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23 jul 2015

Marceneiros de Cruzeiro do Sul preparam produção para a Expoacre

Comitiva formada por cinco moveleiros vai expor 30 peças de madeira na maior Feira de Negócios do Acre deste ano.

Com a aproximação do evento, os marceneiros seguem um ritmo acelerado de produção.
Com a aproximação do evento, os marceneiros seguem um ritmo acelerado de produção.

Famosos por sua irreverência e criatividade na fabricação de móveis, os marceneiros do Vale do Juruá também vão participar da Expoacre 2015. A comitiva formada por cinco moveleiros de Cruzeiro do Sul vai expor 30 peças de madeira na maior Feira de Negócios do Acre. Com a aproximação do evento, os marceneiros seguem um ritmo acelerado de produção.

Para o marceneiro Eduardo Santos Rocha, a feira é uma excelente oportunidade de negócio. “É um espaço onde a gente pode expor nossos produtos para todo o Estado. Muitas vezes a pessoa não compra na hora, mas fecha boas encomendas. Estou empolgado para participar”, disse.

Há um mês instalado e produzindo no Polo Moveleiro de Cruzeiro do Sul, Eduardo observa a importância do novo espaço para a melhoria da qualidade de trabalho. “A minha marcenaria antes era em uma área imprópria. A vinda para o polo melhorou em 100% a minha qualidade de vida”.

O galpão moveleiro, organizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis (Sedens), é um dos espaços de maior visitação na Expoacre. Nesta edição, o galpão vai receber a Unidade Madeira e Mobiliário do Senai.

Fernando Lima, gestor da Sedens, destaca que o governo vem investindo no fortalecimento da categoria. “Investimos não só no auxílio da matéria-prima, mas também na qualidade dos produtos, oferecendo cursos de design aos marceneiros. E a equipe de Cruzeiro tem se mostrado muito organizada, com uma qualidade de móveis excepcionais. Tenho certeza de que a feira será uma excelente oportunidade de negócio para o Acre”.

Fonte: Agência Notícias do Acre

15 dez 2014

BVRio participa do lançamento da Precificação de Carbono

O evento apresentou propostas para a descabonização da economia global e foi realizado em Lima, no Peru

Pedro Moura Costa, presidente da BVRio, em discurso na conferência da ONU em Lima, no Peru
Pedro Moura Costa, presidente da BVRio, em discurso na conferência da ONU em Lima, no Peru

Durante a Conferência da ONU para Mudanças Climáticas – COP20 – líderes de governos, empresas e organizações internacionais discutiram a necessidade de precificar o carbono e de ter transparência na descarbonização da economia. O evento foi organizado pelo Banco Mundial, WBCSD e IETA (International Emissions Trading Association).

Durante o evento, foi lançada a iniciativa Coalizão de Lideranças para Precificação do Carbono que contou com a participação de Rachel Kyte, vice presidente do Banco Mundial; Yoon Seong-kyu, Ministro do Meio Ambiente da Coréia do Sul; Paul Polman, CEO da Unilever; Pedro Moura Costa, presidente da BVRio; Edie Chang, Diretora Executiva do Air Resources Board da Califórnia; Mats Andersson, CEO da AP4, maior gestora de fundos de pensão da Suécia); Dirk Forrister, CEO da IETA e Peter Bakker, CEO do WBCSD.

Colocar um preço no carbono proporciona uma motivação para investimentos para um crescimento econômico sustentável. Independentemente do mecanismo utilizado, o preço do carbono deve ser parte de qualquer política que visa intensificar a mitigação das mudanças climáticas. Além disto, a precificação do carbono também melhora a eficiência da economia, permitindo o aumento dos investimentos do governo ou reduções de impostos em outras áreas.

As políticas de “cap and trade” e Sistemas de Comércio de Emissões (ETS) têm sido amplamente adotados nos últimos anos por causa de seu potencial para promover a redução das emissões de gases com efeito de estufa.

No Brasil grupos empresariais já começaram a implementar um sistema que simula a comercialização de certificados de permissão de emissões. A iniciativa Empresas pelo Clima (EPC), desenvolvida pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces), implementou uma simulação de comércio de carbono com base em dados corporativos reais de emissões para engajar empresas brasileiras nas discussões em torno do mercado de “cap and trade”. As negociações simuladas são realizadas na plataforma eletrônica de negociações da Bolsa de Valores Ambientais BVRio, que participa do comitê orientador.

