O tamanho do seu plantio, não muda o tamanho da nossa dedicação.
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21 dez 2011

Demanda chinesa impulsiona safra de algodão a recordes

Na última safra, entre agosto de 2010 e julho de 2011, de 1,3 milhão de hectares plantados foi colhido 1,9 milhão de toneladas da fibra, um recorde no Brasil – são Paulo

A crescente demanda por commodities na China reflete-se na produção de algodão no Brasil, da qual se espera crescimento de 6% no ano que vem. Um resultado inédito para o setor: 2,1 milhões de toneladas produzidas em 2012, segundo estimativas da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

“Países asiáticos, principalmente a China – o maior produtor mundial da fibra – e a Índia, estão subsidiando a produção de alimentos”, afirmou o presidente da entidade, Sérgio De Marco, “e isso gera mercado para o algodão brasileiro, que já é reconhecido por lá por sua qualidade e por honrarmos os contratos”.

Por outro lado, enquanto a indústria chinesa consome a fibra brasileira, as fábricas de produtos têxteis no Brasil sofrem com a pressão dos produtos importados (principalmente, diga-se de passagem, da mesma China). Os estoques de algodão, portanto, tendem a aumentar em 2012.

Na última safra, entre agosto de 2010 e julho de 2011, de 1,3 milhão de hectares plantados, foi colhido 1,9 milhão de toneladas da fibra. Neste caso, a produtividade é que bateu recorde: “alcançamos o patamar de 1,3 mil quilos por hectare”, afirmou De Marco.

O ano que vem começará com 495,8 mil toneladas de pluma armazenada, ante as 76 mil toneladas que havia no início de 2011, de acordo com dados da COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB). Os volumes estocados derrubam os preços da matéria-prima no mercado interno e favorecem as exportações.

Outro ponto importante se refere ao custo de produção do algodão, que mais do que dobrou entre a última e a presente safra. Em março, o produtor pagava com 16 arrobas por hectare o pacote de insumos. Com a posterior valorização do dólar, essa proporção subiu para 46, como mostra o último boletim do Instituto Mato-Grossensse de Economia Agropecuária (Imea). No mesmo período, compara o informativo, a pluma ficou 58% mais barata.

“Do total produzido na safra, 850 mil toneladas foram vendidas antecipadamente ao preço de US$ 0,74. O preço real chegou a bater US$ 1,90, mas o produtor brasileiro honrou contratos vendidos a menor valor. Dessa forma, não ganhou dinheiro, mas também não perdeu”, observou De Marco. “Foi um ano atípico, de muita volatilidade”, destacou.

Em relação à expectativa que se tinha no início da safra passada, houve quebra de 15%, por falta de chuva nas três principais regiões produtoras – Mato Grosso, Bahia e Goiás. “Mas nada que tenha abalado a imagem da fibra brasileira”, segundo De Marco.

Exportações

A preços baixos, a comercialização internacional de algodão cresceu de 474,1 mil, em 2010, para 646,6 mil toneladas neste ano. Os números superaram as expectativas da Abrapa. “A China, a Coreia do Sul e a Indonésia são os três maiores compradores”, constatou o presidente da entidade.

Para o ano que vem, a projeção é de que a venda para o mercado exterior cresça ainda mais. A meta da associação é que o setor exporte um milhão de toneladas, ou quase metade do que for produzido aqui. “Estamos preparados para isso”, garantiu De Marco.

“Em relação aos preços, nossa expectativa é de que fique em torno de US$ 0,90 a US$ 1,05”, disse. Segundo o Imea, a produção mato-grossense da safra atual já está 45% comercializada, a uma média de US$ 1,01 por medida, o que garante ao produtor do Mato Grosso pagar os insumos.

Carência

“Em relação às ações de governo, falta um mecanismo moderno de apoio à comercialização que permita aos produtores e à indústria terem um hedge, um ganho mínimo sobre seus produtos, garantindo preços e deixando o produtor participar de eventuais ganhos de alta de preços no mercado”, declarou o presidente da Abrapa, Sérgio De Marco.

 

Fonte: Dia de campo

20 dez 2011

Começa a era do milho

O cultivo do milho, em Mato Grosso, virou negócio sério e rentável neste ano. Depois de décadas como coadjuvante, plantado apenas como opção necessária à rotação de cultura, o grão ganhou espaço de destaque e chegou a ponto de ‘disputar’ área com o algodão e vencer na preferência do produtor. A guinada desta nova commodity permitiu que muitos analistas classificassem o ano de 2011 como o do início da ‘era de milho’, no Estado. Demanda elevada pelo grão, preços valorizados em mais de 50% e expectativa de novo recorde de produção adubam a crença neste importante momento do milho segunda safra.

