O tamanho do seu plantio, não muda o tamanho da nossa dedicação.
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03 fev 2014

Planejamento florestal promove avanços na economia de Mato Grosso

O fortalecimento da atividade é acompanhado pelo aumento das áreas de preservação e conservação florestal por meio dos projetos de manejo

Participação do setor florestal no PIB do MT deve saltar de R$ 3,2 bilhões para R$ 7,2 bilhões até 2030
Participação do setor florestal no PIB do MT deve saltar de R$ 3,2 bilhões para R$ 7,2 bilhões até 2030

Dados do Programa de Desenvolvimento Florestal Sustentável de Mato Grosso (PDFS-MT), apresentado na manhã desta quinta-feira, 30, ao segmento de base florestal e membros da classe governamental e da sociedade civil, organizado pela empresa STCP Engenharia e conduzido pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), juntamente com a Secretaria de Estado de Indústria, Minas e Energia (Sicme), indicam que o setor de base florestal poderá elevar a participação no Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso do atual índice de 5,4% para 6,5% até 2030, saltando de R$ 3,256 bilhões para R$ 7,234 bilhões ao ano.

O fortalecimento da atividade é acompanhado pelo aumento das áreas de preservação e conservação florestal por meio dos projetos de manejo florestal sustentável, atualmente ocupando 2,3 milhões de hectares no Estado, mas com possibilidade de envolver 8 milhões de hectares nos próximos 20 anos. Outro ponto é que, com o incremento nas áreas de manejo florestal, a produção madeireira originária da floresta nativa pode crescer entre 7% (lenha) a 74% (serrados) até 2030.

Contudo, para obter esses resultados, será preciso estabelecer ações estratégicas, como a simplificação de processos de licenciamento ambiental, melhoria da regularização fundiária, adequações e incentivos fiscais e tributários, apoio a planos de manejo, acesso a financiamento, desenvolvimento de matéria-prima e produtos, promoção de mercado e melhoria de infraestrutura e logística, conforme conclusão do estudo que vem sendo feito desde maio de 2013.

A apresentação foi feita para validar o documento que, a partir de agora, vai nortear as ações em busca do desenvolvimento do segmento madeireiro no Estado. A apresentação, feita pelo consultor Ivan Tomaselli, ocorreu na Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt) e contou com a participação de 110 pessoas. Entre os presentes, estava o deputado estadual, José Riva (PSD), que representou os demais parlamentares da Assembleia Legislativa. Ele afirmou que a Casa apoia totalmente o estudo e a implementação do Programa, uma vez que a madeira é um produto muito nobre, mas que vem sendo desmerecida continuamente pela sociedade brasileira.

Como exemplo ele citou o fato de ter ouvido o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB), cujo Estado é o principal mercado consumidor de madeira da Amazônia, dizer que comprar este produto (madeira amazônica) era um ‘crime’. Isso, explicou Riva, se deu pelo desconhecimento do que é o trabalho de Manejo Florestal. “Quem faz manejo deveria receber um prêmio e não ser discriminado por trabalhar com o corte de madeira, já que, na verdade, está contribuindo não só para a economia estadual, mas também para a conservação ambiental”, explicou.

O parlamentar lembrou ainda que a Assembleia tem dado todo o apoio ao segmento florestal, que é um dos mais tributados e que tem muitos entraves burocráticos que a gestão legislativa tem tentado resolver paulatinamente. Um deles, conforme explicou Riva, foi a questão da liberação do Manejo somente com o Cadastro Ambiental Rural (CAR), cuja lei foi aprovada há um mês faltando apenas agora a sanção do governador Silval Barbosa (PMDB). Para ele, há também que se levar em consideração a questão tributária que é uma das mais altas do País.

