A Vermeer larga na frente e muitas prefeituras estão em busca do equipamento

Destocador SC252 em ação
Destocador SC252 em ação

Os destocadores são conhecidos no meio florestal pelo uso nas atividades de manejo de árvores, porém hoje as prefeituras estão vendo o equipamento com outros olhos já que eles podem ser utilizados para remoção dos tocos de árvores.

Geralmente, os órgãos públicos ainda utilizam métodos tradicionais, com uso de retroescavadeiras para remoção dos tocos de árvores. No entanto, com o destocador em conjunto com o picador de galhos, a mão de obra intensiva – de até sete pessoas envolvidas no processo – cai para duas. E mais, a redução é ainda mais expressiva em termos de tempo: ao invés de 10 viagens e caminhões para uma operação média de poda e destocamento, uma equipe que adota o destocador e um picador, por exemplo, pode executar a operação completa em até uma hora e demandar uma viagem de caminhão para o descarte do material. “Não se trata apenas de aperfeiçoar a operação em si, mas também de atender à legislação cada vez mais exigente em relação ao descarte de resíduos”, explica o gerente do segmento de meio ambiente da Vermeer para a América Latina, Lucas Zimmer.

Um exemplo de prefeitura que apostou na tecnologia foi a de Valinhos (SP). Ela está se preparando para remover mais de três mil tocos de árvores na cidade. O destocador, modelo SC252 da Vermeer, viabilizará a remoção de tocos e cepos, sem danificar o calçamento e preservando as tubulações instaladas no entorno. Como é um equipamento compacto, demanda pouco espaço de isolamento, evitando transtornos no trânsito.

O modelo SC252, fabricado em 1996, já havia atingido o limite de horas trabalhadas e demandava revisão de diversos itens antes de retornar às ruas. A Vermeer executou todos os ajustes necessários ao pleno funcionamento do equipamento. “Fizemos os cálculos e percebemos que valia a pena providenciar os reparos no destocador para executarmos a remoção dos tocos, principalmente daqueles que ofereçam riscos ao entorno. Antes, o processo parava nos cortes do tronco e das galhadas”, observou o Diretor da Divisão de Projetos ambientais, Fabrizio Forcioli. De acordo com ele, o plantio de novas árvores será avaliado, considerando trânsito no local, espécies de árvores e a infraestrutura do local, incluindo os postes e redes subterrâneas.

Fonte: Colheita de Madeira