O maior motivador à expansão de uma cultura é o preço, valor que em média neste ano superou em mais de 54% a média de 2010, no Estado. Enquanto produtores receberam pouco mais de R$ 9 pela saca no ano passado, em 2011 o preço passou de R$ 20 em algumas regiões.

Como resumem os analistas do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), “de ator coadjuvante, o milho, em Mato Grosso, recebeu um papel equivalente ao da soja e se tornou fundamental nos ganhos dos produtores. A cultura assumiu esse status mesmo em um ano com clima não tão favorável a ela e que resultou em uma produção menor que a prevista, porém maior em preço, com grandes ganhos ao produtor”. Neste ano outro fator foi determinante para se comprovar o amadurecimento da cultura no Estado: a ausência da necessidade de leilões promovidos pela COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO(CONAB), para ajudar a escoar a produção e permitir pagamento, ao menos, do preço mínimo ao produtor. “A liquidez do cereal foi a melhor de todos os tempos, não suficiente para quem queria, devido aos baixos estoques de passagem que a cultura encontrou”.

Um fato inédito chama a atenção e ajuda a dimensionar o tamanho do espaço que o milho conquistou neste ano. Pela primeira vez, a modalidade de venda antecipada migrou ao milho e atingiu números jamais vistos pelo mercado, faltando parâmetros para se avaliar melhor esse movimento. Conforme o Imea, ainda em setembro – a cinco meses do início do plantio da segunda safra no Estado – quase 50% da produção da temporada 2011/12 estava comercializado, um grande indicativo do apetite do mercado em relação à commodity. No Estado, a área destinada ao milho é a mesma ocupada pela soja. Na medida em que a oleaginosa é colhida, o milho é plantado, por isso é uma cultura de segunda safra.

PROJEÇÕES – Naquele mês (setembro) o Imea estimava uma produção de 8,90 milhões de toneladas. Depois dessa movimentação e da evolução extremamente positiva em relação ao plantio da soja, o Imea reavaliou – para cima – a safra de milho.

Na terceira e última estimativa do ano, divulgada ontem, o Instituto prevê produção de 9,80 milhões de toneladas, números que se confirmados serão recorde da história do milho em Mato Grosso e atingirão uma evolução de 31,9% em um intervalo de cinco anos em área plantada e de 26,4% em produção.

Nesta projeção de safra do milho segunda safra, o Imea acredita em uma área plantada de 2,20 milhões de hectares, alta de 25,8% sobre o ciclo anterior (1,75 milhão de hectares) e uma produção 40,2% acima do registrado em 2010/11, de 6,99 milhões para 9,80 milhões.

EXPORTAÇÕES – No ano de 2011 foram exportados 5,6 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a novembro, 5,3% a mais que no mesmo período de 2010. O valor pago pelo cereal também apresentou incremento, com a tonelada valendo em 2011 em média R$ 269,10, frente aos R$ 181,38 que eram praticados em 2010. Observando o acumulado dos valores mensais, a boa situação das exportações de milho fica ainda mais clara, pois em 2011 o valor acumulado de janeiro a novembro foi de US$ 1,5 milhão, em comparação com US$ 1 milhão registrados em 2010.

BALANÇO – Pode-se dizer que 2011 foi o ano dos grandes resultados à soja: grandes áreas, preços e divisas, que engrandeceram o produtor e deixaram a agricultura mais positiva e confiante. As exportações até o mês de novembro superaram todo o ano de 2010, com mais de 9 milhões de toneladas. O destaque não é o volume, mas, sim, o valor pago pelo produto exportado, que gerou cifras da ordem de R$ 4,47 bilhões, 36% maior que a exportação de 2010. Agora, o que marcou o ano e o produtor foi o preço, que encerra o ano com média de R$ 40/sc, tendo ficado praticamente todo o primeiro semestre acima da média, o que fez o produtor liquidar sua produção o mais rápido possível.

O algodão também encerra o ano com recordes: em área plantada, produção, preço e valor de exportações. Toda a cadeia do setor algodoeiro proporcionou os recordes de 2011 e o baixo estoque no início do ano forçou as indústrias têxteis a pagarem mais pela pluma, o que estimulou o aumento de área plantada.

 

Fonte: CONAB

16 dez 2011

Trabalhe na maior fábrica de celulose do mundo

A Eldorado Brasil está recrutando profissionais nas áreas de silvicultura, colheita e logística

A Eldorado Brasil está construindo a maior fabrica de extração de celulose do mundo – em uma única linha de produção -, em Três Lagos no Estado do Mato Grosso do Sul.

Assim que entrar em operação, prevista para o final de 2012, a Fábrica terá capacidade de produzir 1,5 milhão de toneladas de celulose por ano.

Com um investimento total de R$ 4,5 bilhões a fábrica da Eldorado Brasil segue as mais modernas premissas de construção e produção sustentáveis.

