O tamanho do seu plantio, não muda o tamanho da nossa dedicação.
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29 jun 2018

Projeto de Lei exclui a silvicultura do rol de atividades potencialmente poluidoras

Por muito tempo, a atividade de cultivo de árvores (silvicultura) esteve justamente inserida no rol de atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos ambientais de órgãos oficiais brasileiros. Como atividade econômica que contribui grandemente para a sustentabilidade, mitigando emissões de gases de efeito estufa, a silvicultura é essencial para o desenvolvimento sustentável de uma nação em desenvolvimento como o Brasil.READ MORE

04 out 2017

Plano Estratégico Setorial para garantir o futuro da Silvicultura

Plano Estratégico Setorial para o setor de silvicultura é apresentado durante reunião da Câmara da Indústria de Base Florestal da FIEMG.

A discussão de um Plano Estratégico Setorial (PES) para o segmento de florestas plantadas em Minas Gerais foi o tema central da reunião da Câmara da Indústria de Base Florestal da FIEMG, no dia 1/09, na sede da Federação. O projeto, desenvolvido pela Governo do Estado de Minas Gerais, por meio da SEAPA, SEMAD, Codemig, em parecia com a Associação Mineira de Silvicultura (AMS), pretende estruturar uma estratégia de planejamento consolidada para o setor para os próximos 20 anos.

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01 mar 2016

Novo presidente da Câmara de Florestas Plantadas do Mapa quer visão em mercado, logística e produtividade

Pela primeira vez um produtor rural vai coordenar os trabalhos na Câmara. Walter Rezende também preside a Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura da CNA

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Para Walter Rezende, novo presidente da Câmara Setorial de Florestas Plantas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), três palavras explicam as diretrizes de seu mandato:  mercado, logística e produtividade. “Temos que orientar os produtores rurais a plantarem com responsabilidade e manejar suas florestas de acordo com o mercado florestal. Dessa forma, evitaremos um crescimento desordenado e um excedente de madeira”, explica.

A nomeação de Walter Rezende foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira, dia 29/02. O novo presidente é o primeiro produtor rural a ocupar o cargo. Rezende é silvicultor e produz madeira tratada e cavaco de madeira para energia. Segundo informa Rezende, uma das principais ações frente à Câmara Setorial será buscar uma solução mais imediata para o setor, a fim de fomentar o mercado, criando um elo entre todos os segmentos da cadeia econômica, desde o produtor ate a indústria. Além de orientar os produtores sobre políticas públicas e o Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas.

O presidente, que também responde pela Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), pretende criar uma pauta conjunta com a participação de todo o segmento – produtores, indústrias, cooperativas, associações e entidades que representam o setor, entre elas a CNA, como forma de levantar as principais necessidades e reivindicações. “Só trabalhando em conjunto vamos solucionar os entraves da cadeia. Hoje, um dos principais é a questão do excedente de madeira em algumas regiões, causando queda de preço. Outro ponto é o aumento da competitividade dos produtos não madeireiros, com a abertura de mercados”, comenta.

Dificuldades – Estudos indicam que os produtores ainda encontram dificuldades no licenciamento ambiental, infraestrutura e logística, restrição de compra de terras por estrangeiros, disponibilidade e qualidade de mão de obra, terceirização da mão de obra, desburocratização de registro de defensivos para florestas plantadas e a melhoria de políticas públicas para aumentar a participação da biomassa florestal na matriz energética brasileira.

Currículo – Walter Rezende é advogado, empresário e silvicultor. Atualmente ele é diretor e Presidente da Comissão de Silvicultura da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás (FAEG), e desde 2015 preside a Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura da CNA.

Fonte: Canal do Produtor

12 jul 2014

Alta dos insumos e estabilidade dos preços da madeira reduzem rentabilidade da silvicultura

A alta dos insumos e a estabilidade dos preços de venda da madeira têm reduzido a rentabilidade da silvicultura

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A alta dos insumos e a estabilidade dos preços de venda da madeira têm reduzido a rentabilidade da silvicultura nas regiões de Palmas (TO), Campo Grande (MS) e Curvelo (MG), segundo levantamento do Projeto Campo Futuro, parceria da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Dendrus Projetos Florestais e Ambientais e da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

A análise, que está no boletim “Ativos da Silvicultura”, mostra que o lucro dos produtores caiu 37,8% em Curvelo entre novembro de 2012 e abril de 2014, em função da elevação dos custos de produção e da manutenção dos preços de venda. Há dois anos, o Custo Total (CT) era de R$ 37,15 por metro cúbico. Em 2014, chegou a R$ 40,11, uma alta de 7,38%. No período, o preço da madeira manteve-se estável em R$ 45 por metro cúbico em pé.

Esta realidade também foi verificada em Palmas e em Campo Grande, onde o metro cúbico da madeira em pé continuou sendo vendido a R$ 62 e R$ 50, respectivamente, mesmo num cenário de custos mais altos. O lucro dos produtores de Campo Grande teve queda de 24,4% entre agosto de 2013 e abril de 2014.

