O tamanho do seu projeto, não muda o tamanho da nossa dedicação.
34 9.9147-9310
Seg - Sex: 08:00 - 18:00
18 abr 2013

Ucrânia suspende compra de suíno brasileiro e mexe com o mercado

Queda no valor do quilo do animal já é sentida nas granjas

suinoculturaA suspensão das compras foi anunciada no dia 21 de março. A Ucrânia deixou de receber a carne suína brasileira alegando que haveria contaminação pela bactéria listeria, que pode causar intoxicação alimentar grave no consumidor e, em alguns casos, levar a morte.

Os produtores estão preocupados. O embargo trouxe mais prejuízos para os independentes. A redução no preço dos suínos nos últimos 15 dias chega a R$ 0,90 por quilo. É o caso do suinocultor Darci Klein, de Aratiba, no norte do estado.

Depois de superar a crise do ano passado, a pior dos últimos 15 anos, onde os custos com alimentação dispararam e a carne desvalorizou, 2013 começou de forma mais animadora. Darci recebeu até R$ 3,30 pelo quilo da carne, mas sem os compradores da Ucrânia, viu o cenário mudar rapidamente.

No ano passado, os ucranianos compraram 24% da carne suína exportada pelo Brasil. Nos dois primeiros meses de 2013, a Ucrânia foi a segunda maior compradora do alimento produzido aqui.

Esta semana, uma comitiva de técnicos ucranianos está visitando estabelecimentos de carne suína no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Eles devem se reunir na sexta (19) com integrantes do Ministério da Agricultura para uma nova avaliação do embargo.

Fonte: Expresso MT
08 fev 2013

Valor dos insumos preocupa suinocultores brasileiros

A crise de abastecimento do milho e os altos custos de produção que prejudicaram a produção suinícola do País em 2012 estão entre as principais preocupações do setor para o ano que se inicia

insumos-suinocultoresCom o objetivo de prevenir que transtornos como esses voltem a ocorrer, representantes dos produtores de suínos de todo o Brasil se reuniram ontem, em Brasília, para traçar uma agenda de prioridades do setor e, após, apresentá-la ao ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho.

Os valores elevados de milho e soja, aliados aos baixos estoques governamentais, impactaram os custos de produção, fazendo-os chegar a R$ 3,00 por quilo vivo na região Sul, onde os produtores independentes recebiam R$ 2,00 por quilo vivo, com uma margem considerada apertada. “Em outros lugares do Brasil, os produtores apenas cobriam os custos, tendo rentabilidade zero”, informou o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes.

Para evitar que isso volte a ocorrer, as lideranças pediram ao ministro que fosse reformulada a venda a balcão, facilitando o acesso dos criadores ao produto, um dos principais componentes da ração formulada para os animais. “Os estoques públicos chegaram a zerar no ano passado, e isso não pode ocorrer, pois na hora que o produtor precisa da intervenção do governo para baixar os preços, não tem milho para negociar”, disse o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Folador.

De acordo com o ministro, até março será publicada portaria interministerial autorizando o lançamento de Contratos de Opção de Venda para aquisição do cereal por meio de leilões públicos a serem realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). “Sabemos da necessidade da recomposição de estoques e lançaremos contratos com preços adequados para essa finalidade”, explicou.

Folador destacou ainda a preocupação do setor com os valores elevados do cereal, que conforme especialistas, devem se manter entre R$ 27,00 e R$ 29,00 a saca de 60 quilos na safra atual. “Esses valores estão atrelados à oferta e à demanda e devem se manter altos, mesmo em plena safra, não há o que fazer. A única saída é recorrer aos estoques do governo, e por isso eles devem estar regulados”, destacou Folador.

O tema da sanidade também está entre as prioridades, com a preocupação de que o ministério da Agricultura mantenha o orçamento para investimentos na área.  “Com a abertura de novas fronteiras para a suinocultura brasileira, não podemos descuidar da sanidade e dos investimentos no Plano Nacional de Sanidade, com um controle de qualidade rígido”, defendeu Lopes. Sobre a participação dos suínos na Expointer, Folador disse que os produtores estão buscando alternativas para retornar à feira, com a presença de poucos animais. Também foi solicitada a aprovação do preço mínimo da suinocultura. Na pauta, foi incluída a demanda de aprovação da regulamentação das integrações e a renegociação das dívidas dos produtores.