O presidente do Cipem, Geraldo Bento, disse que o setor está muito satisfeito com o resultado do PDFS. E que, nessa uma década de existência do Cipem, o setor pode se orgulhar por estar ainda mais forte. Diferente do que ocorria antes com cada um correndo atrás de seu espaço sem conseguir quase nada. “O potencial é imenso. Levantamento do Fórum Nacional de Atividades de Base Florestal (FNBF) indica que atualmente existem 214 bilhões de ativo florestal na Amazônia e 28% desse montante está em Mato Grosso. Podemos explorar uma área de até 9 milhões de metros quadrados de madeira, proveniente do manejo, contudo, hoje só utilizamos 3 milhões. Isso significa que estamos muito aquém do que temos em potencial e este programa vai dar um Norte para o setor”, destacou.

Na avaliação dos presentes agora, com o PDFS, o cenário pode mudar radicalmente para melhor, uma vez que há um mapeamento dos potenciais e indicação de gargalos e mercados cabendo somente a cada um dos envolvidos fazer a sua parte para que toda a sociedade ganhe. O secretário de Estado de Meio Ambiente, José Lacerda, elogiou a iniciativa do Cipem em idealizar o PDFS, bem como a proposta de criar uma agência implementadora, promovendo estudos no âmbito da cadeia produtiva estadual de florestas e ações para a base de produção, com agregação de valor e competitividade nos mercados nacional e internacional.

“A Sema, nesse contexto, terá o papel fundamental de integrar os trabalhos de revisão dos instrumentos legais e institucionais para a simplificação dos processos de licenciamento e, também, pelo fomento à assistência técnica no apoio aos planos de manejo da floresta”, garantiu Lacerda.

Fonte: Painel Florestal
17 jan 2014

Nova lei florestal autoriza liberação de Manejo Florestal com CAR

A Lei Complementar entrou em vigor esta semana, após publicação no Diário Oficial do Estado do Mato Grosso, e deve diminuir a burocracia

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Setor florestal terá mais agilidade, embora o empresariado continue desconfiado

A conquista da Lei Complementar (LC) 523, de autoria dos deputados estaduais Dilmar Dal’Bosco (DEM) e José Riva (PSD), publicada pelo Governo do Estado no Diário Oficial do dia 30 de dezembro que circulou esta semana, fez valer todo esforço do setor de base florestal, que, há décadas, luta para alcançar esse feito.

A Lei modifica o artigo 19 da LC nº 38/1995, LC nº 232/2005 e o artigo 18 da LC nº 233/2005, no qual o Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) e a sua Autorização de Exploração Florestal (Autex) serão autorizados mediante aprovação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), com a expedição da Licença Florestal.

Também fica modificado o Artigo 6º da Lei Complementar 343, que passa a vigorar com a seguinte redação: “O Cadastro, que terá efeito meramente declaratório, atestando a situação atual do imóvel, não se constituirá em prova da posse ou propriedade, nem servirá para autorizar desmatamento e/ou o Plano Exploração Florestal (PEF), para os quais será exigida a Licença Ambiental Única (LAU)”.

O presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Geraldo Bento, descreve a aprovação da LC como uma vitória importante para o setor, mas se diz preocupado com o atendimento da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).

“Comemoramos a publicação da Lei porque os empresários padeciam com a demora na aprovação do PMFS, o qual era um dos maiores gargalos para o desenvolvimento da atividade. Porém, estamos apreensivos com relação a prestação de serviço da Sema com a nova Lei, que deverá aumentar consideravelmente a procura por liberação de PMFS. Apesar disso, esperamos que a Secretaria esteja preparada para atender as novas demandas”, destacou Bento.

O gestor do Cipem também agradeceu à Assembleia Legislativa pela aprovação unânime do projeto. Em especial, aos deputados Dal’Bosco e Riva, que se dedicaram trabalhando na luta – um antigo anseio do setor de base florestal.