Para evitar novos ciclos de perdas financeiras, a orientação da CNA/Dendrus/UFV é para que os produtores planejem as aplicações de insumos e fertilizantes, itens que, segundo os especialistas, devem ser comprados quando os preços estiverem mais baixos. Esta estratégia possibilitará aumento na rentabilidade dos projetos florestais.

Além dos fatores econômicos, a instabilidade climática observada no Brasil nos últimos meses – chuvas torrenciais no final de 2013 e longo período de estiagem no início de 2014 – foi motivo de preocupação para o setor. No Espírito Santo e no sul da Bahia, o clima dificultou os trabalhos de sangria e a execução das tarefas diárias nos seringais.

Produtores desses estados relatam que a produtividade por hectare tenha sido reduzida em 20% a 30%. “Além destes prejuízos diretos, fortes chuvas seguidas de período de estiagem podem favorecer o aparecimento de doenças e pragas nos seringais”, afirma Camila Braga, assessora técnica da CNA.

Acesse o Boletim na íntegra:
– Ativos da Silvicultura – Ano 2 – Edição 6/ Julho de 2014

Fonte: Canal do Produtor
15 abr 2014

Falta de chuva pode prejudicar plantações de eucaliptos no Brasil

Especialistas e agentes do setor de celulose e papel estão preocupados com a falta de chuva que atinge grande parte do Brasil.

eucaliptoA seca pode afetar a produtividade das florestas de eucaliptos e obrigar as empresas de celulose a comprar madeira terceirizada a preços mais altos. Além disso o tempo seco pode afetar o desenvolvimento das árvores em todo o ciclo de crescimento do eucalipto, que no Brasil é de em média sete anos, comprometendo a produtividade das florestas neste ano e também nos próximos.

O engenheiro agrônomo e especialista em culturas de celulose, Celso Foelkel, explica que a planta quando não encontra água, seca e perde as folhas, levando a interrupção da fotossíntese e, consequentemente, do crescimento. “Tanto as mudas que serão plantadas quanto as árvores mais velhas e mais próximas do período de colheita são impactadas pela seca.”
Segundo o presidente da Suzano Papel e Celulose, Walter Schalka, é difícil estimar as perdas de produtividade pela falta de chuvas, pois os efeitos são sentidos com maior intensidade nos próximos anos. Mas as perdas poderiam chegar a 12,5 %. “Suponha que você não tenha uma produtividade de 40 metros cúbicos, mas 35. Se começar a repetir isso em muitos hectares, começa a faltar madeira”, ressalta Schalka.
De acordo com a Abraf (Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas), em 2012 o Brasil tinha 5,10 milhões de hectares de florestas plantadas de eucaliptos com uma produtividade média de 40,7 metros cúbicos por hectare ao ano.
Mesmo com a alta estiagem, Schalka revela que a Suzano possui excesso de florestas em regiões afetadas pela escassez de chuvas no país, como o estado de São Paulo. “Uma estiagem afeta sim o crescimento anual das nossas áreas. Na Bahia e no Maranhão, não houve nenhuma alteração na pluviosidade. Em São Paulo, pode afetar se continuar essa situação”, comenta.
Sobre um racionamentos de energia e água no setor de C&P pela falta da chuva, Foelkel conta que as empresas não correm riscos pois elas tem a capacidade de aproveitar a energia gerada no processo de produção da celulose e as outorgas para captar água diretamente, e não por meio do sistema de abastecimento. “Mas o risco de perda de produtividade por causa da seca está levando o setor a realizar estudos para desenvolver mudas mais adaptadas ao clima seco, disse o engenheiro agrônomo e especialista”, revela.
Previsão de chuva
Segundo a Somar Meteorologia, as chuvas nos primeiros três meses de 2014 na região de São Paulo, onde estão localizadas fábricas e plantações da Suzano e da Fibria, e do Mato Grosso do Sul, onde está presente a Eldorado Celulose, além da própria Fibria, têm ficado abaixo da média histórica.
No sul da Bahia, onde Suzano e Fibria estão instaladas, a situação é menos crítica, após a retomada das chuvas neste início de abril.
De acordo com o agrometeorologista, as previsões da Somar indicam uma retomada das chuvas tanto em São Paulo quanto no Mato Grosso do Sul,
Mesmo ainda com sinais de preocupação em São Paulo, as previsões meteorológicas revelam que a chuva vai voltar a cair. Para a região de Três Lagoas, em abril deve chover dentro da média. Em maio, deve chover 60% menos e 50% por cento a menos em junho. Em São Paulo, abril deve ficar 20% acima da média, por causa de pancadas no fim do mês. Em maio chove dentro da média. Meses de junho e julho devem ficar um pouco abaixo com algumas pancadas isoladas.
Fonte: CI Florestas

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