratégica do Sebrae/SC.

As ações previstas ao longo da execução do programa voltadas ao Polo Náutico do Litoral Catarinense têm como objetivo ganhos de qualidade, produtividade e a inserção das empresas em novos mercados. Com o apoio e auxílio da Associação Catarinense de Marinas, Garagens Náuticas e afins (Acatmar), pequenos negócios de diversos segmentos que integram a cadeia produtiva do setor poderão participar de duas ações do projeto até 2014.

Para quem ainda não vislumbrou a possibilidade de novos negócios, o analista técnico do Sebrae/SC, em Lages, Denilson Coelho, conta que a região de Lages, onde localiza-se o Polo Setorial Moveleiro do Planalto, 15 empreendimentos serão beneficiados pelo programa e ainda é possível participar da iniciativa.

“Esse é o momento de os empresários moveleiros investirem em ações que possam contemplar esse setor, que anualmente gera muita renda e empregos. Buscar orientações no Sebrae, por meio de seus agentes, visitar feiras ligadas, pesquisar e prospectar potenciais clientes pode se tornar uma excelente estratégia de novos e bons negócios para 2013”, destaca o gestor do SIS, Douglas Luis Três.

Criatividade é a palavra de ordem

Agradar os donos de lancha e iates exige uma constante busca pela perfeição e por novidades, exigindo muita criatividade. Além de móveis sob medida, o relatório do SIS destaca que o ramo moveleiro deve oferecer alternativas para conquistar cada vez mais espaço nesse mercado, sem esquecer da questão de sustentabilidade. O relatório traz como exemplo a loja para madeira teca Teakstore, a primeira especializada em madeira teca de São Paulo, um produto ideal para utilização náutica e em móveis para áreas externas. A Teakstore trabalha exclusivamente com matéria-prima fornecida pela empresa Cáceres Florestal, pioneira no plantio produtivo da teca em terras brasileiras. Suas árvores são colhidas adultas, já com 30 anos de idade, e certificadas pelo Forest Stewarship Council (FSC), assegurando uma madeira de bom manejo florestal produzida em conformidade com os princípios e critérios sociais e ambientais da entidade. “Esse é um bom exemplo a ser seguido por nossos empresários catarinenses”, enfatiza o analista técnico Denilson Coelho.

Para ter acesso ao relatório completo é necessário se cadastrar no portal do SIS (www.sebrae-sc.com.br/sis).

Sobre o SIS
O projeto foi desenvolvido a partir da demanda dos empresários e atende os setores de vestuário, apicultura, calçados femininos, móveis de madeira, leite e sustentabilidade. Criado em 2007, o SIS tornou-se um verdadeiro aliado para o aumento da competitividade das empresas participantes. Uma equipe de profissionais multidisciplinar orienta todo o processo, e as informações, em forma de relatórios, ficam disponíveis no ambiente de disseminação do SIS, totalmente on-line e gratuito.

Fonte: CI Floretas
18 jun 2013

Mercado de madeira de Goiás busca estruturação

Goiás contribui com implantação de política florestal plantada para incentivar cultivo de árvores no País

demanda-madeira
A demanda por madeira tem crescido

A busca de subsídios para a elaboração de projeto de lei objetivando a implantação de uma política brasileira de florestas plantadas ocorreu, no Auditório Irom Gomes, na sede da Sociedade Goiana de Pecuária.

Depois da coleta de dados e informações, o material será avaliado e ajustado pela Câmara Técnica Especializada em Florestas Plantadas, para o encaminhamento à presidenta da República, Dilma Rousseff, que posteriormente enviará o documento na forma de projeto de lei ao Congresso Nacional para a devida apreciação e transformação em lei.

Pedro Arraes, da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) e ex-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e ex-chefe da Embrapa Arroz e Feijão, sediada em Goiás, coordenou a reunião da SGPA e instigou o debate para coleta de informações. Segundo o engenheiro agrônomo, que praticamente começou sua vida profissional neste Estado, o País carece de uma política de florestas nativas.

Pedro Arraes discorreu sobre aspectos relativos à política florestal, plantas nativas e plantadas, para explicar enfim o que é o setor. A questão florestal compreende uma diversidade de dados e informações que são associados ao conhecimento das formações de florestas e o entendimento das diversas formas de uso desses recursos pela sociedade. Geralmente, envolve o desenvolvimento da pesquisa e tecnologia associada ao setor, e à formação de profissionais com capacidade institucional e legal instalada para gerir esses recursos no País.

COMPLEXIDADE

Neste complexo contexto de conhecimentos associados às florestas, os desafios se ampliam diante da extensão das reservas nacionais. Por isso, a criação e operação de um sistema de informações que permita, dentre outros princípios, analisar uma ampla base de dados e informações é essencial para a política florestal brasileira e para hábito sustentável de conservação dos recursos florestais em benefício coletivo.

A relação com outras políticas e o fomento do cultivo florestal cultivado mereceram a atenção de um público interessado em investir no segmento. A introdução do Código Florestal, por exemplo, importuna o setor madeireiro. Segundo Arraes, nada mais nada menos que cinco ministérios estão envolvidos com a questão.

As divergências são naturais e a Legislação tende a dar harmonia e amparo legal à atividade. Como fica a ocupação do solo? É uma pergunta que apenas o legislador dará resposta. Por isso, ele considera importante encontro como o provocado pela Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura e que contou com a representação de outras instituições como a Faeg, o Sebrae, a Secretaria da Agricultura, a Emater e associações vinculadas como a Associação Goiana de Silvicultura (Goiás Floresta).

DEMANDA

O setor reconhece que há crescente demanda rural e urbana com relação a móveis e a madeira em si. O mercado global cresce e as perspectivas são animadoras para o segmento, que terá que seguir os ditames legais. Pedro Arraes sustenta a necessidade de uma política de longo prazo. O planejamento se faz necessário visando o abastecimento do parque industrial.

O representante da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República vê necessidade, também, de inserção de pequenos e médios produtores, observando que há nichos da indústria moveleira para eles. A agregação de valor e tecnologia são outros fatores considerados tanto por Arraes quanto pelos participantes do evento. Arraes acredita que o governo concederá medidas de apoio ao segmento, através de investimentos da Cédula Rural do Produtor, isenção de PIS-COFINS para resíduos florestais e para exaustão florestal, além de seguro.

Na reunião foram apresentados alguns indicadores econômicos e ambientais sobre o setor de florestas que serão usados para embasar a política. O destaque foi o segmento de celulose e papel, que estão entre as commodities mais importantes do Brasil. Durante o debate ficou claro que parte dos problemas é justamente a falta de informações. O tema, reconhece Pedro Arraes, ainda está em discussão mais abrangente para ir clareando gradualmente.

Fonte: Painel Florestal

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