Para tanto, está recrutando profissionais em todo o Brasil para a sua unidade Florestal nas áreas de Silvicultura, Colheita e Logística.

Os candidatos interessados deverão enviar curriculum vitae para o seguinte e-mail papelecelulose@metarh.com.br, identificando no campo “assunto” o código da vaga de seu interesse.

Veja as vagas:

COORDENADOR COLHEITA MS

Cód. Vaga: FL0001

Formação Superior;
Sólida experiência em liderança de equipes de colheita mecanizada;
Vivência como usuário do pacote Office, SAP e SGF;
Desejável residir no interior de SP.

O (a) profissional em questão será responsável pelo Planejamento, Gestão e Controle de todo o programa de Colheita Florestal da ELDORADO na grande região de Três Lagoas, com módulo mecanizado próprio, visando suprir a fábrica de acordo com a demanda quantitativa e qualitativa, garantindo um fluxo constante de produção.

SUPERVISOR MANUTENÇÃO MECÂNICA – PÁTIO DE MADEIRA – MS

Cód. da vaga: FL0002

Formação superior em engenharia mecânica e conhecimentos em sistema de gestão de manutenção e gestão de indicadores.
Experiência comprovada em supervisão de equipes em manutenção de equipamentos de Pátio de toras ou Colheita florestal.
Conhecimento em Técnicas de manutenção preventiva e corretiva e também pacote office e SAP, complementam o perfil do cargo.
Habilitação categoria mínimo “B”.
Disponibilidade para residir na região de Três Lagoas.

SUPERVISOR MANUTENÇÃO MECÂNICA – COLHEITA – MS / SP

Cód. vaga: FL0003

Formação superior , conhecimento em sistema de gestão de manutenção e de indicadores . Conhecimento em gestão de contratos de manutenção.
Habilitação categoria mínimo “B”.
Experiência em manutenção de equipamentos de Colheita florestal como Harvester e Forwarder e conhecimentos em Técnicas de manutenção preventiva e corretiva.
Disponibilidade para residir na região de Três Lagoas ou interior de SP.

ANALISTA MANUTENÇÃO MECÂNICA – MS

Cód. Vaga: FL0004

Formação superior.
Conhecimentos em sistema de gestão de manutenção e de indicadores . Conhecimento em gestão de contratos de manutenção pacote office , incluindo Excel avançado e SAP.
Habilitação categoria mínimo “B”.
Experiência em manutenção de equipamentos .
Disponibilidade para residir em Três Lagoas.

MECÂNICO MANUTENÇÃO I – PÁTIO DE MADEIRA

Cód. vaga: FL0005

Formação técnica, preferência em mecânica ou elétrica, conhecimento em sistema de gestão de manutenção, indicadores.
Experiência comprovada em manutenção corretiva e preventiva de máquinas pesadas .
Imprescindível conhecimentos em hidráulica, elétrica e lubrificação.
Habilitação categoria mínima “B” e disponibilidade para residir em Três Lagoas.

MECÂNICO MANUTENÇÃO II – Pátio de Madeira

Cód. Vaga: FL0006

Formação técnica, preferencialmente em mecânica ou elétrica e conhecimentos em sistema de gestão de manutenção e de indicadores.
Boa experiência em manutenção preventiva e corretiva de máquinas pesadas, incluindo o conhecimento em hidráulica, elétrica e lubrificação.
Habilitação categoria mínima “B” e disponibilidade para residir em Três Lagoas – MS.

MECÂNICO MANUTENÇÃO III – Pátio de Madeira 

Cód. Vaga: FL0007

Formação técnica, preferencialmente em mecânica ou elétrica e conhecimentos em sistema de gestão de manutenção e de indicadores.
Sólida experiência comprovada em manutenção preventiva e corretiva de máquinas pesadas, incluindo o conhecimento em hidráulica, elétrica e lubrificação.
Habilitação categoria mínima “B” e disponibilidade para residir em Três Lagoas – MS.

MOTORISTA III – Colheita SP e MS 

Cód. Vaga: FL0008

Formação: Ensino médio
Habilitação categoria “D”e curso de MOP;
Experiência comprovada na área e em operação de comboios.
Desejáveis conhecimentos em lubrificação e manutenção de máquinas pesadas.
Disponibilidade para residir no interior de SP ou MS.

MOTORISTA III – Pranchas na Colheita – MS

Cód. Vaga: FL0009

Formação: Ensino médio
Habilitação categoria “D”e curso de MOP;
Experiência comprovada em transporte de equipamentos sobre pranchas .
Desejáveis conhecimentos em lubrificação e manutenção de máquinas pesadas.
Disponibilidade para residir no interior de SP ou MS.