Fonte: Jornal do Comércio
03 ago 2012

Medidas para a suinocultura já estão valendo

Pacote de apoio foi aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) nessa quinta-feira, dia 2 de agosto

A autorização de prorrogação das operações de crédito rural de custeio e investimento contratadas por suinocultores não integrados, a definição do preço mínimo para o suíno vivo em R$ 2,30 por kg, nas regiões Sul e Sudeste, e R$ 2,15, no Centro-Oeste, a subvenção de R$ 0,40 por kg de carne suína e a criação de uma Linha Especial de Crédito (LEC) para a aquisição de leitões com taxa de 5,5% ao ano, com valor inicial de R$ 200 milhões, foram aprovadas nesta quinta-feira, dia 2 de agosto, pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em Brasília. Além disso, foi autorizada a ampliação do limite da linha de crédito para retenção de matrizes por produtores independentes de R$ 1,2 milhão por produtor para R$ 2 milhões, até 30 de dezembro deste ano.

Com a decisão, as parcelas de custeio que vencem em 2012 estão prorrogadas para pagamento em cinco parcelas anuais. Nas de investimento e custeio prorrogadas em anos anteriores a regra equivale a um ano após a última parcela do contrato.

Essas medidas, segundo o ministro Mendes Ribeiro, ajudarão o produtor a superar o momento difícil que o setor passa, decorrente do elevado custo de produção e da crise financeira internacional. Além disso, o ministro também reiterou que o governo garantirá o abastecimento de milho e farelo de soja a custos competitivos para o setor.

Nossa expectativa é de que a situação seja amenizada e os produtores possam cobrir os custos de produção, uma vez que estamos garantindo renda para os criadores nesse momento de dificuldades”, destacou o secretário de Política Agrícola do Mapa, Caio Rocha.

Fonte: AgroLink
20 jul 2012

Bovinos, suínos e aves passam por período de perspectiva positiva

O tripé pecuário (bovinos, suínos e aves) teve, ontem, um dia de fatos favoráveis: alta em exportações, atenção do governo federal e projeções positivas (respectivamente)

O tripé pecuário (bovinos, suínos e aves) teve, ontem, um dia de fatos favoráveis: alta em exportações, atenção do governo federal e projeções positivas (respectivamente).

Os embarques de carne bovina ao exterior cresceram 2,5% no primeiro semestre, informou a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), a 557,4 milhões de toneladas. E também houve aumento de 1,8% do faturamento, que alcançou US$ 2,64 bilhões.

“A expectativa para o segundo semestre é positiva”, disse, em nota, o diretor-executivo da associação, Fernando Sampaio. “Com a retomada dos embarques para o Irã, esperamos atingir os US$ 6 bilhões em exportações previstos para 2012.”

No caso da suinocultura – atividade cujos produtores dizem que ela não mais compensa, em razão de altos custos e baixos preços finais -, a notícia veio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “O governo e o setor produtivo sentaram-se à mesa para retomar as negociações”, dizia o texto oficial.

Durante o encontro, realizado na Secretaria de Política Agrícola, no mesmo Mapa, com o secretário Caio Prado, foi discutida a proposta de se criarem subvenções exclusivas ao frete e à produção de suínos.

Representantes do segmento pretendem que, assim, a produção seja escoada de estados produtores para outros, não-produtores, sem que haja elevação do valor final da mercadoria.

Em se tratando do mercado avícola, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (Ocde) divulgou a atualização de um estudo em que projeta mais uma década de liderança do Brasil, paralelamente aos Estados Unidos, nas exportações de frango.

Para o órgão, se considerado o período de 2011 a 2021, os embarques brasileiros podem acumular alta superior a 30%, implicando uma expansão média de cerca de 2,5% ao ano. Já as exportações mundiais tendem a se expandir a uma média de, no máximo, 1,5% ao ano.

Cocari informa

A cooperativa de Mandaguari (Cocari), localizada no norte do estado do Paraná, adiou a inauguração de sua unidade industrial de aves para o dia 15 de outubro. Antes previstas para 31 de agosto, as obras de construção da fábrica foram atrasadas em consequência da chuva na região.

A cooperativa investiu R$ 88 milhões na construção da unidade, que terá capacidade de abater 200 mil aves por dia, com possibilidade de alcançar um nível diário de 350 mil cabeças.

Afora as adversidades climáticas, uma operação da Receita Federal gerou atrasos na liberação dos equipamentos da indústria. As máquinas estão retidas no Porto de Paranaguá e no Porto-Seco de Maringá.

Fonte: DCI
Atendimento Online
Em que podemos ajudar?