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11 mar 2021

Pecuaristas aumentaram produtividade em até 3x eliminando plantas daninhas no NE

Pecuaristas do estados do Maranhão e do Piauí tiveram aumento expressivo da capacidade de suporte de suas pastagens após eliminar as plantas daninhas dos piquetes com herbicida, tirando a competição por água, nutrientes e luz. Os exemplos de sucesso foram destaques de entrevista da engenheira agrônoma Talita Farias, representante da empresa Farias e Sousa Representações, parceira comercial da Corteva Agriscience. A profissional participou do Giro do Boi desta quarta, dia 10.READ MORE

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25 fev 2021

Boi gordo fecha abaixo de R$ 300 pela 1ª vez em duas semanas

Indicador Cepea fecha abaixo de R$ 300 por arroba.

Em seu quarto dia consecutivo de queda, o indicador do boi gordo do Cepea fechou abaixo de R$ 300 por arroba, após duas semanas acima desse patamar. A cotação caiu 0,43% e passou de R$ 300,80 para R$ 299,50 por arroba. No acumulado do ano, os preços alcançaram uma alta de 12,11%. O mercado segue testando níveis mais baixos em virtude da dificuldade do consumidor interno em absorver as altas do início de 2021.READ MORE

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07 jan 2014

iLPF: corte inicial de madeira produz cercas e estacas

Em Mato Grosso, desbaste do eucalipto é fonte de matéria prima para fazenda que é referência em sistema iLPF

ilpf-lavoura-pecuaria-florestaComeçou neste mês de dezembro o primeiro desbaste florestal na integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF) da fazenda Gamada, em Nova Canaã do Norte. A propriedade é uma das Unidades de Referência Tecnológica acompanhadas pela Embrapa em Mato Grosso. O desbaste ocorre nas áreas com eucalipto, com configurações de linhas simples, duplas e triplas. As árvores foram plantadas há cinco anos.

Neste primeiro corte, são eliminadas do sistema as plantas mortas, defeituosas e as dominadas, ou seja, aquelas que tiveram um crescimento menor do que as demais. Com isto, busca-se aumentar a incidência de luz solar na pastagem, que serve de alimento para o gado dentro do sistema produtivo, e reduzir a competição entre as árvores, beneficiando os indivíduos com maior potencial de venda para serraria.

A madeira cortada nesta etapa será utilizada na própria fazenda. Estacas de 2,20 m de comprimento e com mais de 8 cm de diâmetro serão aproveitadas nas cercas. Já a madeira com menos de 8 cm será utilizada como lenha no secador de grãos.

De acordo com o engenheiro florestal e integrante do Grupo de Trabalho em iLPF da Embrapa Agrossilvipastoril (Sinop, MT), Diego Antonio, a intensidade deste primeiro desbaste não chega a 30% das árvores do sistema. Cada indivíduo abatido tem rendido, em média, de quatro a cinco estacas.

“Poderíamos até deixar as árvores engrossarem um pouco mais neste período de chuva, mas preferimos cortar agora porque é a época ideal para descascar o eucalipto. Como será feito o tratamento das estacas para uso nas cercas, o período de chuvas é a melhor época para descascá-las”, explica.

Antes de serem utilizadas na construção de cercas, as estacas cortadas na fazenda Gamada passarão por um tratamento de autoclave em uma usina da região como forma de aumentar a durabilidade.

De acordo com Diego Antonio, a expectativa é de que um novo desbaste seja feito em mais dois anos. Neste caso, entretanto, o critério para escolha das árvores abatidas será outro.

“Faremos o próximo desbaste não somente pelo diâmetro das árvores, mas sim pela quantidade de luz que incide na pastagem. Queremos equilibrar a entrada de luz no sistema visando à manutenção da produtividade da pastagem. Depois, o corte final será feito do 12º ao 15º ano. O produtor pode ir colhendo aos poucos, dependendo da demanda do mercado e do preço de madeira”, afirma Diego Antonio.