O empresário Rafael Mason destacou os benefícios que a publicação da LC 523 irá trazer para o Estado e para o meio ambiente. “O setor de base florestal de Mato Grosso terá um grande avanço porque resolve boa parte das dificuldades, agilizando os processos que antes demoravam mais de dois anos para serem liberados. Com isso, haverá o destrave a atividade, que representa a quarta economia do Estado, além de adequar a legislação ambiental do Estado ao novo Código Florestal Brasileiro. Alei irá incentivar, ainda mais, a produtividade e a legalidade do segmento”, comentou Mason.

Segundo o deputado estadual Dal’Bosco, a LC é muito importante na valorização desses grandes empreendedores que geram empregos e fazem a parte social do Estado, ajudando no desenvolvimento. “A Lei simplifica o CAR e elimina a LAU, diminuindo a burocracia dentro da Sema e dar agilidade nos procedimentos da liberação do Manejo Florestal, valorizando o profissional engenheiro florestal”, observou o parlamentar.

O democrata também parabenizou a participação efetiva do Cipem e dos sindicatos de base florestal, que, em conjunto, colaboraram na construção da Lei para ajudar o setor que contribui com o Estado através da geração de emprego e renda para a sociedade.

Já o deputado estadual Riva avaliou a medida como uma das mais justas para o empreendedor da área de gestão florestal. “O antigo modelo onde o empresário esperava mais de um ano para tirar uma LAU e depois disso entrar com o Projeto de Manejo, que, muitas vezes, demorava mais um ano para sua liberação, era um prejuízo, tanto para o empresário quanto para o Estado. Isso porque o setor ficava dois anos sem produzir, o que gerava muito desemprego no Norte do Estado. Agora esperamos que a Sema cumpra seu papel e consiga prestar os serviços adequadamente”, concluiu.

Fonte: Painel Florestal
12 dez 2013

Gente, o segredo da silvicultura bem feita!

Todo bom silvicultor necessita, obrigatoriamente, de todas as ferramentas para fazer um trabalho de qualidade

Nelson Barboza Leite
Nelson Barboza Leite

Numa “conversa de boteco” alguns profissionais colocaram em pauta uma questão interessante e que rendeu inúmeras discussões, palpites e sugestões: qual a causa de tanta diferença entre os trabalhos silviculturais das empresas?

No meio de considerações cuidadosas e “cheias de dedo”, há de se registrar a posição firme de um consultor muito conhecido no setor e que vive dentro das empresas discutindo programações, estratégias, modelos organizacionais. Sem rodeios e firulas tascou – “o trabalho de silvicultura é o resultado da competência e do entendimento de toda a equipe de trabalho”.

E animado continuou – “Só pessoas que se falam e se entendem, conseguem soluções para os problemas que surgem no dia a dia, e isso é imprescindível para que a silvicultura vá bem. É premissa fundamental para que a empresa florestal seja bem sucedida”.

O murmurinho geral que se seguiu, exigiu mais explicações, e da mesma maneira e bem objetivamente, o nosso consultor disse: “não adianta dinheiro à vontade, contratações de especialistas e reuniões daqui e dali, o que manda é ter um bom silvicultor e cultivar o relacionamento amigável e cooperativo entre toda a equipe de trabalho – os que fazem e os que dão apoio. Sem isso, só um milagreiro”.

E para concluir, completou – “É impossível se fazer uma silvicultura bem feita, se não se dispuser de toda engrenagem de operação perfeitamente integrada e comprometida com o sucesso. Todo bom silvicultor necessita, obrigatoriamente, de todas as ferramentas para fazer um trabalho de qualidade. E essas ferramentas são representadas pelo conhecimento tecnológico, disponibilidade de insumos, mão-de-obra treinada e equipamentos adequados.

Tudo isso andando junto, na hora certa, na quantidade adequada e no lugar exato”. E bem ao seu jeitão bradou – ”o resto é conversa mole, é tapar o sol com a peneira”. Que lição clara, ousada e desconcertante! Um participante da conversa, muito satisfeito, já foi dizendo: “vou pregar na porta de entrada da minha empresa”.