CONTROLADOR PÁTIO

Cód. Vaga: FL0010

Formação : Ensino médio e desejável superior ou cursando em Administração de Empresas , Engenharia Florestal , Produção ou Tecnologia de Logística.
Conhecimentos em ferramentas de gestão: PDCA e SDCA e certificações FSC, Cerflor e ISO 14000.
Experiência comprovada nas atividades relacionadas à operação e gestão de pátio de madeira e no uso de sistemas de gestão florestal com aplicação no pátio de madeira ou transporte;
Disponibilidade para residir nas regiões de Anhembi e Pederneiras – SP;

SUPERVISOR OPERAÇÃO FLORESTAL II – SP E MS

Cód. Vaga: FL0011

Formação:
Ensino Médio, preferencialmente Técnico Florestal, Logística, Agropecuária ou Agrícola.
Conhecimentos em ferramentas de gestão: PDCA e SDCA e certificações FSC, Cerflor e ISO 14000
Sólida Experiência nas atividades de carregamento e transporte de madeira;
Conhecimento em gestão operacional das atividades de carregamento, transporte e micro planejamento operacional.
Experiência na gestão de processos terceirizados;
Disponibilidade para residir no interior de SP ou MS.

TÉCNICO ESTRADAS II

Cód. Vaga: FL0012

Formação: Ensino Médio, preferencialmente Técnico Florestal, Agrimensor, Agropecuária ou Agrícola.
Conhecimentos em ferramentas de gestão: PDCA e SDCA e certificações FSC, Cerflor e ISO 14000.
Boa experiência nas atividades de construção e manutenção de estradas florestais;
Conhecimento em gestão operacional das atividades de construção e manutenção de estradas no modelo próprio ou terceirizado.
Experiência na gestão de processos terceirizados;
Disponibilidade para residir no estado do MS e/ou SP;
Habilidade para trabalhar em equipe.
CNH – B ou acima

OPERADOR MÁQUINAS FLORESTAL III – SP  

Cód. Vaga: FL0013

Formação: Ensino Médio
Habilitação categoria C;
Experiência comprovada em operação de máquinas florestais (Haverster e Forwarder) e conhecimentos básicos de manutenção.
Ter disponibilidade para trabalhar em turno e residir no interior de SP;

ENCARREGADO DE OPERAÇÕES FLORESTAIS II – SP / MS 

Cód. Vaga: FL0014

Formação: Ensino Médio, preferencialmente Técnico Florestal
Experiência comprovada em liderança de equipes em operações de colheita florestal.
Conhecimento do pacote Office;

CONTROLADOR TRANSPORTE – MS

Cód. vaga: FL0015

Formação: Ensino Médio
Conhecimentos em ferramentas de gestão: PDCA e SDCA;
Vivência em processos de certificações ISO 14000, FSC e Serflor
Experiência comprovada em operação e gestão do transporte de madeira, bem como, no uso de sistemas de gestão florestal com aplicação no pátio de madeira ou transporte;
Disponibilidade para residir em Três Lagoas – MS.

OPERADOR COLHEITA III 

CÓD. VAGA : FL0016

Formação: Ensino Médio
Sólida experiência comprovada em operação de máquinas de médio e grande porte na movimentação de madeira
Vivência em processos de certificações ISO 14000, FSC e Serflor
Disponibilidade para trabalhar em regime de turno e residir em Três Lagoas – MS;

OPERADOR COLHEITA II

CÓD. VAGA : FL0017

Formação: Ensino Médio
Boa experiência em operação de máquinas de médio e grande porte na movimentação de madeira
Vivência em processos de certificações ISO 14000, FSC e Serflor
Disponibilidade para trabalhar em regime de turno e residir em Três Lagoas – MS;

ANALISTA FLORESTAL

Cód. Vaga: FL0018

Formação Superior, preferencialmente em Engenharia Florestal. Desejável Pós Graduação (Especialização ou Mestrado) em Planejamento.
Boa vivência em planejamento florestal, análise de custo operacional e financeiro.
Domínio no Pacote Office, incluindo Excel avançado. SAP, SGF e similares.
Inglês avançado e ter disponibilidade para residir em Três Lagoas.

OPERADOR MÁQUINAS FLORESTAL I MS

Cód. da vaga: FL0019

Formação: Ensino Médio
Habilitação categoria C;
Experiência comprovada em operação de máquinas florestais (Haverster e Forwarder) e conhecimentos básicos de manutenção.
Ter disponibilidade para trabalhar em turno e residir em Três Lagoas;

ESPECIALISTA FLORESTAL

Cód. da vaga: FL020

Formação Superior
Sólida experiência em comercialização de produtos florestais, pois será o responsável pelo planejamento, gestão e controle do programa de compra de madeira de terceiros.
Domínio como usuário do Pacote Office, SAP e SGF.
Disponibilidade para residir em Três Lagoas – MS.

Fonte: Painel Florestal

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