As empresas que já participam da simulação são: AES Brasil, Anglo American, Banco, Citibank, Banco do Brasil, Itau Unibanco, Braskem, CCR, Construtora Camargo Correa, Duratex S.A, Eletrobras Furnas, Ecofrotas, Grupo Boticario, Klabin, Raizen Energia S.A, Oi S.A, Sanepar, Suzano Papele Celulose, Tam, Telefonica Vivo, e a Vale.

A esperança para uma economia de baixo carbono está depositada na próxima Conferência da ONU para Mudanças Climáticas – COP21, que será realizada em 2015 em Paris. Durante a COP20 foi promovida a “Declaração de Paris”, uma iniciativa que reúne a assinatura de diversos stakeholders como estados, regiões, cidades, empresas e financiadores que apoiam um acordo climático internacional que irá superar o Protocolo de Quioto, assinado em 1997. A BVRio assinou a Declaração de Paris no World Climate Summit, que ocorreu durante a COP.

Fonte: Painel Florestal

01 mar 2012

Analistas preveem aumento de volume e queda de preços nos mercados de CO2

Porém o valor anual deve cair 36%, estima a consultoria Thompson Reuters Point Carbon

As negociações nos mercados de carbono ao redor do globo continuarão a crescer, subindo 13% para 9,5 gigatoneladas de CO2e, porém o valor anual deve cair 36%, estima a consultoria Thompson Reuters Point Carbon.

Grande parte do crescimento nos volumes de 2012 virá da transação de sete bilhões de permissões de emissão da União Europeia (EUAs, em inglês) e 2,2 bilhões de Reduções Certificadas de Emissão (RCEs), impulsionada pelas atividades de hedging das usinas de energia e de gestão de portfólio, ao passo em que termina a segunda fase e inicia a terceira no mercado europeu.

Como as RCEs de gases industriais serão banidas a partir de 2013, podendo ser usadas apenas para o cumprimento de metas da segunda fase do esquema europeu de comércio de emissões (EU ETS), 2012 deve apresentar volumes maiores de comercialização destes créditos no mercado secundário.

No próximo ano, as RCEs de N2O e ácido adípico ainda devem ser negociadas no mercado bilateral (transações diretas entre compradores e vendedores), obviamente com preços menores do que as RCEs ainda aceitas no EU ETS, como as provenientes de projetos de energias renováveis, comentou Carina Heimdal, da Thompson Reuters Point Carbon.

“No próximo ano, a atividade nos mercados secundários de RCEs deve cair em 40%, enquanto no mercado primário prevemos atividades limitadas nos próximos três anos”, completou.

Ou seja, mesmo que a atividade caia no mercado secundário (em bolsas ou através de corretores), ainda haverá movimentação para compra de RCEs diretamente dos desenvolvedores de projetos (mercado primário), explica Carina ao ser questionada pela CarbonoBrasil.

A Point Carbon prevê que a partir de 2013, o volume dos mercados globais comece a estagnar devido à esperada próxima onda de programas de redução de emissões que tendem a iniciar em 2015, como na Austrália, China e Coreia do Sul.

A expectativa é que o valor total do mercado caia 36% em 2012 para € 61 bilhões.

“Projetamos que os preços permaneçam deprimidos por algum tempo. Entretanto, esperamos que as incertezas políticas, especialmente relacionadas à proposta de retirada de EUAs do mercado, voltarão a ser um dos principais condutores dos preços das EUAs neste ano”, comentou Carina.

Ela ressalta que o quadro não é totalmente obscuro, e que apesar de o mercado europeu não estar na sua melhor forma, na América do Norte os esquemas de controle de emissões terão as maiores taxas de crescimento em termos relativos, com volumes que devem alcançar 200 milhões de toneladas em 2012, o dobro do ano passado e o equivalente a € 607 milhões.

Os mercados a que ela se refere são os esquemas da Califórnia e Quebec, incluídos na Western Climate Initiative (WCI) e que entram em vigor oficialmente em 2013. Além disso, a Point Carbon espera que a revisão prevista para a Iniciativa Regional de Gases do Efeito Estufa (RGGI, em inglês) resulte na redução do limite de emissões, o que levou aos preços ínfimos sob esta iniciativa, que foi a primeira a entrar em ação nos Estados Unidos.

Fonte: Instituto Carbono Brasil / Point Carbon

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