Depois dessas enfáticas e objetivas colocações, seguiram-se algumas considerações, mas já com a premissa básica definida. Houve uma minoria que esboçou alguma reação, mas foi calada pela concordância da grande maioria. Um misto de realidade e de preocupação com as colocações do consultor! Para quem não atua no setor ou não conhece as dificuldades do dia a dia de um projeto de silvicultura ou de uma empresa florestal, isso tudo pode parecer estranho!

Fala-se de coisas óbvias: em qualquer manual de administração, de organização de trabalho e até nos manuais de “como trabalhar sem sofrimento” – essa premissa do trabalho em equipe, com a equipe e para a equipe é lição das páginas iniciais. Mas, em algumas empresas, essa simplicidade se complica e se torna uma utopia.

A relação entre as pessoas é tão difícil que chega a comprometer a qualidade dos trabalhos silviculturais. E aqui começam as grandes diferenças entre empresas. A execução dos serviços de campo não é tarefa tão simples e corriqueira. É uma mistura de matemática, biologia e algumas pitadas de psicologia! Em alguns casos, as ferramentas usadas pelo silvicultor são manejadas por cabeças diferentes na mesma empresa.

O uso sincronizado dessas ferramentas parece ser o segredo da boa silvicultura, do sucesso dos empreendimentos e a arte dos gestores do empreendimento. E aqui entra a pitada de psicologia no tradicional pacote de matemática e biologia. É muito comum que cabeças diferentes, pensem diferente. Mas o grande problema é quando essas cabeças pensando diferente criam mundos independentes, com prioridades próprias e se descolam da atividade fim da empresa.

Aqui começam as dificuldades, surgem os problemas sem solução, a silvicultura fica sacrificada e as diferenças entre empresas se evidenciam! Nesse ponto, a equipe já se transformou em turmas e todas disputando o mesmo campeonato, umas na parte de cima e outras na parte de baixo da tabela. É só uma visita de campo nessas empresas e observa-se o retrato fiel desses desencontros!

Foi uma lição profissional e de vida para o grupo, mas mesmo assim, surgiram, sorrateiramente, algumas justificativas daqueles mais abatidos, mas nada tão contundente, quanto às considerações do nosso amigo consultor. Com certeza, vou receber uma ligação telefônica dele e vou ouvir: você não me avisou que ia falar disso! Vou agradecer a lição dada e dizer da importância de se compartilhar o privilégio daquela conversa com os profissionais do setor!

Vou informá-lo, também, que irei falar a respeito de outros temas tratados naquela “conversa de boteco”. E foi uma conversa longa… São registros para reflexão e que devem fazer bem às pessoas e muito mais à silvicultura brasileira. Com certeza, o nosso amigo vai concordar!

Fonte: Painel Florestal
16 set 2013

Por que manejar as florestas?

manejo-florestalConheça as melhorias promovidas por esta prática na produção de madeiras

As principais razões para manejar a floresta são:

Continuidade da produção. A adoção do manejo garante a produção de madeira na área indefinidamente, e requer a metade do tempo necessário na exploração não manejada.

Rentabilidade. Os benefícios econômicos do manejo superam os custos. Tais benefícios decorrem do aumento da produtividade do trabalho e da redução dos desperdícios de madeira.

Segurança de trabalho. As técnicas de manejo diminuem drasticamente os riscos de acidentes de trabalho. No Projeto Piloto de Manejo Florestal (Imazon/WWF), os riscos de acidentes durante o corte na operação manejada foram 17 vezes menor se comparado às situações de perigo na exploração predatória.

Respeito à lei. Manejo florestal é obrigatório por lei. As empresas que não fazem manejo estão sujeitas a diversas penas. Embora, a ação fiscalizatória tenha sido pouca efetiva até o momento, é certo que essa situação vai mudar. Recentemente, tem aumentado as pressões da sociedade para que as leis ambientais e florestais sejam cumpridas.