Avaliação econômica
Todo o procedimento de desbaste florestal está sendo monitorado, como forma de avaliar os custos operacionais, o rendimento do sistema integrado e o lucro da atividade. Este trabalho faz parte de um projeto em parceria entre Embrapa, Senar-MT e Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que visa avaliar economicamente a iLPF em dez locais em Mato Grosso, as chamas Unidades de Referência Tecnológica e Econômica (URTEs).

A Fazenda Gamada é uma delas e todo o trabalho de corte das árvores foi acompanhado de perto pela pesquisadora do projeto, Maria Denize Euleutério. “O objetivo é mensurar tempo de abate e se os diferentes tipos de renques (linhas simples, duplas e triplas) terão tanta influencia no desempenho (produtividade) do sistema. Também pretendemos obter um rendimento médio para tomada de decisão se é viável terceirizar ou utilizar funcionários próprios para essa atividade, pois ela é esporádica. Com isso, saber a relação custo beneficio nesse primeiro corte do sistema integrado”, explica Denize.

Além da fazenda Gamada, a avaliação econômica da integração lavoura-pecuária-floresta é feito nas fazendas Bacaeri (Alta Floresta), Brasil (Barra do Garças) Certeza (Querência), Gaúcha (Nova Xavantina), Pégasus (Marcelândia), Dona Isabina (Santa Carmen), Guarantã (Juara) e no campo experimental da Embrapa Agrossilvipastoril (Sinop).

Fazenda Gamada
De propriedade de Mário Wolf, a fazenda Gamada tem como atividades a agricultura e a pecuária de corte. Desde 2009, instalou em uma área de 70 hectares sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta. Nas configurações adotadas são testadas como espécies florestais o eucalipto e o pinho-cuiabano (paricá) em linhas simples, duplas e triplas; e a teca e pau-de-balsa em linhas triplas.

Nas três primeiras safras do sistema, foram plantados soja, arroz e milho. A partir do terceiro ano agrícola, com o crescimento das árvores, o capim entrou na área e iniciou-se a fase silvipastoril.

Fonte: Portal Dia de Campo
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29 nov 2012

Agricultura de baixo carbono vai consolidar alta produtividade da agropecuária brasileira

Os sistemas e técnicas da agricultura de baixo carbono vão permitir que o Brasil se consolide como um País cuja agropecuária tem alta produtividade, garantindo a viabilidade econômica das propriedades rurais

Os sistemas e técnicas da agricultura de baixo carbono vão permitir que o Brasil se consolide como um País cuja agropecuária tem alta produtividade, garantindo a viabilidade econômica das propriedades rurais. A avaliação é do vice-presidente diretor da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Mato Grosso do Sul – FAMASUL, Eduardo Riedel, que participou, nesta quarta-feira (28/11), em Brasília, do Seminário de Lançamento da 3ª Edição do Guia de Financiamento da Agricultura de Baixo Carbono (ABC).

A realização do seminário e a elaboração de uma nova versão do guia – que traz informações sobre o tema, linhas de financiamento e roteiros para elaboração de projetos, entre outros dados – são parte de um projeto desenvolvido pela CNA em parceria com a Embaixada Britânica desde 2011. O objetivo é difundir o Programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), do Governo federal.

O gerente de Projetos para Sustentabilidade e Mudanças Climáticas da Embaixada Britânica, Guilherme Johnston, afirmou que o foco, nesse segundo ano de parceria com a CNA, é mostrar que a agricultura de baixo carbono é viável do ponto de vista econômico. Durante o seminário, realizado na sede da CNA, foram apresentados estudos de viabilidade econômica para troca de práticas tradicionais, adotadas atualmente nas propriedades brasileiras, por técnicas e sistemas sustentáveis da agricultura de baixo carbono. Os primeiros estudos foram feitos para as culturas de cana-de-açúcar, silvicultura, cacau, suinocultura, pecuária de leite e de corte.

Johnston afirmou que, a partir de agora, uma das prioridades é intensificar a capacitação dos técnicos como forma de ampliar o número de projetos aprovados no âmbito do Programa ABC. Segundo a superintendente técnica da CNA, Rosemeire Cristina dos Santos, a meta é capacitar 800 técnicos em 2012, número superior ao de 2011, quando 600 pessoas foram capacitadas em seminários realizados em vários Estados.

