A empresa vem investindo no reflorestamento de áreas degradadas na Amazônia

Reflorestamento é prioridade para a Vale Florestar
Reflorestamento é prioridade para a Vale Florestar

A Vale Florestar S.A, empresa que atua no reflorestamento de áreas degradadas na Amazônia, conquistou os certificados de Manejo Florestal Sustentável, após ser aprovada em auditorias de certificações florestais por organismos nacionais e internacionais, reconhecendo que a empresa utiliza práticas de manejo florestal ambientalmente adequadas, socialmente justas e economicamente viáveis.

As certificações foram realizadas pelo sistema internacional Forest Stewardship Council (FSC) e pelo Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor). Este último é gerido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), com base em padrões desenvolvidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e integra o Programme for the Endorsement of Forest Certification (PEFC).

Nesta primeira etapa, foram certificados cerca de 66,5 mil hectares (ha) de florestas da Vale Florestar, sendo 22 mil ha de área plantada entre 2007 e 2009, distribuída em 37 fazendas arrendadas pela empresa no Estado. Para 2014 a empresa vai se preparar para a certificação dos plantios que foram realizados entre 2010 a 2013 e que totalizam outros 23,7 mil ha com florestas de eucalipto e aproximadamente 49 mil ha de reserva legal.

Além da certificação em Manejo Florestal Sustentável, a Vale Florestar integra o seleto grupo de empreendimentos florestais do Brasil, que conquistou a aprovação do Projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), denominado “Vale Florestar Reforestation of degraded tropical land in Brazilian Amazon”( Reflorestamento de Áreas Tropicais Degradadas na Amazônia Brasileira) pela United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC).

O MDL é um instrumento que permite que países desenvolvidos financiem projetos de redução ou comprem os volumes de redução de emissões, resultantes de iniciativas desenvolvidas em países emergentes. Isso significa dizer que a redução voluntária de uma unidade de gases de efeito estufa por uma empresa situada em um país em desenvolvimento pode ser negociada no mercado mundial com países desenvolvidos (ou com empresas neles situadas) que precisam desses créditos para cumprir suas metas junto ao Protocolo de Quioto.

A área da Vale Florestar aprovada para o sequestro de carbono é de 26,1 mil ha de reservas e 13,9 mil hectares de plantios de eucalipto distribuídos em 29 fazendas dos municípios de Dom Eliseu, Ulianópolis e Paragominas.

Sobre a Vale Florestar

A Vale Florestar S.A nasceu como um projeto da Vale em 2007. Em 2010, foi transformado em Fundo de Investimento Participativo. Atualmente conta com a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), dos fundos de Pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal (Funcef) e da Petrobras (Petros). Sua atuação abrange os municípios de Dom Eliseu, Ulianópolis, Paragominas, Rondon do Pará, Abel Figueiredo e Bom Jesus do Tocantins.

Segundo o Macrozoneamento Ecológico-Econônico (MZEE) do Estado do Pará, esses municípios estão localizados em uma zona de consolidação e expansão das atividades produtivas, sendo permitido, portanto, o uso de até 50% das áreas para reflorestamento.

Em seis anos de operação, o Vale Florestar conseguiu plantar, proteger e recuperar cerca de 140 mil hectares de florestas nativas e áreas degradadas nos municípios onde atua. A área total reflorestada com eucalipto alcançará 45,7 mil ha até dezembro de 2013.

Fonte: Painel Florestal