Oportunidades de mercado. As empresas que adotam um bom manejo são fortes candidatas a obter um “selo verde”. Como a certificação é uma exigência cada vez maior dos compradores de madeira, especialmente na Europa e nos Estados Unidos, as empresas que tiverem um selo verde, provando a autenticidade da origem manejada de sua madeira, poderão ter maiores facilidades de comercialização no mercado internacional.

Conservação florestal. O manejo da floresta garante a cobertura florestal da área, retém a maior parte da diversidade vegetal original e pode ter impactos pequenos sobre a fauna, se comparado à exploração não manejada.

Serviços ambientais. As florestas manejadas prestam serviços para o equilíbrio do clima regional e global, especialmente pela manutenção do ciclo hidrológico e retenção de carbono.

Entre em contato com a InvestAgro, e saiba mais sobre o serviço de Inventário de Manejo de Florestas Plantadas.

25 jan 2013

Plantio de floresta precisa de planejamento para trazer lucratividade

É o que afirma o biólogo e pesquisador Alex Melotto, da Fundação MS, que participa da 17ª edição da Showtec, no município Maracaju, no interior do Mato Grosso do Sul

alex-melottoO rendimento financeiro das florestas está diretamente ligado ao tempo de cultivo total das árvores. O corte feito com quatro anos após o plantio tem rendido em médio de R$ 20 reais o metro cúbico. Após oito anos a renda sobe para R$ 30 reais e com doze anos de cultivo, pode alcançar R$ 150 reais o metro cúbico. A informação foi repassada aos produtores rurais durante o Showtec 2013, em Maracaju (MS), nessa quinta (24).

De acordo com o biólogo e pesquisador da Fundação MS, Alex Melotto, o plantio de floresta representa uma nova fronteira de produção no Estado, alavancando a economia e incentivando a industrialização. Para o produtor rural, o primeiro passo é a escolha do tipo de produção. “É preciso ver a demanda local de celulose ou madeira antes de iniciar o plantio para que mais tarde o produtor não fique na mão”, diz. Além de analisar a demanda no mercado, outros detalhes devem ser levados em consideração. “Levantar a disponibilidade de mão de obra local, se o comércio de insumos da região atende e se estradas e pontes na região vão facilitar o escoamento”, complementa.

A utilização da floresta na integração com outras culturas é ainda mais rentável. Segundo Melotto, a atividade aplicada juntamente com a pecuária tem trazido mais produtividade animal. “Fora o lucro com a venda das árvores, o produtor levará de quebra para sua propriedade um sistema climático eficiente. As árvores podem reduzir até 8 graus nas horas mais quentes do dia e aumentar até 6 graus no dias mais frios do ano, mantendo o conforto térmico animal, evitando que os mesmos tenham desgaste energético com aquecimento e refrigeração corporal”, explica o pesquisador. Para o meio ambiente, as florestas aumentam a penetração de água no solo e são fontes de alimento e abrigo para a fauna.

O Showtec 2013 tem como tema a “Diversificação do Agro para um Brasil Melhor” e acontece de 23 a 25 de janeiro, na sede da Fundação MS em Maracaju (MS). Essa é a 17ª edição da Feira, realizada pela Fundação MS e promovida pelo Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS, Sistema OCB/MS – Organização das Cooperativas Brasileiras, e Aprosoja/MS – Associação de Produtores de Soja de MS.

O evento, que tem entrada franca, tem como apoiadores o Governo do Estado de MS, por meio da Fundems – Fundo para o Desenvolvimento das Culturas de Milho e Soja, da Seprotur – Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo, da Agraer – Agencia de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural, Fundect – Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia, Embrapa, Sebrae, Biosul, Sicredi, Prefeitura de Maracaju, Crea-MS, Aeams e Fundação Agrisus.

Fonte: Painel Florestal

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