Para melhor exemplificar, podemos citar experiências reais e que através de seus resultados a economia do setor do agronegócio vem passando por uma transformação incrível.

Antes a temática para se discutir o agronegócio era muito centrada apenas na mudança do modelo de produção, ou seja, dava enfoque na importância da mecanização, induzindo o uso de equipamentos modernos, eficientes e adequados aos mais variados tipos de cultivares.

Isso era de tamanha importância que mudou sensivelmente a forma de pensar por parte dos produtores rurais, que deixaram o cultivo manual ou por tração animal, e adotaram modelos modernos de exploração da terra.

A partir de então percebemos que a menor área explorada, mesmo pela agricultura familiar, nela já se utiliza equipamentos de última geração no plantio e na colheita, o que intensificou o crescimento dessas áreas de produção e, sobretudo, o retorno por hectare plantado.

Essa transformação no campo foi seguida por outra grande mudança, talvez a mais importante, que foi a criação de “empresas agroindustriais”, onde não somente para a produção, mas a preocupação se voltou também para a industrialização, evitando o desperdício e eliminando a figura do “atravessador”, este responsável pela perda de grande parte dos lucros, que seriam destinados aos produtores rurais, portanto, essa parcela do lucro era consumida por várias pessoas que nada produziam, mas que tinham o mercado em suas mãos.

Com essa nova roupagem, os produtores consorciados, acionistas ou cotistas de empresas, principalmente nas áreas do cerrado brasileiro (Maranhão, Piauí, Bahia, Mato Grosso, dentre outros Estados), juntaram os seus esforços e passaram a explorar uma área maior de suas propriedades rurais, sempre com equipamentos modernos e eficientes, reduzindo também o uso do agrotóxico, ganhando em escala e produtividade e, principalmente, tendo uma excelente aceitação por parte do mercado, quando o zelo pelo meio ambiente também passou a ser avaliado pelos compradores/consumidores.

É neste cenário que as empresas agroindustriais ganham em produtividade e o mercado cada vez mais atrativo, e com os financiamentos concedidos pelos bancos oficiais, a exemplo do BNB, as cultivares de arroz, milho, soja e algodão, ganharam o mundo, onde os produtores rurais passaram a exportar os seus excedentes, sobretudo para os Estados Unidos e China, mercados que compram boa parte de nossa produção.

Podemos sintetizar que isso sim é criação de valor, pois pequenos agricultores reunidos, integrando uma sociedade, seja ela limitada ou anônima, estão se transformando em grandes produtores rurais, exportando a sua produção, colocando mais alimentos em nossas casas, e a cada safra, novas áreas são abertas na produção de alimentos.

Através de um governo controlando o sistema inflacionário e a economia, apesar de ainda termos uma das maiores taxas de juros do planeta, estamos abrindo novas fronteiras e ganhando com a venda de nossa produção, que a julgar pela qualidade, os grãos produzidos no cerrado brasileiro estão dentre os melhores do mundo.

Seja qual for o tipo do negócio, acredito muito num empreendimento com uma administração por excelência, com profissionais bem qualificados, com indicadores gerenciais eficientes e, principalmente, com muita transparência e lealdade com os seus acionistas/proprietários, pois estes estão cada vez mais exigentes, buscando conhecer tudo que se passa com o negócio pra onde investiu o seu capital. E no agronegócio não poderia ser diferente, requerendo de igual tamanho toda uma experiência pra lidar com a exploração da terra.

Diante dessa observação a InvestAgro possui em sua equipe multidisciplinar administradores profissionais com vasta experiência de mercado. Entre em contato conosco e saiba mais sobre como podemos te ajudar.

Fonte: Administradores.com