Ela lembrou que o crédito disponível para aplicação na safra 2012/2013 por meio do Programa ABC soma R$ 3,5 bilhões. “A meta é ter esses recursos efetivamente aplicados ao final do ano-safra, trazendo ganhos para o setor”, afirmou. É possível financiar uma série de práticas sustentáveis por meio do Programa ABC, entre elas o plantio direto, integração lavoura-pecuária- floresta, recuperação de áreas degradadas, fixação biológica de nitrogênio, plantio de florestas e tratamento de dejetos animais. “O Brasil é exemplo no mundo todo por seu plantio direto, manejo de solo, na pecuária e por outros modelos sustentáveis”, afirmou Riedel.

O secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Caio Rocha, afirmou que o Plano ABC envolve os três maiores bens de uma propriedade rural: solo, água e florestas. De acordo com o MAPA, entre julho e outubro deste ano (quatro primeiros meses do ano-safra 2012/2013), foram liberados R$ 936 milhões em financiamentos para o Programa ABC, uma das iniciativas do plano. Esse valor é 588% superior ao montante contratado em igual período de 2011.

Frederico Piauilino, do Banco do Brasil, lembrou que faltavam informações sobre a agricultura de baixo carbono quando o programa foi lançado, em 2010. “Percebemos que o caminho era juntar esforços para que conseguíssemos avançar”, afirmou. Para ele, a agricultura de baixo carbono é “a terceira onda de produtividade da agricultura brasileira, com viés de sustentabilidade”. Também presente no seminário, o diretor executivo da Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas (Abraf), Cesar Augusto dos Reis, lembrou que, na fase de crescimento, as florestas plantadas, de eucaliptos ou pinus, absorvem os Gases de Efeito Estufa (GEEs).

Nós da InvestAgro, oferecemos orientações gratuitas para o Programa ABC, entre em contato pelos telefones: (34) (34) 3084-8446 e (34) 9147-9310.

Fonte: Canal do Produtor
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05 nov 2012

Com maior ocupação da soja, pecuária terá de ser mais eficiente

Há propriedades que conseguem fazer o abate de terneiro com 14 meses de idade, mas o tempo médio no Estado é acima de 30 meses

Especialistas debatem nesta terça-feira manejo do rebanho para ampliar oferta de carne no mercado. Com a diminuição das áreas de pastagem, que nesta safra devem perder espaço para a soja, pesquisadores e técnicos querem incentivar os criadores a trabalharem a eficiência da produção. Para isso, vão debater nesta terça-feira, em Santa Maria, como os pecuaristas podem melhorar o manejo do rebanho para ampliar a oferta de carne no mercado.

Um dos conceitos discutidos no seminário De onde virão os terneiros?, realizado por Farsul, Senar e Departamento de Zootecnia da UFRGS, é o de pecuária de precisão. Para aumentar a oferta de carne, a mudança começa no manejo.

– Se o solo é ruim, produz menos pasto. Se é bom, precisamos de menos área de campo para dar suporte – explica José Fernando Piva Lobato, professor do Departamento de Zootecnia da UFRGS.

Soja e gado não precisam ser concorrentes. De acordo com Lobato, um sistema de produção lavoura-pecuária organizado beneficia a alimentação dos animais:

– O produtor pode usar a resteva da soja com pastagens de inverno, e isso vai ajudar na redução de tempo dos abates e do primeiro serviço de prenhez.

Atualmente, o tempo médio entre o nascimento de terneiros e o abate é acima de 30 meses no Estado, segundo o chefe da divisão técnica do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural no Estado (Senar-RS), João Augusto Telles – o ideal seria uma média de 24 meses.

– Hoje, temos propriedades com tecnologia de ponta que conseguem fazer o abate com 14 meses de idade. Com isso, podemos elevar a oferta de carne e diminuir o preço para o consumidor – ressalta Telles.

Fonte: Zero Hora
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